Quinta-feira, 7 de Setembro de 2017

cristal

lfotodanet
Hoje que a Esperança morre lentamente e o Tempo já não é suficiente lembro um mundo de cristal que nunca esqueci e a ansia de a ele retornar o mais depressa possível porque continuo com a certeza que não sou deste mundo e que continuo sem saber viver nele.

SintoMe: igual a ontem
Palavras: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

EscritoPorLazulli lazulli às 01:29
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Quarta-feira, 6 de Setembro de 2017

Quando a Natureza fala mais Alto Que o Homem de Mal.... a "Civilização" Deixa De Existir Para Protecção dos Inocentes "Agmon"

 

 

SintoMe: horrorizada com o mundo

EscritoPorLazulli lazulli às 03:28
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Domingo, 3 de Setembro de 2017

,,, bicéfala,,, a Serpente Escondida

....bicéfala .... onde se vergam os Poderes da Terra

 

 

magestosa

ostenta riqueza sem igual

infernal

sob manto de ouro púrpura

guarda segredos

pertença de deuses desavindos

esbanja palavras de mel feitas de fel 

a todos enganou

a todos engana

a traiçoeira

 

 

nas suas garras 

o Globo de Outros

que a antecederam

aprisionado

como se fora unicamente seu

usurpando o direito 

do antes, do agora e talvez do depois

na continuidade disfarçada do mesmo

plano de governaçao

das almas aprisionadas que aqui estão

 

 

uma única coroa

em duas cabeças

de Corpo único

olhar firme no Ocidente

olhar firme no Oriente

astuta

dupla ave de rapina

pestilenta

que a todos contamina

 

 

baços

sob suas asas 

poderosos protegidos cérebros limitados

baços-illuminados

almejam a imortalidade

que lhes é negada e prometida

essência totalmente desconhecida

procurada e mal entendida

na ilusão de Escolhidos

percorrem caminho errado

de acordo com mestre desconhecido

alteram o Espaço/Tempo

fazendo vacilar os mundos

impunemente

portas e portas são abertas

chocando mundos contra mundos

buscam igualdade no desigual

quando Deuses do Passado vedaram

Portais

de mundos desconhecidos

portais para protecção do homem

hoje abertos

 

 

escancararam

indiferentes

à mistura do bom e do mau

na sua sabedoria intra-terrena

arrastam as almas"

para a penumbra de mundos desconhecidos

misturando o que existe com o que não-existe

trouxeram mais Mal ao mundo

na sua ambição de Illuminados

mas é baça a sua iluminação

perigosa para as criaturas

que obscenas na sua adoração à bicéala

não sabem o que é o Amor

mesmo sob a sua falsa protecção

nem sabem quem são e porque estão

muito menos para onde vão

e porque irão

sem  destino sem conhecimento

presas submissas

de ambas as cabeças de um único corpo

atacam-se entre si

desordenadas

e o sangue jorra para a Terra que em fúria descontrolável

a todos punirá

a ajuda chegou

a Mãe estava Só

a Terra não era mais sua

seus filhos não eram mais seus

o Universo ouviu seu apelo

a Terra será limpa

dos usurpadores

 

,,,, â primeira e derradeira cabeça

.... à tricéfala

 

  enquanto um filho da essência cósmica estiver entre vós

um que seja

vós não ganhareis este minúsculo Ponto do Universo

como ganhasteis os outros

 

..... sois a abominação de todos os Universos... 

... um humano é mais do que qualquer um de vós

 

- só que não sabe que o é -

 

 

 

 imagem tirada da web

aguia de duas cabeças.jpg

 

SintoMe: triste com os Poderes do mundo

EscritoPorLazulli lazulli às 23:06
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Domingo, 3 de Abril de 2016

Mátria

 
 
Chora o duplo a Mátria-Mãe
lágrimas de fogo ardente
esvaem-se perdidas
no sangue derramado
infiltrado
 
das mesmas vidas
 
Olha em mágoa
incontida
a preferida
no topo do ermitério
 
perdida
 
Coberta de sangue inocente
está a Terra embebida
10 000 anos já se foram
e o usurpador 
continua a devastar
a essência humana
privilégio "maldito"
 
de poucos
 
No princípio
Pós chegada
Mataram e devastaram
Impérios reduzidos a pó e cinzas
Crenças inúteis para criaturas úteis
genuínas
Estátuas tombaram
Cabeças rolaram
Pedras empilharam-se pelos solos áridos 
Pouco sobrou do mundo antigo
Ancestralidade perdida
e novas vidas
 
Senhores e escravos
escravos e senhores
Regimes dogmáticos
imbuídos de políticas
Poder de fazer
leis absurdas
nos comandos do mundo
Vidas inocentes destruídas
As mesmas vidas
 
Um só deus desconhecido de todos
Ouro é seu melhor contributo
Promete um paraíso desconhecido
ao subjugado
ao seu poder único
incontestado
Divide-os por género
matando um deles
não para sempre
porque dele precisa
p'ra procriar
Mais escravos
O ouro deve continuar
Aterrados
pela perda da sua humanidade
heróis tombam de espada na mão
para evitar
vassalagem sem perdão
aos que aqui estão
 
Cabeças vergam-se à Terra
Agradecem as vidas miseráveis
Oferta de um deus desconhecido
vindo de longe
de muito longe
Por um sopro de ar
inútil
destroem a sua natureza
implantando natureza desconhecida
Erguem-se templos
precisos
 
2 000 se passaram
Muitas "leis" foram lançadas
A pobreza a miséria
É paga de ouro dado
A promessa era na morte
de um dia
Os senhores deuses
carrascos ao serviço do divino desconhecido
empanturram-se
de prazeres hediondos
desconhecidos dos humanos perdidos
submetidos
A conquista estava feita
A promessa a caminho
Realiza-se lenta
mas eficaz
Guerras e batalhas
grassam por toda a Terra
não toda
completamente conquistada
na "alma" ou no "corpo"
dos que ousam prevalecer
eles próprios
 
Era preciso mudar
Trazer algo de novo
ao povo
Os impérios não caíram
completamente
Ressurgiam imponentes
audazes eficazes
espalhavam-se pela Terra
numa mistura entre o antigo e o moderno
fazem perigar
o grande plano conquistador
de terra alheia
É preciso impedir o seu avanço
É preciso alterar o curso do mundo
que não verga
A humanidade tem a essência do cosmos
Algo que não é combatido
num só combate
São precisos muitos ardis
para sugar a essência não controlada
pelos predadores
Daí...
Outra ordem surge
Tão dúbia como a anterior
Afastando na aparência
os antigos "seguidores"
Mais eficaz
Mais poderosa
Com o amor
transformado em ódio
ao semelhante
A conquista já se alargou
ao canto superior da Terra
onde muitos se mantêm
gente
Mais impérios caiem por terra
Mais guerras e mais batalhas
Linhas territoriais
são conseguidas
Mais "leis" de amor feitas morte
Desta feita
Mais letras humanas surgem
do nada
Divinas
Mais do que o divino ausente
Nada de bom no bom
surge daqui
Inicia-se e rompe o mundo em esplendor
O amor
Segunda Vaga de luz
ao dispor
dos mesmos
Dor, sacrifício e sujeição
Tortura e morte
para os que aqui estão
 
Desta vez estendem-se mais longe
O oeste é seu limite
A terra fica negra de tanta morte
Aos heróis da Antiguidade
deram os guerreiros continuidade
Novas espadas travam novas batalhas
Novos mundos se criam
por persistência e teimosia
Duas forças se "criam"
Mas a mistura já foi feita
O antigo mistura-se com o moderno
4 000 anos já se foram
Na mente humana formatada
com o vírus orgânico
transmitido de boca em boca
Germina a semente
da serpente lançada
que não acaba
Quando todos a julgavam
já exterminada
 
 
Numa paz débil
A mente brilha
Ainda cancerígena
Lambendo ainda as feridas das fogueiras
A humanidade caminha
em esperança
Recupera o tempo perdido
E mostra seu esplendor e inteligência
A igualdade dos primeiros tempos
espalha-se como um Sol
Sacode a baba da cobra que os enrola
Estão perto do progresso devido 
Da verdade. justiça liberdade. 
Amizade entre irmãos
da mesma espécie
Prosperidade
Assim pensam eles
na sua ingenuidade humana
Mas a tocha que lhes trazem
é a mesma 
Só que não sabem
Nem supõem
que os pilares onde assentam
suas crenças
São falsos
Trazidos pelos mesmos
na sua luta contra a raça-humana
Sempre ocultos 
aos olhos de todos os crentes de sistemas perniciosos
ao vivente
A gente
 
O pérfido vingador
Rei e senhor de muitas guerras e batalhas
não se contenta
A terra prometida continua prometida
Do olho negro espreita
e solta a aliança aparentemente perdida
Ouro negro eclode do subsolo
A aliança mais uma vez se concretiza
Ouro riqueza desmedida
Salivam loucos de alegria
por beneficio tardio
Estavam preparados à muito tempo
cumprindo os preceitos malditos
Mereciam
Mereciam o ouro negro
esta legião negra na alma
zelosa do oculto
Chegara a sua vez
E o terceiro irmão rejubila de alegria
E avança ao mundo inteiro
Com dinheiro
Milhões lhe prestam vassalagem
Rodopiam esvaziando suas mentes
de humanidade
E volta a animalidade
dos desalmados
Sangue jorra e continua a jorrar
Ninguém vê
Por encobrimento dos mesmos
noutros locais
aguardam
na esperança encoberta
das areias do deserto longínquo
onde dorme
a Arca... "perdida" "roubada"
vinda de fora
Absorve-os
E ao mundo inteiro
O dinheiro
 
Ambiciosa escumalha
quer tomar parte
desta nova/velha
senhora que rasteja desde o Deserto
à 10 000 anos
Sai da arca e mostra-se
Bebe sangue
Sangue humano
A imortalidade
E... lá continua sua marcha
Dirige-se ao centro
A nova legião segue-a desde o deserto
Imbatível
A mesma linhagem está entre eles
Uns e outros são os mesmos de antes
Com nomes diferentes em vários locais da Terra
E seus crentes atacam-se entre si
Mas eles não morrem
Nunca morrem
Nunca a raça humana
viveu tal terror e desumanidade
 
Tal desigualdade
 
Aqueles que descansam na paz
são atacados
Por todos os lados sucumbem
Não acreditam
que veneram a cobra desde sempre
Que ela está prestes a completar o seu círculo imundo
de dominar o mundo.
 
Sobrarão os filhos da serpente
escondida
na Terra prometida
 
Quem salvará a humanidade?!
Quem lhes fará frente?!
Quem os expulsará da Terra que não é deles?!
Ninguém!
 
O mesmo pérfido predador
A mesma terra prometida
Aguarda a chegada
da prol já existente
A "alma" humana está contaminada
Por adorações bizarras
a deuses desconhecidos
Com feroz legião de adeptos
perseguem os perseguidos
A Terra
é a mesma
Quem a ocupa
Não!

amorc.jpg

 
A Mátria chora
na  Terra destruída 
a Preferida
SintoMe: triste por tanta mentira à humanidade
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EscritoPorLazulli lazulli às 19:58
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Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2016

... IMAGINE THERE'S NO ISLAM...

 

 

SintoMe: ... observando o mal Islâmico no mundo

EscritoPorLazulli lazulli às 19:33
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Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2012

SenhoraDasMãosDePrata Proibida Em Vários Países

O meu vídeio "SenhoraDasMãosDePrata" está interdito em vários Países. Surpresa minha. O que é que os incomoda tanto na minha alma que os leva a Proibir o meu vídeo?! Meio estúpida, interrogo-me, o que as minhas palavras têm de tão errado que os levem a Proibir a minha alma de se Expressar?! Não sei! Mas voltarei a escrever, o que sou, o que sinto, o que sei. Não lhes dou o direito de impedirem a minha Alma livre. Só me faltava proibirem-me o blog.

 

 

Dá-me vontade de continuar a Ser. E Serei.

 

(olho o mundo à minha volta e vejo o terror humano que ninguém proibe) e tentam impedir que o meu Ente chegue mais longe?! Como estão enganados. Só me incentivam a CONTINUAR a ser eu.

 

 

Ora Aqui Me Têm

 


EscritoPorLazulli lazulli às 02:04
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Sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

Humanidade Escravizada (XVI)

 

 

 

Vida um presente envenenado

 
 

 

 

 

Porque insiste o Homem em tornar perpétua uma coisa que nunca trouxe, que se tenha conhecimento, a felicidade tão desejada, e sim a dor e a miséria humana?
Será porque a vida é um presente desse suposto Deus que, criando-a para que todos nós pudéssemos existir, a tornou no bem mais sagrado do Planeta? E o que me garante que assim foi? Mesmo com esta garantia teria que dizer que este Deus mais se assemelhava ao pior dos males ao conceder-nos uma espécie de presente envenenado, que não nos permite de modo algum sermos felizes, nem controlarmos totalmente as nossas próprias vidas.
No que me diz respeito, não sei de onde venho ou mesmo se venho de algum lado, mas de uma coisa tenho a certeza: não sou filha deste Deus, nem quero ser, até porque é um Deus inumano e cheio de mistérios impenetráveis, que nos faz nascer sem querer nascer, viver sem querer viver e morrer sem querer morrer. Como posso então conceber que a minha essência esteja ligada a um Ser tão vil, que atira os homens à Terra ao deus-dará e lhes diz: – Dei-vos a vida, é sagrada, matem se necessário for para que ela nunca desapareça, mas eu retirá-la-ei de todos vós quando me aprouver porque sou dono e senhor absoluto de vossas vidas e destinos.
E os mortais continuam a falar no futuro e sempre a longo prazo, como se este futuro realmente existisse em qualquer lado e eles fossem lá chegar, quando eles vão morrer com toda a certeza e, sem consciência da morte que os aguarda, a qualquer instante da vida, vão fazendo projectos intermináveis como se fossem eternos.
Para quê ou para quem, verdadeiramente, fazem eles tantos projectos futuros se, a vida de um qualquer mortal se resume mais ou menos nisto: num dado momento da existência, ele, mortal, rompe para a vida e o seu grito inconsciente confirma a sua existência humana. Neste primeiro instante de vivência, indefeso, fica de imediato à mercê de tudo o que existe, sem se poder defender seja do que for. Nada tem, nada dá, nada recebe. É alimentado e amado (quando é), e fica a crescer lentamente sem entender o mundo que gira à sua volta e o que lhe aconteceu. Até à velhice (se lá chegar) ele não entenderá nada daquilo que o cerca ou de si mesmo porque, muito subtilmente, ao longo de todo este percurso, vão-lhe metendo informações estereotipadas de existência no cérebro, com o objectivo único de, quando as suas pernas se puderem aguentar sozinhas, vir a servir o Mundo, porque é o Mundo quem ele vai servir, de um modo ou de outro, quer queira quer não. Sobre ele mesmo, tarde ou nunca entenderá que nada aprendeu, nada soube e tudo ficará por saber. Ao longo dos anos, vai-se contentando em sonhar, pelo menos enquanto não perceber o que é a vida que o rodeia e, quando descobre, se chegar a descobrir, o desespero é total e o desânimo, pelo modo como funciona o mundo onde está inserido, quase o levam à loucura. Tem de fazer com urgência alguma coisa por ele próprio para não sucumbir e, curiosamente, dedica-se à vida com todas as forças e dá ao Mundo mais motivos para que este se torne mais poderoso e seja mais capaz de escravizar os que vêm a seguir. É neste processo de crescimento, até que a morte o pegue de surpresa, porque ela chega sempre de surpresa, que o homem vai tendo os tão famosos altos e baixos, ao longo da vida, que lhe vão permitindo suportá-la. Vive aos solavancos, como o motor de um carro avariado, sem se aperceber da inutilidade da sua vida, daquela que dá gratuitamente à ­existência.
Embora não se questione, ao longo dos vários instantes da parca e precária vida que vai vivendo, se esta é a vida que ele necessita para si mesmo, tem consciência que algo está errado consigo, mas não consegue ir bem dentro de si e descobrir qual é de verdade a sua falta, que assim fica limitada ao ter de comer, porque o seu corpo diariamente lhe reclama a necessidade de alimento e corre, quando pode e quanto pode, para satisfazer a necessidade deste seu corpo, que não o poupa quando, a cada instante, a genética deste se vai modificando, para dar lugar a um corpo trôpego, que já nem tão pouco consegue andar, mesmo na procura deste alimento eternamente reclamado. Mas o homem ouve o apelo sistemático deste seu corpo faminto que nem pelo esforço do seu próprio dono em sustentá-lo uma vida inteira o poupa no princípio ou no fim da vida. Suga-lhe todas as reservas do pensamento interior, fazendo o Homem esquecer-se de si próprio.

 

de regresso a mim
ensaio, homem, livros, vida
publicado por lazulli às 00:51
Em 2007

 

SintoMe: ... já não acredito na humanidade

EscritoPorLazulli lazulli às 13:56
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Sábado, 31 de Janeiro de 2009

Humanidade Escravizada (XIV)

 
 

 

(continuação)

 

 

 

 

 

Para nós terráqueos, filhos da Terra também ela submetida pelo homem que veio do céu, é melhor de uma vez por todas, sabermos quem de facto somos, do que pensarmos a vida toda que somos quem na realidade não somos. Não creio que a verdade sobre nós próprios, nos retire o poder de ser verdadeiros seres humanos, aquilo que já fomos no passado longínquo. Com a plena consciência e aceitação da nossa verdadeira natureza humana, teríamos a capacidade incrível de transformar este mundo num lugar digno de se viver, mostrando ao homem criado por Deus que os “animais” não só têm capacidade de se governarem a si próprios como também humanidade, coisa que lhes falta em doses demasiado elevadas, a eles, seres superiores em tudo. Depende de todos nós não continuarmos a permitir todo este mal entendido, de contrário, todas as explicações existentes – mórbidas e infantis –, continuarão a proliferar atravessando todos os séculos e todas as gentes e, os nossos pobres descendentes continuarão a ser escravos destes divinos mal amanhados. Devemos à humanidade futura uma oportunidade de libertação para que possa, verdadeiramente, ser feliz. Com determinação, exijamos a verdade. A nossa verdade. Continuando a ter medo do seu poder, que em nada nos tem ajudado a ser felizes, muito pelo contrário, não honramos a antiguidade. Não honramos os nossos valentes antepassados quando os combateram, aquando nos invadiram. Todo o sangue derramado desse tempo longínquo de nada serviu, porque hoje aceitamos este Deus e a sua corja, como se fosse nosso. E ainda lhe agradecemos por tão má existência. Depois de tanto tempo, com provas reais de toda a sua desumanidade, ainda se ouve no fim deste século, também marcado pela ignorância civilizacional, o grande e o pequeno, o rico e o pobre, o culto e o inculto dizer: «Meu Deus». Meu Deus! digo eu, quando os vejo criando fábulas imensas que têm o impressionante Poder do Verbo de que todos falam e ninguém entende. Capaz de fazer acreditar o mais prevenido dos homens. O assombro que sinto por tanta ignorância, que vai dos níveis mais instruídos aos mais baixos de formação, espantam-me! Todos carecem da vontade de querer saber a verdade de si próprios, como se esta não lhes fosse necessária. Assusta-me tanta ignorância e mais os assustará a eles, um dia, quando souberem a verdade sobre si próprios. E, como será evidente, sempre que tiverem contacto com a verdade, morrerão de novo e não sairão do ciclo eterno da existência, rodando nesta roda do destino Criado, este sim, por alguém, sem terem hipótese alguma de se libertarem e de se encontrarem. E, quando chegar o momento do confronto inevitável com a verdade, provavelmente muitos estarão já definitivamente perdidos ou mesmo não mais farão parte de algo... De qualquer modo, continuam a existir os que mantêm dentro de si a centelha da essência da vida e não sei como farão para entenderem a verdade de si mesmos. Enfurece-me que tenha sido e continue a ser assim, porque vejo a Humanidade, excepto no que diz respeito à matéria que os cobre (onde estão mais aptos a respostas concretas e que nem por isso são as mais profundas), a nascer e a morrer todos os dias, sem entender o seu nascimento e a sua morte e sem saber mais do que o seu nome, sobre si próprios, preferindo, assim, aceitar as mais variadas teorias que existem sobre a existência do Homem, todas elas unânimes no que refere ao valor sagrado da vida como sendo o maior bem da Humanidade. E, assim sendo, há que preserva-la a qualquer preço: e como cordeiros, todos em conjunto, dão razão a esta existência sem sentido, que alguém está interessado em perpetuar, sabe-se lá porque razão.

 

(continua)

 


actualidade, ensaio, homem, livros, vida

publicado por lazulli às 15:27 - 2007

SintoMe: ... preocupada com a falta de verdade da raça-humana

EscritoPorLazulli lazulli às 16:12
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Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009

Humanidade Escravizada (XII)

(continuação)



Criados, gerados e engendrados

 

 

 

 

 
Como se levou o homem ao esquecimento de si próprio e do seu passado remoto, que ameaça ser sem retorno? A primeira ideia – pelo menos de que tenho memória – foi de que tudo teve início quando se decidiu que todo o homem descendia de um Deus único e poderoso, capaz de amar e castigar justamente. E logo todos os injustos se sentiram bem com esta profecia que nunca se cumpriu. Tinham para amar um pai misericordioso que os recompensaria com uma vida melhor, bastava que qualquer baixo instinto dissesse pura e simplesmente: Eu acredito. Mas quem é que não acredita quando lhe convém?! Ao saberem que foi este Deus que os fez, lhes deu a Terra para viver e os dotou do Poder sobre as outras espécies, permitiu-lhes, na sua arrogância de legítimos donos da Terra, feitos à imagem e semelhança deste fantástico Deus permissivo, que milénios de existência, de engano e mentira fossem ficando para trás, impunes, sem que nenhuma alteração de fundo se fizesse para que o homem pelo menos tentasse ter um maior entendimento de si próprio e de todos os outros viventes. Claro que se Deus fez o Homem e o Homem fez o semelhante a si mesmo e o semelhante ao Homem fez o semelhante a si próprio, tanto «o verdadeiro homem», como «o filho do homem» e ainda «a semente do filho do homem», no processo de criação, todos copiaram os seus criadores. A partir do momento que os Criados (por Deus), os «gerados» (pelo homem) e os engendrados, seguiram as directrizes que receberam de cada um dos seus criadores, não só tudo foi como é permissivo, tanto por Deus para com os Homens, como pelos Homens para com o semelhante a ele mesmo.
A partir do momento em que o Homem acredita cegamente na interpretação bíblica feita por outros – que é filho de Deus e por isso mesmo tem o direito de submeter e dominar a Terra, tendo-lhe sido oferecido como alimento tudo o que tem movimento e vida (Génesis 9, 1-17) – em vez de ele mesmo ir verificar se a interpretação corresponde ou não ao que está lá escrito, acreditará sempre numa verdade inexistente, tanto para a sua origem como também para a razão da sua existência. Mas, está ao alcance de qualquer um perceber, já não digo a origem do homem, mas pelo menos, o porquê do sofrimento da humanidade. Se nos limitarmos apenas e unicamente ao que está escrito, será de perguntar aos autorizados e credenciados teólogos, quem são os homens criados por Deus e quem são os animais e, já agora, de que se deviam todos ter alimentado ao longo dos tempos. Ler sem esforço e com atenção, no Antigo Testamento, o pequeno relato bíblico do Génesis, teria levado qualquer ser humano a perceber que tem vivido completamente enganado sobre a sua verdadeira origem. Parece-me que o homem mencionado por Deus, criado à sua imagem e semelhança, não são todos como nos querem fazer crer. E a realidade da existência humana assim o confirma, quando o homem criado por e à imagem e semelhança de Deus (o homem verdadeiro) tem o poder de dominar a seu bel-prazer todas as espécies do céu, da terra, do mar e animais vivos segundo a espécie da própria terra, – que também tem autoridade para submeter – e concretiza há milénios este seu poder sobre todos os outros viventes que não têm a mesma ascendência que ele tem. Continuam a humilhar, a comer e a utilizar todas as espécies e o seu semelhante «não igual» de um modo bárbaro e inumano. Não são eles os seres superiores? Donos de tudo e de todos?



(continua)

 

indiferente
actualidade, ensaio, homem, livros, vida

publicado por lazulli às 15:11
Terça-feira, 11 de Setembro de 2007

 

SintoMe: ... com Esperança no Homem de Verdade para combater esta Pérfida Civilização Tanto Espiritual como T

EscritoPorLazulli lazulli às 11:36
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Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008

Humanidade Escravizada (XI)


(continuação)


 

Claro que para entender a sua origem e o porquê da sua existência, bastaria que o Homem pensasse seriamente na função da matéria e dele próprio, tentando perceber se a matéria existe para que o Homem possa existir ou se, pelo contrário, é o Homem que tem que existir para que a matéria possa existir e qual destes dois beneficia ou perde com a existência do outro. Se por acaso for o Homem que dá vida à matéria, então só a existência do Homem é que faz viver a matéria. Só ele é que move esta imponência «morta». É o escravo da matéria. O escravo que a mantém viva ao longo dos tempos. O que seria da matéria se o Homem não fosse seu escravo? Com toda a sua inteligência, ela só por si, como viveria? Se, por acaso, esta junção de matéria e ente coexiste porque quer ou se uma está sujeita à outra irremediavelmente ou não, é algo que aparentemente ninguém sabe. Com certeza, se o Homem começasse por analisar, por exemplo, o início da sua formação física e em simultâneo o seu sentir interior, talvez dê-se o primeiro passo para um entendimento sobre o porquê da sua existência. Mas, realmente, são já tantos os estudiosos que se dedicam a este tema que adverti-los da verdade a eles, os entendidos na «matéria», cheios de diplomas a confirmara sua douta sabedoria, seria no mínimo caricato. E a verdade, é que com a Verdade diante de si não a vêem. Pior que o cego é aquele que vê e não quer ver, isto sim é uma verdade. É que ninguém já parece acreditar seja no que for, mas continuam fingindo que acreditam. Ninguém mais parece preocupado se é verdade ou não o que a tradição diz. Parece que têm consciência que de nada lhes adiantaria a procura da verdade. Até já dizem que o que é verdade para um pode não ser para outro. Pergunto-me, imbecilmente, se a verdade só por si não deveria ser uma única, igual e imutável para todos. Num mundo, onde a mentira é conhecida de todos, parece que ninguém quer pôr a hipótese que vivemos assim porque alguém quer uma enorme mentira. Mas, se todos os homens mentem e todos os homens falam a verdade, porque será que o ser humano não se interroga se foi mesmo a verdade que lhe transmitiram ou se, pelo contrário, lhe mentiram? Aliás, há tantos e tantos motivos para pôr em dúvida o porquê da vida, que não entendo toda esta inércia humana, esta letargia, este desinteresse por si próprios, como se de dentro deles viesse um aviso de perda de tempo na busca desta verdade tão necessária a todos. Mesmo assim, continuo a aguardar o som de qualquer voz que chegue, de alguém a dizer a verdade de uma vez por todas, acabando com este mito horrendo de que a verdade não existe. Até pode ser. Aliás, neste mundo tudo pode ser e continuar a ser até ao infinito. Mas eu continuo a pensar e a sentir, daí que tudo farei, em cada segundo desta minha parca vida, para tentar impedir que continuem a manter esta farsa existencial vil e velhaca, alegando ser este o modo de vida perfeito, de uma civilização perfeita, num mundo também perfeito. As consequências das suas tentativas de melhorar toda esta perfeição imperfeita atingem a plenitude do engano perpétuo e, cada vez mais, o ser humano deixa de ser ele próprio para passar a ser os outros. Mas, para ser possível levantar este pesado e escuro véu que paira sobre todos nós, sobre a nossa origem e a nossa existência, seria necessário que o homem acabasse com o desinteresse que tem por si próprio e acreditasse que a verdade existe algures bem guardada à espera de ser encontrada. Talvez começando por investigar onde, quando e porquê se iniciou o último começo de toda esta trama diabólica ao desprevenido ser humano que caiu neste universo sempre em expansão, com a memória desgastada de um passado longínquo real e doloroso. Que tivesse consciência que só foi acatando tudo quanto viu e ouviu porque a dor apregoada era-lhe familiar, como uma outra dor que dentro de si estava mal lembrada. E chegou o dia em que a dor que não existia passou, de facto, a existir, substituindo a dor antiga e apagando de vez com essa lembrança remota de um tempo esquecido: A sua origem. Ao acatar bem e mal a transmissão de séculos, a sua resistência foi diminuindo e, hoje, depois de todas as ilusões e desilusões, não há nada em que acredite porque a incompreensão e a dor dentro de si tomou uma forma alarmante, parte integrante desta trama tão profunda que é o Planeta em que vivemos.

 

(continua)

 

quase no fim da cruzada

ensaio, homem, livros, mulher, vida

publicado por lazulli às 16:27 (Do Livro De Ensaio Sobre O Homem "Humanidade Escravizada"

Quarta-feira, 5 de Setembro de 2007

SintoMe: ... a olhar meca de soslaio

EscritoPorLazulli lazulli às 00:46
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Domingo, 9 de Novembro de 2008

Mary Paz - Primeiro Capítulo (4)


(... continuação)

 

 

A imagem longínqua de uma jovem mulher, absorvendo descontraidamente os limites da vida, ao longo da imensidão de uma praia deserta, continuava a perturbar-lhe o espírito de tão nítida que estava dentro de si. Esta imagem fá-la reviver um passado já passado, mas que não a impede de lhe parecer vivo, apesar de sua total inexistência no actual momento.

A imensidão do mar... A extensão da praia que se perdia do olhar e o inacreditável mundo vivo por cima da Terra... Queria tentar apagar esta imagem viva dentro de si. Esquecer! Como se esquecer fosse possível a qualquer Ente, se este faz exactamente parte da vida “presa”. Vida esta que vem resgatando continuamente o seu terreno, numa luta sem tréguas, desde o início da existência, da formação de tudo. Como pode o Ente apagar o pensamento, se ele não passa exactamente do pensamento? Mas, é para que o pensamento viva livre e eternamente, que ele continua a aprisionar dentro de qualquer matéria viva, a sua existência. Esquecer, seria aniquilar a sua própria existência e assim destruir o seu próprio mundo: a essência.

“Tenho medo de reviver a loucura que vivi. Tenho medo de tocar no meu pensamento vivo. Tenho medo de recordar! A dor de ver o que já passou e se extinguiu. O medo de relembrar... Ficou gravado em mim, o contraste repentino “desta” imagem da vida e do deflagrar há tanto tempo discutido, sábia ou ignorantemente por todos, de uma Guerra Nuclear.”

Neste momento ela continuava viva, mais viva do que nunca! Por isso mesmo, o seu pensamento vivia mais intensamente todo o passado vivente. Não mataria a lembrança que lhe doía. Seu pensamento sofria e continuava a mostrar-lhe o “momento”.

Não tinha havido talvez uns centimilionésimos de segundo entre o momento junto à praia e a terrífica destruição dessa mesma vida, com a reacção em cadeia de uma qualquer substância, que pode muito bem ter sido de Urânio ou Plutónio, e a explosão tão inesperada, tão incompreensível, que parecia que bocados de vida e de morte se haviam entre cruzado no espaço. O céu em fogo lembrava pinceladas de um qualquer pintor com as cores bem combinadas de todo o mundo desconhecido. Sobre ela continuavam a cair os estilhaços da morte na vida e os da vida na morte, projectados pelo impacto de um poder que desconhecia mas que teve tempo de observar quando muito lentamente, como se todos os seus sentidos tivessem sofrido uma mutação, se virou e olhou o horizonte. Ainda fumegava o célebre cogumelo, tal qual o tinha visto em inúmeras fontes de informação, que iam desde a informação visual até à informação escrita. Tudo era tão confuso, tão absurdo, que ficou parada como suspensa entre o espaço/tempo sem consciência da sua própria existência, a olhar 500 quilotons a libertar toda a sua energia no céu da Terra. O seu consciente recusava-se a aceitar o que o seu subconsciente absorvera no primeiro instante. O cérebro entorpecido impedia-a de agir racionalmente. Caminhou sem destino sob o mundo de fogo que a cobria e envolvia, até que suas mãos agindo a um qualquer comando interior começaram a agarrar desesperadamente os estilhaços que continuavam a cair, numa tentativa de limpar o ar e restituir-lhe o seu próprio espaço. Mas eram tantos os pedaços e tão estranhos, que suas mãos iam ficando macilentas de lhes pegar, fazendo-a sentir-se cada vez mais fatigada.

Desesperada, percorre o lugar seu que há um instante atrás era ali! E o pânico apodera-se de seu Ser, pois, não existia mais! E ela sozinha, não tinha conseguido atirar os estilhaços da morte, para o sítio de onde tinham surgido.

Arranha seu corpo e sua roupa, mas seus dedos resvalam trémulos por uma massa viscosa e peganhenta que a cobre, horrorizando-a. Ela existe ali, igual a si mesma, mas não estava lá! Tal qual a calmaria da praia deserta, que à instantes atrás fazia parte integrante dela mesma. Agitou seu corpo ao que pensou ser o vento, mas mesmo este ar não era o que conhecia, pois sentiu-o bater no corpo, atirando-a contra a dureza de um chão pejado de destroços. A vida tinha-lhe fugido e ela continuava viva. A incompreensão tomou posse de seu Ser, perante tão dura realidade.

Correu sem rumo certo (pelo menos pensa que correu) para junto das milhares de pernas que passavam perto dela. E no meio destes milhares de pernas de massa vivente que se moviam, numa corrida louca e desenfreada, via correrem as dela, numa corrida que parecia não ter fim, na busca de um caminho que já não existia. Mas sem caminho a seguir, para a levar de volta ao seu sítio, sentiu-se perdida. Vagueou nos destroços da morte... O tempo?!... Esse também tinha deixado de existir. A força que antes a mantinha de pé, tinha-a abandonado, fazendo-a correr lentamente sem destino certo, deixando para trás, o que havia mesmo em frente: desolação.

 

(continua...)

 

livro... dos "filhos do sol"

livros

publicado por lazulli às 18:48

Quarta-feira, 6 de Junho de 2007

SintoMe: ... atenta ao avanço islâmico no mundo

EscritoPorLazulli lazulli às 12:11
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Sexta-feira, 7 de Novembro de 2008

Mary Paz - Primeiro Capítulo (3)


(... continuação)

 

A lei do Homem que come outro Homem, para a preservação desta nova raça, (meio homem, meio mutante) é o ser útil à sociedade presente. Lei esta que acaba por ser uma sequência da lei implantada na Terra desde os primórdios dos tempos. Assim sendo, a sociedade vigente, continuaria a ser até ao fim dos Tempos, (caso estes venham algum dia a existir) a continuidade das leis das sociedades anteriores, pois que em todas elas o poder dos mais fortes sobre os mais fracos, sempre foi a que o Homem adoptou na sua vida na Terra, de forma a poder subjugar os mais frágeis em prol dele mesmo. Isto, porque, na memória dos Homens, estava registado que um tal Deus deu a Terra ao Ser mais capaz, de forma a que este dela soubesse tirar proveito. Realmente, a criação deste Deus, bem que soube tirar proveito desta Terra que lhe foi dada por herança, consumindo-a até que dela não pudesse tirar mais nada, deixando-a completamente despida de vida. Mas este Senhor poderoso que é o Homem que Deus criou à sua imagem e semelhança, não se contentando em destruir o que o seu Deus lhe tinha dado para viver, começou por fim ou princípio, a consumir os filhos de Deus para seu próprio sustento. Embora que já desde o princípio da humanidade lhes tenha vindo a consumir a alma com falsas verdades, desviando-os assim dos seus verdadeiros fins.

 

 

 

Parece até ironia do destino. O Homem que Deus fez, ultrapassou o seu Criador. Dele, hoje não resta mais nada a não ser um “Ser”, que não é o Homem que Deus criou e colocou sobre a Terra, nem tão pouco o filho da Terra que lhe deu o corpo, pois que a esta, também este acaba de destruir, prescindindo dela para sobreviver, com a arrogância que sempre o susteve. A ambos, o Homem sempre soube retirar o que mais lhe aprouve e talvez quem sabe, tenhamos pela frente um novo Deus, surgido provavelmente de uma vingança para com os que o fizeram: A Terra e Deus. Neste momento, passámos a ter três Deuses neste mundo:

A Terra, Deus e o Homem.

Neste momento o Homem era mais um Deus do que um simples "mortal".

Não prescindia ele das leis essenciais à vida, das duas forças que o sustiveram durante milénios? Ele estava, até, pronto a desafíá-las.

Como será o futuro com o aparecimento desta nova espécie? Mary desejava não ter nunca que se defrontar com nenhuma destas três forças, pois às três conhecia bem. Não era também ela, um pouco de todas elas?

 


(continua...)

 

bem...

livros

publicado por lazulli às 10:37

Junho de 2007

SintoMe: saindo de cima para tentar impedir o que rasteja pelo mundo

EscritoPorLazulli lazulli às 22:36
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Sábado, 1 de Novembro de 2008

Divagações Do Espírito

 

 

 


DEUS


É


O UNIVERSO INTEIRO


É


O MUNDO QUE NINGUÉM CONHECE


É


DEUS?!

 

 

borboleta

pensamentos


publicado por lazulli às 16:57
Maio de 2007

SintoMe: ... à Procura Dos Causadores Do Engano à Humanidade

EscritoPorLazulli lazulli às 12:55
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Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008

A Grande Mãe (II)


 

Talvez porque fosse muito velhinha e seus cabelinhos brancos fossem tão brancos que reflectiam luz junto ao fogo da tenda principal onde também nos dias em que o tempo mostrava a sua força e rugia ameaçadoramente, cá fora, se sentavam em torno do fogo que se encontrava no centro da tenda. Num desses dias, onde a água lá fora caía do céu aos trambolhões e todas as mulheres mais velhas se encolhiam umas nas outras assustadas e as mais novas afagavam as mais pequenas e as mulheres activas, as guerreiras das tribos, as únicas a quem era permitido cavalgar para onde bem entendessem, continuavam sob o assustador rugido do ar que se deslocava furiosamente de um lado para o outro, a guardar odo o clã, deduzia que como a tribo era muito grande elas estivessem por todo o lado. Eram tão silenciosas, que apareciam e desapareciam de repente, de qualquer lugar. Sua primeira mãe, era uma destas jovens guerreiras, que pouco tempo tinha para ela e por isso mesmo as tarefas eram distribuídas de tal modo que nunca nenhuma das mais pequenas ficava só e a ternura com que as outras tomavam conta não lhes permitia sentir falta das primeiras mães.

Mas Leda não era como as outras. Queria ter uma só mãe e só para si. Por isso, vagueava muitas vezes sozinha, quando o sol no alto do céu era quente e luminoso, por todos os lugares que lhe era permitido e também por aqueles onde estava expressamente proibida de ir. Nunca prestava muita atenção aos marcos que as guerreiras puseram em torno do grande clã e muitas das vezes era recambiada e repreendida quando uma destas guerreias a interceptava, fora dos domínios das mulheres. Cabisbaixa, lá era obrigada a tomar o caminho de regresso. Por isso, nunca tinha ido tão longe como desejaria. Nunca conseguiu passar dos domínios da sua tribo e queria muito saber o que haveria para além deles. Devia haver mais mulheres, animais e até homens, porque estes também deviam viver em algum lado. Para Leda, deviam viver num local muito sujo. Talvez num pântano... pois, estavam sempre cobertos de lama. A terra seca cobria-os quase por completo. Na terra deles não deveriam ter água como a delas pois, logo que entravam na tribo, eram obrigados a banhar-se no lago cristalino dos domínios e sempre guardados pelas guerreias de várias idades que circulavam sempre a cavalo em torno de si, não lhes permitindo andar mais ou menos, do que elas mesmo queriam.

No meio de todas as dúvidas, a primeira avó, vendo Leda muito infeliz porque ninguém lhe queria responder como era o mundo para além dos domínios disse-lhe:

- Minha pequena Leda, o tempo já quase chega até a ti e aí saberás tudo quanto é preciso saber.

- Mas vó, porque não posso saber hoje?

- Porque, Leda, és ainda muito pequena, para teres sobre ti as preocupações que todas partilhamos hoje. Tentamos proteger-te e às tuas irmãs, de um conhecimento antecipado.

- Mas eu já sou grande! Já cavalgo sem cair e domino a minha montada.

- Mas ainda é cedo. Não proteges também tu, os mais pequenos que tu, nas tuas tarefas obrigatórias em prol da tribo? Nós fazemos o mesmo, umas com as outras. A cada idade, uma responsabilidade.

- Vó... nós temos medo?

- Não, só nos protegemos umas às outras.

- Mas, porque precisamos de nos proteger? Quem pode querer nos fazer mal? Os sáurios não conseguem atravessar o pântano e só eles é que nos podem fazer mal. Ou não existem só os sáurios ?

- Não, Leda, o mundo é muito grande e o que vês, do que tens conhecimento, é como de uma recém-nascida até chegar a mim.

- Então, existe muita coisa! Diz-me algumas, que nos possam fazer mal.

- Olhar para ti Leda, faz-me sentir mais confiante. Porque, contigo, nunca o nosso domínio ficará em perigo. Mas, promete-me, que não falaras com nenhuma das outras.

- Prometo.

Leda já quase gritava de desespero. Inquieta aguardava o grande segredo.

 

 


publicado por lazulli às 09:13

Sábado, 5 de Maio de 2007

SintoMe: incapaz de mostrar a verdade ao homem

EscritoPorLazulli lazulli às 23:18
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Domingo, 26 de Outubro de 2008

Atlântida





P'ra lá do mar

Há um lugar que não conheço

Mas não esqueço

O esquecido passado longínquo

 

Relembrado e guardado por Sólon

Imortalizado nos escritos de Platão

E recordado pelos saudosos autores de nossos dias

Que deixaram antever as raízes do passado

D’uma humanidade destruída e perdida nas brumas

 

 

Tão longe e tão perto

Que a memória se perdeu

Mas não a de todos

Porque alguém continua a te recordar

Perpetuando a tua existência do passado

Não deixando esquecer

A realidade da tua veracidade

Mas muitos foram também os que quiseram

Te manter oculta

Longe de tudo e de todos

Como se nunca tivesses existido

Deram outra data ao tempo

Transformando-te num mito

Mas tu

Continuas enigmática aguardando que te façam ressurgir

De entre o mar revolto de calmaria

Silenciosa aguardas no mar do teu nome

Para que os homens saibam onde e porque erraram

No passado longínquo

Mas ressurgires

Será o acabar das lendas criadas depois de ti

Taparam as suas lendas com uma outra lenda

A tua

Inventaram-te

Quando tu existias

Esqueceram-te

Quiseram que realmente houvesses desaparecido

E desapareces-te quase totalmente

Na tua forma física

No meio e sob o mar

Nesse lugar

Que eu não encontro

Mas sei que existe

Junto do fogo adormecido

D’um vulcão inactivo

Aguardando o despertar

Quieta

Silenciosamente quieta

Continuas a aguarda que algum filósofo te devolva a vida morta

Mas os filósofos desapareceram com o passar dos tempos

Dando lugar aos políticos

Sábios do teu e nosso tempo

Quais os melhores ou piores de todos eles

Ninguém mais te relembra na tua verdadeira forma

Ou te quer fazer ressurgir

Passaste a ser mesmo lenda

Onde antes havia o provir

Quanto tempo continuarás silenciosa

Nesse aguardar eterno

Se esperas o entendimento do Homem

Acumularás sobre ti

Uma outra civilização semelhante à tua

A quem tu deste lugar um dia

Quando também procuravas uma outra

Que te tinha também antecedido

E desvanecido quase totalmente

Continuam a procurar-te

Depois de te terem encontrado

Como se fora pouco o que viram

Do que restou de ti

Pisaram teu solo

E não te reconheceram

Porque te quiseram grande

E eras pequena

É o teu conhecimento

Que procuram desesperadamente

Não a ti

Porque a ti já te encontraram

Esqueceram os restos dessa civilização

Quanto os restos que sobram de ti

Espalhados pelo oceano

Mesmo sob o teu regaço

Quando chegarem ao teu conhecimento

Nem os restos sobrarão

Não terão tempo de entenderem

Que perpetuaram o teu conhecimento

Dando-lhe a forma do saber deformado

Descontentes

Duvidam de si próprios

Porque querem a imortalidade iniciada

O poder ilimitado

E tê-lo-ão

Como tu

Até ao ressurgir de uma nova/velha civilização

Ensina-nos o caminho

Para o teu mundo guardado

Não nos dês o que sabes

Antes o que nunca soubeste

Talvez assim

A gente chegue de verdade a algum lado

Sem precisar de ser transportado

Quanto se falou de ti

E quão pouco se disse

Do que eras ou quem eras

 

 

Perdida

No meio das águas imensas

Que te cobrem

E nos pássaros que te cruzam

Todos os dias

Está a tua sabedoria

O verdadeiro saber

Para quem quiser entender

Onde está a tua cultura e o teu conhecimento

Partícula de um mundo perdido e esquecido

Vogando sobre as águas do meu mundo

Olhando o silêncio

 

 

Dizem-te um mistério

Porque a sua imaginação nunca te imaginou

Uma lenda um mito

Porque nunca te compreenderam

És o sonho de um profeta poeta um filósofo

Queriam-te física

Não espiritual

Continuam a violar as águas em teu redor

Na tentativa

De mais depressa te desvendarem

Descobrindo o véu que te envolve dentro das águas

Mas tu deixas antever

A luminosidade do teu "rosto"

Mostrando o paraíso perdido dos Açores

Querendo que se mantenha essa tranquilidade que conquistas-te

Teimosamente eles querem desmembrar-te

Violar os teus segredos

Em volta de ti

Querem adivinhar-te e um dia vão conseguir

E esse será o dia do teu ressurgir do nada

Tomando de novo forma mas esta já fechada

Fundirás em ti mais um mundo civilizado

De leis sem sentido

A que um dia no passado começaste por dar forma

Até chegar aos nossos dias

 

 

Tu aprendeste

Com a tua morte

Mas nós ainda não

Aprenderemos um dia contigo nas profundezas do teu mundo oceânico

E dormiremos também chocados com a nossa ignorância

Olhando o mundo cá em cima a copiar-nos

Esperando silenciosos que entendam a verdade

Ou aguardando também pela sua queda

 

 

Ontem

Eras um continente imenso

De querer poder e saber

Ontem

Eras o berço de uma humanidade instruída

O sonho de quem vivia

O mundo de quem sentia

E espalhavas o teu saber

Instruías como uma mãe

O mundo inteiro

Levando o teu saber aos quatro cantos do mundo

Ou seriam cinco

Perpetuaste

O teu passado oculto

Chegaste tão perto do passado

Que te transformas-te no teu próprio passado

Fundindo-te nele

O procurado

Deste a luz e as trevas a quem te viu

O saber perdido a quem te ouviu

E tu própria

Sumiste por entre as brumas de um tempo mal entendido

Passando de guia a guiado

Foste assim

Eterna na sabedoria

Foste a luz menor de um mundo maior que tu

E de ti hoje

Restamos nós aqui

Também teimosamente perpetuando o teu saber

Na nossa sabedoria ignorante

Até ao perecer de todos nós

E no futuro breve

Outros te procurarão em nós

Tentando descobrir

Este saber de ser

Quem somos nós

Qual o filho que não procura a mãe

Para ir buscar o que lhe falta

A essência do saber perdido

Todas as Pátrias das civilizações

Têm um berço comum

Que propagam um ideal de vida

No decurso de milénios

Que vai crescendo multifacetado

Dando lugar a um infinito perpétuo

Gatinha e cresce como uma criança

E assim como ela o fim chega inevitável

E só algumas sementes

Ainda em estado embrionário

Se manterão e recriarão

Para dar lugar a um novo berço

De uma nova e mesma civilização

Tu senão a primeira foste uma delas

E neste decurso moroso

Os teus rebentos

Aqui estão

Mergulhados nesta nova escuridão

Com um berço semelhante ao teu

Exibindo democracias e utopias

Que sempre mantiveste

Não entendemos que estás aqui

Dentro de nós fazendo-te ressurgir

Espalhando o teu saber pelo mundo inteiro

Exibindo as tuas leis enevoadas pelo passar do tempo

E somos nós que olhamos o teu cume físico

Aguardando um saber que já sabemos

Que fazemos ressurgir-te das cinzas

E damos vida aos teus anseios

Mas ainda nenhum de nós te entendeu

Nenhum de nós te quis manter perpétua

Transformamos-te todos os dias

Numa metamorfose doentia

Porque ainda não queremos te conhecer

Mas continuas teimosamente dentro de cada um

Ressurgindo sempre no pensamento deste morrer

 

Recordar-te-ão

Sempre que a ciência mal entendida do passado

Te relembre ao nosso lado

Na nossa própria ciência

Numa simbiose sem princípio ou fim

De tanta tradição longínqua

Que continua a atravessar os séculos

O teu mistério continua silencioso no meio das brumas

À espera que nos venhas ensinar o esquecido

Foram tantos mas tantos

Que perturbaste com a tua memória

Ao longo dos milénios

Que te confundiram

E reinventaram

Com fantasias fantasmagóricas da criação

Dando até lugar à religião

São tantas as obras que falam de ti

Tantos os costumes até aqui

Que saber-te é ver-te ressurgir em cada dia

Dentro das brumas escondidas de cada ser

Todos te conhecem

Ou julgam conhecer

 

E mesmo assim continuam quedos

Enchem os olhos com as tuas margens

Deleitando-se nas cores que te preenchem

No ar leve sob as nuvens

No mar continua a ser o teu lugar secreto

E tão perto

Que qualquer um

Te podia fazer ressurgir

Mas eles fogem obrigados

Para o outro lado do mar

E não irão regressar

Outros valores se interpuseram entre ti e eles

E só as gaivotas vagueiam sobre ti

Num lamento triste de assinalar tua presença

São os navios que te cruzam diariamente

Quanto as pequenas embarcações do passado

Levando um fugitivo isolado

Para o outro lado

Com a grandiosidade de um continente

Estás esquecida

Quiçá perdida

Imponente na tua simplicidade

Dormindo desperta um sono calmo

Onde quer que eu fique

Lembro de ti

A humanidade inteira te procura

Talvez porque ainda te recordem

Bem dentro de seu Ser

Também numa outra camada fossilizada

Procuram a verdade que escondeste nas tuas ruínas desaparecidas

Mas a vida brota incessante

Como um diamante no meio do oceano do teu nome

Ainda estás por aqui

Tão perto

Que te tocámos diariamente

Nas novas descobertas de comando da humanidade

Na esperança de um novo mundo

Dar-te-emos de novo vida

Para em seguida te destruirmos

E poderes voltar a ser de novo lenda

Para os povos a seguir te fazerem ressurgir

Nesta morte e vida perpetua

Ciclo sem princípio ou fim

Até esse esperado dia

 

Do entendimento da verdade.

 

 

"Vestígios Longínquos"

publicado por lazulli às 12:14

Segunda-feira, 23 de Abril de 2007

SintoMe: ... a olhar o mundo

EscritoPorLazulli lazulli às 20:19
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