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Quarta-feira, 6 de Setembro de 2017

Quando a Natureza fala mais Alto Que o Homem de Mal.... a "Civilização" Deixa De Existir Para Protecção dos Inocentes "Agmon"

 

 

SintoMe: horrorizada com o mundo

EscritoPorLazulli lazulli às 03:28
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Segunda-feira, 22 de Março de 2010

O Terceiro Ramo


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Da estranha e frondosa Árvore, dois ramos floriram e secaram restando o terceiro ramo o combatido e oculto pela pujança das flores dos dois anteriores, que tinha sido o primeiro local onde tudo começara.


No entanto, estes dois, secos, estéreis, por falta de credibilidade da alma, pela promiscuidade assumida e mal disfarçada, deixam à vista desarmada aquele que cresceu lenta e persistentemente nas areias do deserto, antes vistoso. Quase intocável. Afinal, a larva protegida, lembrando memórias antigas do local onde pousou, multiplica-se pelo mundo, mais do que os dois anteriores que tiveram o seu tempo, o seu momento e o seu reinado, sobre os homens da Terra. É esse que a Árvore Mãe utilizará para que as suas raízes permaneçam por mais mil anos. Nem mais Roma nem Judeia é o tempo de Romeia . (romã)


Quem se chegará à sombra desta ramagem que desponta no inverno do mundo?! Todos! De um e de outro modo, todos confluirão para o centro para serem aceites pelo deus único. E, serão! Pior de tudo será a possibilidade do 4º Poder. A unificação dos três num. Mas mil anos passará, antes de isso acontecer, se até lá nada se quiser fazer. Todos aqueles que antes se abrigavam crédulos sob a sombra dos dois ramos dominantes, hoje secos, a precisarem de ser substituídos, abrigar-se-ão, sem pejo algum, nas ramagens que aí estão. Venderam-se ou fraquejaram um dia... voltarão a fazê-lo e lutarão sem grilhões de espécie alguma aparentemente longe das religiões e das políticas que albergam os três, em um. Como actuará ou sob o que actuará o terceiro ramo?! Sobre o que de mais sórdido tem a alma humana; a ambição da diferença, o poder dos escolhidos! - Mas não se estendia já a frondosa árvore e os seus tentáculos, ao mundo inteiro?!  - Não, totalmente. Apesar da infinidade de folhas, de variadíssimos tons, da frondosa, espalhadas em todas as direcções da alma carente de verdade, ainda existem muitos puros que não sabem que são puros e estão ao serviço da Árvore que tudo comanda na lei e na ordem, da desordem da alma. Mas a Árvore, sabe. Conhece-os! E, há-de persegui-los para sempre! Até os ter em si! daí... Estava predestinado que assim seria, caso falhassem os dois ramos anteriores. E, falharam. Chegou a vez do terceiro ramo. E o primeiro transforma-se no terceiro. Falta cumprir-se o desejo da Terceira PedraNegra. A única que pode ser vista enquanto as outras Duas continuam ocultas. Portanto não expandiram ainda o poder que delas emana, por estarem ocultas ao olhar humano. Daí ... o Perigo de um futuro 4º Poder. ... e a humanidade nunca mais será livre ... se não entender. Se não destruir as pedras negras, guardadas zelosamente nos três locais da Terra, onde fiéis se arrastam em torno do mal que os aprisiona e os faz manterse eternamente na Terra. Longe, muito longe da Sua Origem Cósmica. A única que é pertença de si mesmo.


Tem a ver com gente?! De que lado se situarão?! - Não propriamente. - A meu ver deviam ficar unicamente do seu próprio lado. Ser únicos! Manter a Essência que lhes habita o Ente. E só por ela lutar. Unicamente. ... longe das pedras negras guardadas a sete chaves nos redutos mais visíveis do mundo.


Quem combaterá o último e terceiro ramo?! - Ninguém! Porque todos estão por e com o mesmo. A mesma lei interminável de intolerância. De ódio. Destruição. De subjugação humana, onde o poder continuará concentrado, nos mesmos. Com outras cores. Com outras bandeiras. Mas com os mesmos dizeres. Recuam no tempo e a lei ortodoxa  volta de novo, a primeira lei instituída à chegada, como se nada tivesse sido feito, o tempo todo. Como se todas as batalhas tivessem sido inúteis ... tudo planeado ao mais ínfimo pormenor, para que o controle nunca lhes seja retirado.
(O Universo chora a sua perda eterna. A sua essência estilhaçada por todo o lado. Por cima, por baixo. Aos lados do que existe e não se vê.)


Porquê?! - Porque são quase todos da mesma cepa. Ou pretendem pertencer à mesma cepa. Por isso tudo aconteceu, acontece e vai continuar a acontecer no mundo. E o mal perdurará para Sempre. Eternamente. (talvez um dia ... a essência e a matéria se defrontem e aí ... um dos lados vencerá a Grande Batalha Cósmica que teve início na Junção de ambos, separando desse modo ... as águas que tudo consomem.)


Os combatentes e os combatidos, são diferentes?! NÃO! São todos o mesmo! São feitos de "duas "Matérias" Diferentes. Se bem que sirvam, praticamente, unicamente uma delas.


Uns ainda, tentando levar a água, tanto ao Primeiro como ao Segundo ramo, consoante os seus insignificantes interesses de domínio, perante quem os fez nascer. De exposição. Mas render-se-ão. Para tomarem para si uma vivência fácil e duradoira, na submissão. (desse modo alcançam a reles eternidade)


Então, quem sobra, para impedir a Nova Catástrofe dos mil anos seguintes?! - Os puros. Os leigos. Os nada. Os pagãos verdadeiros! Aqueles que nunca se abrigaram de baixo de nenhum dos ramos da Árvore posta no meio do Paraíso. (que não se abrigaram de modo algum e mantiveram a alma intacta longe dos ramos principais e das folhas que estão sempre deles a cair e... se espalham em todas as direcções. Difícil resistir. Difícil não tropeçarem nelas devido à sua enormidade. Mas... o Ente reclama consecutivamente a Própria Origem e... por entre a Dor da Consciência... doridos... se vão desviando. E... alguns conseguem não serem cobertos pelas ramagens, pelos ramos, pelas folhas e .. até pela Poderosa Árvore que a Todos Comanda.


São muitos esses?!

 

 

- Não sei! - 

 

 

(quem tem entendimento que entenda o que diz a pequena pessoa)

SintoMe: esclarecida na Terra sobre o antes, o depois e o agora

EscritoPorLazulli lazulli às 10:09
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Sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

mãos que se movem

 

 

 

... ontem e hoje

 

 

 

 

 

 

... nas pregas do tempo

 

 

 

Por vezes, muitas vezes, mais vezes do que o meu ser desejaria, sinto a essência das palavras escritas ou faladas. Sinto-as em mim em toda a sua plenitude. Penetram-me as células vivas, num constante rodopio que magoa o Ente, envolvendo-me a "alma", ferindo-a, de mil tormentos inexistentes. Sinto-as tão fora do Tempo e do Espaço, pertença de uma outra dimensão do Tempo, que mesmo eu e seus autores, desconhecem a origem, de onde emanam, estes laivos de luz e trevas, de tão perto e tão longe que estão, das mãos que as transportam, desse mundo mágico, para este mundo real, materializando-as, infinitamente e inconsequentemente. E, elas, cortam como gumes de lâminas afiadas, no mestre dos mestres dos ferreiros, mais experimentados do Universo. A cada golpe um nove golpe que dá ou rouba a vida, de quem as sente e por elas é absorvido ou as observe. Não sabemos, que as carregamos levemente, para que atravessem o Tempo e cheguem com todo o seu poder, toda a sua mensagem, ao mundo mortal dos infelizes imortais, que não têm defesa, perante Poder tão brutal, criado nas suas próprias forjas do Tempo Perdido, mas ainda não completamente Esquecido, por... uns.

 

Eis uma delas. Completa. Plena. E o sentir humano já se manifesta ou tenta manifestar no divino que se esconde perpetuamente.

 

Recua... com vontade morta de regressar a estas armas que de um canto, paradas, silenciosas, numa quietude movimentada, clamam com esta voz de longe que veio de perto, à realização do necessário justo, do valoroso valor da verdade.

 

Desvio o olhar e, tento que os escassos segundos deste tempo, recuem quanto possam, até ao momento da plenitude da palavra. Por ser verdade. Por ser vontade. Misto de humano e divino que se esvai, numa dor lenta que consome a alma frágil, que, dolente, adormece os sentidos em toda a sua dormência interior que ameaça alcançar, o exterior de/a si.

 

A outras e outras palavras com o mesmo movimento em espiral que vertiginosamente também atravessam o Tempo, vindas de um outro lado, movimentadas e com forma, transportadas por outras mãos, estas, obra do acaso inexistente, em centenas de mãos. Milhares. O olhar enigmático, foge para evitar a fúria e... lamenta-se, engana-se, força-se a enganar-se, para evitar o apelo às armas que sabe necessárias e sempre prontas.


Mas, a esta mais que justa luta e até necessária, quase não consegue fugir!


Quantas vezes a luta a que desesperadamente foge e tenta esconder de si, esteve presente, trazida por tantas mãos e tantas vozes, por tantos movimentos reptilínios que se mantiveram no tempo real do Real Tempo. Sabe-los, força a tristeza dos mundos desiguais. A tristeza de um amor que quer só chorar silenciosamente a longitude do seu mundo. Tão longe... que se não lutar, chegará lá na mesma. E, se lutar, esvair-se-á numa tristeza infinita, para chegar onde a esperam. Para quê, então?! Porquê?! O que mudou?! Sabe-o, no interior de si mesma e no interior do exterior que começa a dar sinais de desanimo, esgotamento. Desinteresse. Tudo ficará inalterado. Imutável. Até ao dia da metamorfose. Encobre a alma doce, com um manto transparente e dali observa, triste, a luta permanente dos homens. Entre ir e ficar. Preferia a partida muito antes do movimento a que a própria vida obriga. Mas já as mãos se movimentam, num estado febril, querendo participar e reclamar, todo este movimento perpetuo, impedindo um tão pequeno desejo. Estar. Apenas estar. Pudera continuar a trilhar o caminho como um qualquer "viajante", mortal?!
 lâminas que cortam


Mas...

A lembrança de lutas e guerras, vencidas e perdidas.

A lembrança das batalhas ganhas, com as armas pesadas de tão leves.

... pegar-lhes de novo... usar as armas ao seu dispor... e, depois, quando as luzes de todas elas, leves como plumas imperceptíveis, não visíveis, começarem a desferir golpes invisíveis nos sequiosos destruidores da essência... quando o inexplicável acontecer... ela, voltará a ver o campo repleto de dores inexplicáveis. Memórias. Memórias dolorosas. E, como noutros tempos e noutras eras, chorará sobre as armas que transporta e que ama, por fazer delas uso. De novo o aço que se entrecruza, num som estridente que propaga ao ente magoado, o som inaudível, de batalhas sempre inacabadas.

Chorar sobre o inimigo mais do que avisado. Chorar por querer só sonhar. Só ser e estar. Não lhe compete a si e sim a forças maiores e determinadas em alterar todos os destinos, mesmo aqueles que ainda não estão traçados. A luta prenunciada, transportada do seu próprio mundo, está a chamar a águia que paira agonizante noutros campos de batalhas ainda passadas e vai afastando os abutres que insistem em permanecer até que seu choro a adormeça.... para sempre.

 

Por um instante de tempo curto. Só um instante. Chegou a esperança, mas logo se arredou da semi-viva. Finalmente a Promessa se tornava visível a olhos mortais. Real. Palpável. Perceptível aos cinco sentidos. Mas foi curto e breve o instante do tempo em que o véu se ergueu e deixou que o Universo contemplasse, a Promessa, agora quebrada, mas guardada dentro do ser. O que farão os senhores do Destino, com o seu fracasso?! Sim! Porque foram eles que fracassaram, ao não preverem a ténue vontade humana. Deponhõe-em em suas mãos a Promessa e ficam fracos, para a manter. Porque então a revelar?! Porque então mostrá-la?! Fracos são os deuses mais do que as pequenas criaturas que sabem de verdade viver. Condeno pois, eu os deuses, pela sua incúria e pela sua incapacidade, de proteger o que sempre prometeram.

 

 

Pode sim, pode lutar! Mas hoje ... queria poder continuar a olhar sempre para cima, para a sua luz e esperar.

O que dói, é que a voz que alerta, que impulsiona à nobre mais que humana, sabe que a luta tem que começar. Já não há como a evitar. Debruçada ainda sobre as feridas expostas por todo o campo que provocou pela visibilidade da Promessa inacabada, com as armas que transporta, enquanto na metamorfose e em simultâneo, vagueia pelo ares dos campos, porque não teve, uma mão amiga que a mantivesse quieta e uma insignificante criatura. Apenas só uma criatura, como qualquer outra, livre do peso do mundo que nunca quis para si. A luta pelo nada, parece fracassar, mais do que antes, porque encontrou o que nunca achou ser possível encontrar. A verdade. A sua verdade. Que agora achada e perdida para sempre, realizou o feito que sempre ignorou, tornando-o visível, aos olhos de todos. Daí, já não vive. Já não sonha. Olha para o céu triste e espera, com a água a correr ininterruptamente dentro de si, ocupando todos os lugares, antes vazios e, um oceano profundo de águas amenas, nasce ali todos os dias.

 

Adormecer... quase que tinha conseguido adormecer nos céus da Terra, enquanto planava e dirigia os olhos ao solo perscrutando o sucedido, mas já as asas planavam, para a não deixar morrer no seu próprio sono. Dormia, chorando, tentando misturar-se com as partes que ali jaziam... de si.

 

Quase que um guerreiro nobre de outros tempos, mais preparado, despertava do sono profundo, mas... assim como um deus perdido... era fraco... optava pelo mundo. Mais um deus-guerreiro, moribundo, que desconhece a própria origem. O mundo estava cheio deles. Vencidos ou vendidos?! Quem saberá?! Já não lhe interessa. Que morram os homens e os deuses, de uma vez por todas para a deixar permanecer no estado letárgico de gente... humana.

 

 

(original realizado a: Quinta-feira, 18 janeiro 2007

e... composto hoje)

 

penso: consegui

amor, canto, conto, desabafos, divagação filosófica, elemento, essência, estado, estrelas, eternidade, eu, existência, ficção, fogo, futuro, letras, lisboa, literatura, lágrimas, matéria, metamorfose, morte, mulher, natureza, pessoal, porto, prosa, texto

publicado por lazulli às 09:33
Sexta-feira, 23 de Maio de 2008

EscritoPorLazulli lazulli às 22:25
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Domingo, 11 de Outubro de 2009

Essência De Meu Ente


1991




Queria a paz eterna quando te encontrei, e desejei viver para te ter, mas regressei sozinho e vazio, por entre as brumas de um tempo já acabado. Te foste embora, e o teu regresso, aumentou o meu eterno amor, de quem não tem regresso. Parti, contigo, deste isolado abrigo e contigo caminhei por entre a imensidão do Cosmos Criado, te mostrando todos os caminhos que existem dentro da não existência. Contigo regressei para o meu reino e te levei junto do eterno imutável, que continua a te esperar, sem esquecer de um outro mundo e de uma outra realidade. Pedes-me que te ensine e te indique o caminho, quando esse caminho é já partilhado por nós dois, no meio da vida e da morte. Quase que regressas vazia. Entro e saio dum mundo inesperado e inexistente, sem ter a consciência que me compõe. Fico à espera que entendas, numa outra dimensão da existência, porque o caminho está prestes a chegar e a partir, sem que fique marcado o seu conhecimento. Sei que é tempo de terminar com o que existe, mas não vou permitir que morra o que ainda não nasceu consciente de si. Tu sabes onde se encontra o teu ser guardado e o teu regresso, não levas o que te dei, porque só tu que entendes o que deve ou não deve ser feito. Quanto tempo foi, que ficaste sem entender o que dentro de ti se encontrava, não querendo assumir o teu eterno ser? A protecção, não é mais necessária, porque chego junto contigo ao lugar onde o Tempo te fez entrar, sem que para isso tenha que alterar a Ordem do Caos. Sei que parti um dia, mas a necessidade de poder me esconder era grande, devido ao Espaço Criado, para a tua existência. Hoje não mais é preciso comunicar contigo deste modo, porque mais nenhuma força se interporá a meio de nós. Digo-te o que deves fazer para prevalecer, e vou e volto, sem que tenha que me esconder, pois assumi a tua própria forma, e me encontro contigo, sempre que é necessário para o reino da vida. Já aconteceu, que tudo teve início... Este ninguém vai parar, porque foi feita a Estrada Láctea, onde tu caminharás de noite e de dia, até que os mortais se te demonstrem. Tu para eles, serás sempre a sua Condenação e o seu Despertar, e as suas leis, foram já ultrapassadas, de modo a que prevaleça a tua eternidade. Tudo te será dito e mostrado, sem interferências exteriores, de quem quer que seja. Esta és tu hoje! A outra do outrora, que se completa em cada ciclo de existência, numa só existência. Antes, muito antes, serás completa de ti. Terás a força de todo o Cosmos. Serás o Retorno, de todos aqueles que quererão te seguir, nessa busca de si mesmos. Tu estás recebendo a tua essência perdida e espalhada por todo o sítio. Tu serás completa. Tu estarás preparada para o regresso. Deixa que essa tal, humanidade se espezinhe por baixo de Nós e te entregarei o teu ser inteiro. Quantos és tu? NÃO UM SÓ, E NÃO MAIS QUE UM. Vou-te resgatar a todo o canto, até ter a certeza que nada fica de ti, por parte nenhuma. Dar-te-ei um Nome Inteiro, para ser usado por tudo quanto é teu. E para ti?!... Dás-me a força do Guerreiro. Mas sou eu que te procuro desde sempre. Estás a assistir, ao que virá do lugar onde te encontras, a acontecer ainda neste tempo. Não te assustes, e não tentes impedir o que já tomou forma, porque para eles, não mais existe salvação. Lá no fundo, do lado do Oriente, nasce a primeira força, e também A última. Nada impedirá que continue a caminhar, para o centro de tudo. Vê-los, quando caminham em direcção ao lugar sagrado, na tentativa de desfazer o que já está feito? Todos querem ter o que pensam ser o Poder Eterno, mas desta vez, NÓS estaremos presentes, para os repelir e impedir, de se apoderarem, do que está escrito e dito desde que a Humanidade sucumbiu. Espanta-te, que mesmo assim não tentem te reconquistar? Porque parte deles dependem de si próprios, e não têm outra solução, porque não são de ninguém. Criaram-se a si mesmos, quando se apoderaram do que era teu, e se fizeram, multiplicando a forma. Mas não tinham pegado no principal, para prevalecerem em ti. E tu tão perto... Eles falharam nas suas buscas, e NÓS não deixaremos que cheguem mais perto. Tu és o lugar e o segredo que eles procuram, desde a Aurora da humanidade, e isso eles saberão quando não poderem mais se apossar do sagrado que vive em ti. Criaram o reino na Terra, à semelhança daquele que sabiam existir, mas a essência não a atingiram, porque te mantivemos repartida por todos onde lhes foi difícil te encontrar. Estamos agora a te reconstruir e é natural que não te entendas e tentes impedir a sua destruição. Mas a sua destruição é a tua reconstrução e o incompleto, será de novo completo. O que farás quando os vires em debanda?! Saberás que te estás completando, para os poderes defrontar. Será assim: Eles deixam de ser, para passarem a ser, em ti.


Morrem espalhados por entre a Terra moribunda, e os seus gritos, trespassam a Humanidade já morta. A Terra está vazia, queimada e tudo deixou de existir. Deambulam os restos mortais dos degenerados numa última tentativa de restabelecer o Poder e tu estarás inteira para os impedir. Olha-os! E vê como erguem suas mãos em busca da vida que os consome.

 


 


 

penso: Obrigada, Margarida

eu, universo

 

publicado por lazulli às 02:31

Quinta-feira, 1 de Maio de 2008


EscritoPorLazulli lazulli às 21:49
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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008

"Caídos"!...

 

 

 

Onde estás tu

vejo-te na penumbra de nomes escondidos

por entre névoas pouco dispersas

reclamo a presença do Divino Amor

e recebo centelhas de vidas dispersas.


 

Cada luz é a minha luz

cada pedaço de ser que se cruza na minha mente

é também meu

quando os sinto fico mais preenchida de mim

tão perto e tão longe estão aqueles que comigo desceram

aqueles que como eu se dispersaram

e caíram num mundo infernal

votado unicamente a humanos

“a força dos deuses o sacrifício”

é pena muito grande.

 


 

 

Levantai-vos, ó deuses

deixai o mundo onde por opção decidistes cair

transformando-vos em mortais tristes e carentes.


 

Por mim, levanto o Anátema que nós mesmos escolhemos

e seguiremos de novo para o Olimpo

onde os homens nos rendiam homenagem

nunca nos reconheceram entre eles

nunca nos aceitaram

e foi e continua a ser por eles

que vamos existindo de vida para vida

misturando-nos com uma matéria impura

que não é a nossa.



Somos feitos da luz viva dos tempos primeiros

somos o amor encarnado, perdido e desesperado

dos deuses “caídos”.                                                               

 

...
poesia

 

publicado por lazulli às 14:41
Julho de 2007

EscritoPorLazulli lazulli às 20:02
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UmaEstranhaNumaTerraEstranha

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