Quarta-feira, 6 de Setembro de 2017

Quando a Natureza fala mais Alto Que o Homem de Mal.... a "Civilização" Deixa De Existir Para Protecção dos Inocentes "Agmon"

 

 

SintoMe: horrorizada com o mundo

EscritoPorLazulli lazulli às 03:28
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Domingo, 21 de Agosto de 2016

... desisti

 

talvez porque deixei de acreditar

talvez porque não interesse mais

talvez porque seja o que o meu intimo mais quer

talvez porque tenha que ser

ou estivesse escrito em algum lugar

mas quero que fique registado

que deixei em silêncio de cumprir

o esperado.

AVozDosDeuses.jpg

 

 

 

(escrito 2008)


EscritoPorLazulli lazulli às 03:36
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Segunda-feira, 25 de Julho de 2016

A Grande Mãe IV

 

 

 

Lá fora, no espaço exterior que parecia correr à velocidade da luz, tudo continuava escuro. Só distantes pontos luminosos pareciam assinalar, como luzeiros, algum determinado caminho. Tudo era silêncio no compartimento abafado onde dormiam ou se remexiam esporadicamente milhares de formas de vida. O movimento semi reptilíneo, parecia silvos de cobras cuspideiras no encantamento das suas presas. Uma luminosidade amarelo brilhante inundava a chocadeira, de uma letargia constante. Em todas as prateleiras, suspensas, minúsculos ovos transparentes deixavam ver o desenvolvimento das crias. De quando em vez, um enorme sáurio espreitava pela película oval que envolvia todo o compartimento e dava uma olhadela acidental. E, indiferente para com o que os seus olhos amendoados viam através da película, enfastiado, voltava com enfado as costas e remexia num pequeno botão, introduzindo mais calor às formas de vida ali em formação. Depois, arrastava-se por entre películas e mais películas de paredes e mais paredes, até à presença de homens de carne e osso. Estes, altivos, seguros e arrogantes, nem pareciam dar conta da entrada dos vários sáurios que se iam aproximando, como se soubessem o que queriam ou lhes fosse indiferente a sua presença. Mas, não era verdade. A verdade, é que liam o minúsculo cérebro destes seus servidores e sabiam que na nave tudo continuava bem.

 

Tinham partido de Orion há muitos decrons já e também eles se sentiam fatigados com esta nova missão. Depor mais ovos na Terra. Irra, quando é que se fartariam de enviar sementes? Desta vez a missão era interferência, parecia que lá para onde iam as coisas estavam mal. Os humanos tinham-se desentendido e era preciso dar-lhes nova civilização, pois como animais viviam encurralados em buracos cavados dentro da terra e aos senhores era triste a sua semente não poder proliferar livremente e não ter como e por onde o fazer. Parece que estavam sujeitos a regras impostas pelos depositários.

 

- Os vasos tornaram-se exigentes! - Ouviu-se a voz dura de um louro atraente e devasso.

– Pery, sabes se o tempo nos será descontado no fim da missão? É que desta vez a missão pode bem ser demorada. Parece que a queda do homem foi grande. Dizem que ele e a sua companheira se separaram e elas os impedem de procriar daí a necessidade de novas sementes.

– Não sei. Mas lá demorado vai ser. Os homens perderam o interesse porque sabem que se enganaram e de um modo ou de outro, directa ou indirectamente, são os causadores do fim da sua civilização. Daí, não terem forças para conquistar ou se igualar às filhas da Terra.

– Bem o podes dizer, filhas da Terra. Se fossem filhas do céu, talvez tudo mudasse de figura. Além dos ovos que transportam as sementes, quantos viventes transportamos nós?
– Milhões! A catástrofe já decorreu há muito, mas a devastação foi grande. Precisamos equilibrar a natureza e restituir-lhe alguma força.
– Por mim, que a Terra acabasse e os viventes com ela. Estou cansado de viajar a salvar mundos que não são nossos.
– Estás enganado! Nós criamos ou provocamos o aparecimento de muitos destes mundos.

– Não sei para quê. Parece que em nenhum deles conseguimos criar uma raça digna de nós.

– Por isso mesmo, sua Senhoria insiste ainda nessa possibilidade. Daí, temos que nos contentar com as suas decisões e determinações.
– Tu que já lá estiveste, achas que vai ser difícil a implantação e renovação da nova raça entre eles?
– Não sei. Espero bem que não. Pois não quero ficar lá perdido para sempre.
– Pudera! - A sua gargalhada pareceu atravessar todas as membranas da nave que oscilaram ao toque do som que Percy havia provocado. - Viverias eternamente de vida em vida até que conseguíssemos encontrar-te no meio daqueles biliões inúteis.
– Não sejas sarcástico. Quando os conheceres vais verificar a tua mudança de opinião.
– Vou.....
– É, pelo menos no que se refere à companheira. E, pelos vistos, hoje a desequilibradora .
– Quem mandou fazê-la assim?!
– Não. Ela não foi criada, engendrada ou gerada.
– Então?!...
– Surpreende-te ... Mas apareceu pura e simplesmente. Ou melhor... Sempre lá esteve, desde o princípio
– Queres dizer que ela sempre existiu?!
– Pois, parece que sim.
– E, como não sabe disso ...
– Não sabe, nem vai saber nunca! Nós nos encarregaremos de a impedir.
– Parece bárbaro. É um ser inteligente. Um ser inteiro
– Assim parece ser. Mas, é melhor irmos comer. Está na hora de nos deliciarmos enquanto podemos. Tão cedo provaremos a similitude não a originalidade.
– A propósito , são muitos os novatos que embarcaram desta vez?
– Creio que sim
– Bem, apressemo-nos. Não vão eles também começarem a querer saber demais e anteciparem o já antecipado.
 

 

 

rectificação
livros

publicado por lazulli às 18:46
Segunda-feira, 11 de Junho de 2007
12 comentários

 

 

 


EscritoPorLazulli lazulli às 22:05
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Domingo, 3 de Abril de 2016

Mátria

 
 
Chora o duplo a Mátria-Mãe
lágrimas de fogo ardente
esvaem-se perdidas
no sangue derramado
infiltrado
 
das mesmas vidas
 
Olha em mágoa
incontida
a preferida
no topo do ermitério
 
perdida
 
Coberta de sangue inocente
está a Terra embebida
10 000 anos já se foram
e o usurpador 
continua a devastar
a essência humana
privilégio "maldito"
 
de poucos
 
No princípio
Pós chegada
Mataram e devastaram
Impérios reduzidos a pó e cinzas
Crenças inúteis para criaturas úteis
genuínas
Estátuas tombaram
Cabeças rolaram
Pedras empilharam-se pelos solos áridos 
Pouco sobrou do mundo antigo
Ancestralidade perdida
e novas vidas
 
Senhores e escravos
escravos e senhores
Regimes dogmáticos
imbuídos de políticas
Poder de fazer
leis absurdas
nos comandos do mundo
Vidas inocentes destruídas
As mesmas vidas
 
Um só deus desconhecido de todos
Ouro é seu melhor contributo
Promete um paraíso desconhecido
ao subjugado
ao seu poder único
incontestado
Divide-os por género
matando um deles
não para sempre
porque dele precisa
p'ra procriar
Mais escravos
O ouro deve continuar
Aterrados
pela perda da sua humanidade
heróis tombam de espada na mão
para evitar
vassalagem sem perdão
aos que aqui estão
 
Cabeças vergam-se à Terra
Agradecem as vidas miseráveis
Oferta de um deus desconhecido
vindo de longe
de muito longe
Por um sopro de ar
inútil
destroem a sua natureza
implantando natureza desconhecida
Erguem-se templos
precisos
 
2 000 se passaram
Muitas "leis" foram lançadas
A pobreza a miséria
É paga de ouro dado
A promessa era na morte
de um dia
Os senhores deuses
carrascos ao serviço do divino desconhecido
empanturram-se
de prazeres hediondos
desconhecidos dos humanos perdidos
submetidos
A conquista estava feita
A promessa a caminho
Realiza-se lenta
mas eficaz
Guerras e batalhas
grassam por toda a Terra
não toda
completamente conquistada
na "alma" ou no "corpo"
dos que ousam prevalecer
eles próprios
 
Era preciso mudar
Trazer algo de novo
ao povo
Os impérios não caíram
completamente
Ressurgiam imponentes
audazes eficazes
espalhavam-se pela Terra
numa mistura entre o antigo e o moderno
fazem perigar
o grande plano conquistador
de terra alheia
É preciso impedir o seu avanço
É preciso alterar o curso do mundo
que não verga
A humanidade tem a essência do cosmos
Algo que não é combatido
num só combate
São precisos muitos ardis
para sugar a essência não controlada
pelos predadores
Daí...
Outra ordem surge
Tão dúbia como a anterior
Afastando na aparência
os antigos "seguidores"
Mais eficaz
Mais poderosa
Com o amor
transformado em ódio
ao semelhante
A conquista já se alargou
ao canto superior da Terra
onde muitos se mantêm
gente
Mais impérios caiem por terra
Mais guerras e mais batalhas
Linhas territoriais
são conseguidas
Mais "leis" de amor feitas morte
Desta feita
Mais letras humanas surgem
do nada
Divinas
Mais do que o divino ausente
Nada de bom no bom
surge daqui
Inicia-se e rompe o mundo em esplendor
O amor
Segunda Vaga de luz
ao dispor
dos mesmos
Dor, sacrifício e sujeição
Tortura e morte
para os que aqui estão
 
Desta vez estendem-se mais longe
O oeste é seu limite
A terra fica negra de tanta morte
Aos heróis da Antiguidade
deram os guerreiros continuidade
Novas espadas travam novas batalhas
Novos mundos se criam
por persistência e teimosia
Duas forças se "criam"
Mas a mistura já foi feita
O antigo mistura-se com o moderno
4 000 anos já se foram
Na mente humana formatada
com o vírus orgânico
transmitido de boca em boca
Germina a semente
da serpente lançada
que não acaba
Quando todos a julgavam
já exterminada
 
 
Numa paz débil
A mente brilha
Ainda cancerígena
Lambendo ainda as feridas das fogueiras
A humanidade caminha
em esperança
Recupera o tempo perdido
E mostra seu esplendor e inteligência
A igualdade dos primeiros tempos
espalha-se como um Sol
Sacode a baba da cobra que os enrola
Estão perto do progresso devido 
Da verdade. justiça liberdade. 
Amizade entre irmãos
da mesma espécie
Prosperidade
Assim pensam eles
na sua ingenuidade humana
Mas a tocha que lhes trazem
é a mesma 
Só que não sabem
Nem supõem
que os pilares onde assentam
suas crenças
São falsos
Trazidos pelos mesmos
na sua luta contra a raça-humana
Sempre ocultos 
aos olhos de todos os crentes de sistemas perniciosos
ao vivente
A gente
 
O pérfido vingador
Rei e senhor de muitas guerras e batalhas
não se contenta
A terra prometida continua prometida
Do olho negro espreita
e solta a aliança aparentemente perdida
Ouro negro eclode do subsolo
A aliança mais uma vez se concretiza
Ouro riqueza desmedida
Salivam loucos de alegria
por beneficio tardio
Estavam preparados à muito tempo
cumprindo os preceitos malditos
Mereciam
Mereciam o ouro negro
esta legião negra na alma
zelosa do oculto
Chegara a sua vez
E o terceiro irmão rejubila de alegria
E avança ao mundo inteiro
Com dinheiro
Milhões lhe prestam vassalagem
Rodopiam esvaziando suas mentes
de humanidade
E volta a animalidade
dos desalmados
Sangue jorra e continua a jorrar
Ninguém vê
Por encobrimento dos mesmos
noutros locais
aguardam
na esperança encoberta
das areias do deserto longínquo
onde dorme
a Arca... "perdida" "roubada"
vinda de fora
Absorve-os
E ao mundo inteiro
O dinheiro
 
Ambiciosa escumalha
quer tomar parte
desta nova/velha
senhora que rasteja desde o Deserto
à 10 000 anos
Sai da arca e mostra-se
Bebe sangue
Sangue humano
A imortalidade
E... lá continua sua marcha
Dirige-se ao centro
A nova legião segue-a desde o deserto
Imbatível
A mesma linhagem está entre eles
Uns e outros são os mesmos de antes
Com nomes diferentes em vários locais da Terra
E seus crentes atacam-se entre si
Mas eles não morrem
Nunca morrem
Nunca a raça humana
viveu tal terror e desumanidade
 
Tal desigualdade
 
Aqueles que descansam na paz
são atacados
Por todos os lados sucumbem
Não acreditam
que veneram a cobra desde sempre
Que ela está prestes a completar o seu círculo imundo
de dominar o mundo.
 
Sobrarão os filhos da serpente
escondida
na Terra prometida
 
Quem salvará a humanidade?!
Quem lhes fará frente?!
Quem os expulsará da Terra que não é deles?!
Ninguém!
 
O mesmo pérfido predador
A mesma terra prometida
Aguarda a chegada
da prol já existente
A "alma" humana está contaminada
Por adorações bizarras
a deuses desconhecidos
Com feroz legião de adeptos
perseguem os perseguidos
A Terra
é a mesma
Quem a ocupa
Não!

amorc.jpg

 
A Mátria chora
na  Terra destruída 
a Preferida
SintoMe: triste por tanta mentira à humanidade
Palavras: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

EscritoPorLazulli lazulli às 19:58
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Segunda-feira, 21 de Março de 2016

O Perigoso Regresso Do Monotaísmo De à 5 000 anos

 

A Terceira e Última Vaga

 

Controle e Extermínio da Raça Humana

 

 

A Serpente Rastejou Por Entre a Poeira Do Deserto e Atingiu o Oásis à Milhares De Anos Cobiçado

 

A Sua Baba Espalhou-se Por Toda a Terra e Dirige-se Perigosamente ao Centro Onde Completará o Asfixiante Anel que a Todos Engolirá

 

O "Paraíso" Prometido Não à Raça-Humana Mas Aos Sáurios Encobertos Está Mesmo Ali, Onde a Verdade Dorme Escondida Dos Olhos Do Mundo. A Eternidade Ambicionada

 

Arranque-se-lhe a Cabeça Antes Que Seja Tarde Para a Humanidade!

serpente.gif

 

 

 

SintoMe: ... A Grande Mentira Das Três Religiões do Ocidente
Palavras: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

EscritoPorLazulli lazulli às 19:32
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Sexta-feira, 6 de Julho de 2012

Pântano

 

Agitam-se
as águas do Pântano
por um momento.
Por um momento,
adormece os sentidos
num torpor mágico
de encantamento,
deslumbrada
pelo mistério d'almas que se mostram.

 

 

 

Inconsciente,

insiste em atravessar descalça
as águas lodosas que se movem,
confiante
que consegue
ver o inexistente.
O que foi
e que não será mais.
o que era
Mas nunca chegará a ser.

 

 

 

Eram as palavras
e o seu constante bailado,
fruto de mentes diabólicas
que se expandiam sem pudôr
como predadoras d'almas
instantâneas.
Frenesim inquieto d'palavras
treinadas
onde a verdade nunca existe.
A ilusão
com intenção
É a mentira
descarada,
deslavada.


Queria a integração
nas s'vivências
no estender suave das suas mãos
nas águas tépidas
que aclaram à passagem de ventos suaves.
Mas, não consegue,
essa não é a sua natureza.



Movem-se lianas e abetos
quando o vento por eles passa.
Luzes escondidas
surgem acanhadas nas brumas do Pântano.



O voo do pássaro
permanece,
já não inseguro,
receoso,
pela Pradaria imensa
que por baixo dele se estende.

Mas pousar
o pássaro não pousa,
a sua natureza não lhe permite.

Tentar permanecer
em solo firme,
atormenta-o.
É pequeno
muito pequeno

o pequeno pássaro.

 

Quer sobrevoar a Pradaria sem medo
mas nela não quer ficar.


Afasta-se de si neste estar que não é seu
neste instante pendente de si
neste desencanto da s'alma
tenta encontrar uma razão para aqui estar

permanecer

ouvindo os sorrisos e sorrir.
Mas dois são os motivos

só por eles permanecerá
porque foi por eles
unicamente por eles que ficou.
Que iniciou a travessia
do Pântano sombrio da Pradaria.

Sorriu às almas que lhe sorriram
num gesto de agradecimento meigo e terno.
Retribuo-lhes o estender das suas mãos num gesto seu

de ser ela mesmo ela,

só dando e recolhendo deste modo unicamente seu

é digna dos seus sorrisos e do estender das suas mãos

como almas se se tocam e reconhecem do Antes Do Tudo Nada De Tudo.

 


Num instante tudo parecia possível ,

podia rodopiar alegre, dançar no ar, misturar-me com os elementos

pertencer e ali permanecer,

participar da vida de um Pântano profundo deste mundo.

Mas o desencanto magoa a alma que traz em si

não pode continuar

não sabe tentar

continuar pousada de lugar em lugar.

Não pode.

 

Sobra uma paz, uma certeza, um saber que a contenta.

Não é mais a vida no Pântano e do Pântano na Pradaria imensa que lhe provoca dor.

É ela que não pode ser o que não é

ao tentar ser igual às boas almas que ali estão.

Sabe a resposta que procurou

por isso pode ficar aqui a sorrir.

Mas não pode permanecer.

As almas sorriram-lhe por um momento mágico.
Nesse deslumbramento de si,
seu coração, alegre, quis ficar.
Permanecer por mais tempo

junto de quem amavelmente lhe sorriu.

Demorou a voltar,  mas voltou só.

Sem medo do Pântano da Pradaria distante.

Hoje ela sabe como saltar de plátano em plátano,

de liana e liana,

sem mais temer cair e afundar-se nas águas lodosas do Pântano maldito

que tanto a perturbou.

 

 

 

 

Hoje, suas mãos ágeis

elevam-se às lianas que lhe asseguram asas nos pés

e a fazem chegar e estar em local seguro

Na Sua Casa

a CasaDeCristal

A sua própria Alma,

onde só o Azul dos céus nela permanece e permanecerá

Intocável.

 

 

(Escrito à 4 anos e composto hoje para meu deleite e deleite de quem quiser permanecer por aqui)

 


EscritoPorLazulli lazulli às 10:18
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Segunda-feira, 25 de Junho de 2012

Balada Para Um Sorriso Roubado

 

 

 

 

Balada para um sorriso roubado

 

 


Ficaram as palavras proibidas

No principio do fogo do teu sangue

Que nas memórias do silêncio

Possesso rompeu a tua fúria

Ficou a chama rubra da tua alma

No limite dos teus gestos e dos teus sonhos

E da Terra ensopada de lágrimas

Romperam gritos sedentos de revolta.

E assim caiu, apenas, o teu corpo desnudado

E pagaste a tua amarga fome

Com a seiva madura da tua vida

Mas o vento traz o teu nome

Ao coração dos homens que aprenderam contigo

A voz eterna da liberdade.

 

Dedicado por Edu (apolo)

 

... escrito à 3/4 anos atrás... aqui aguardou, por este momento.

 

 

Exclusividade De/Para Os Que Me São Queridos

 

Inicio aqui a partilha da CasaDeCristal com os meus mais fieis amigos, com alguns textos de suas autorias, que me foram dirigidos . Por Amor a eles, espalhados que estão e sabendo que talvez nunca aqui os venham ler, é uma homenagem de gratidão, de quem sempre vos amou. Eu, a vossa eterna menina. Vós me entendereis se, alguns de vós por aqui passar. E, se a CasaDeCristal , estiver para permanecer, (não a consigo apagar) um dia, alguns de vós, ireis ler. Os que aqui não vier a colocar, ou porque os seus gestos, não passaram pelas palavras escritas, fica igualmente o meu amor por cada um de vós. Que continuará eterno. Com especial relevo a todos quanto estiveram presentes e activos, neste último ano. Em Amizade não existe gratidão, porque a palavra é intensa o suficiente para englobar todos os sentimentos. Mesmo assim, daqui, arrisco O Dr. J. A., Titj.., F'Alv.., P'Salvador., Baht.., N'Per..., Ani.... se esquecer algum nome, não é por esquecimento e sim por continuar gravado a Fogo a alma de cada um. Que a Felicidade contemple vossas vidas, estejam onde estiverem. Em mim, estareis sempre presentes. Daqui que, abrir uma excepção e algumas palavras vossas de um dia no tempo..... aqui vos farão homenagem, para que nunca a Palavra Esquecimento reine entre nós, aconteça o que acontecer ao e no mundo em que estamos. Assinalarei vossos nomes, sempre que os colocar na CasaDeCristal.

 

É uma tentativa de eu mesma me recuperar de algo que me aconteceu neste mundo estranho que eu não consegui evitar. e com o qual pela primeira vez não sei lidar.

 


Sei que passe o tempo que passar e aconteça o que acontecer, estarei sempre em vossas almas como vós na minha.

 


Apelo ao vosso entendimento e percebais que estou mais uma vez a tentar seguir Aquela minha Alma sem me interrogar, porquê. Não fiqueis grandes demais. É o meu pedido especial, a todos vós. Todos! - eu sei que Viseu esteve aqui. E, é o único, de que tenho conhecimento. (tinha. hoje sei que outros por aqui passaram. Pediram-me para eu reabrir a CasaDeCristal. Aqui estou, de novo, a tentar que Ela permaneça.

 

A CasaDeCristal é também pertença vossa e de todos quanto quiserem, se as palavras de algum modo, lhes fizer bem.

 

Agradeço o Vosso eterno silêncio, mesmo aqui vindo. E peço autorização a todos aqueles que vier aqui a expressar os vossos escritos. São tão dignos da Casade cristal como os meus. Tenho necessidade de vos ter aqui presentes deste modo.

 


Preciso fazer isto. Preciso desprender de mim esta estranha dor que este estranho mundo me provocou.

 


Inicio consigo Edu (Apolo) talvez para me redimir deste meu silêncio demasiado prolongado. Eu sei. Eu sei que o poderia fazer de um outro modo, mas, foi este que minh'Alma escolheu.

 


Sabe a única coisa neste mundo de ninguém que poderia me perturbar, não sabe?! Que poderia elevar-me no éter ou afundar a minha alma de vez?! Melhor que ninguém, você sabe.... é esse o nome. Talvez tivesse razão quando há tempos atrás me disse, que não podia ser. Não sei meu amigo. Hoje deixei de saber. A única coisa que sobra é uma dor demasiado profunda.

 


Pois é meu querido e amado amigo. Se não pode então esse será um nome maldito. Quero que me olhe e veja. Você pode sentir-me. Sei que deveria estar mais tempo do seu lado. Mas hoje não sou mais capaz de estar do lado de ninguém. Um mar imenso de uma dor estranha e inexplicável preencheu todo o meu ente. Não consigo sair. Poderia ter-lhe pedido ajuda ou a outros e não o fiz. (já fiz) E, não estou a fazer. Preciso livrar-me disto sozinha. Preciso.


Peço-lhe agora autorização para expor o que um dia  (me)escreveu. E peço aos deuses que me abandonaram depois de comigo terem brincado que pelo menos nisto cumpram o seu dever.

 
E como disse: 2 nada e ninguém me retiraria de si". E, não retirou. Nem de ninguém. Mas... preencheu-me de tal dor que... Libertei-me?! Não sei. Não vejo NADA para além de mim. Há distância, nem a penumbra preenche mais os ares. Digamos que.... Estou Suspença e regresso aqui na Esperança de regressar a mim a Escrita.... que... parece ter perdido.


Abro assim esta centelha de Luz sobre a Minha CasaDe Cristais Azuis, com um Poema seu. Não o escolhi, veio à mão. Pelo menos isso ainda não perdi:

 

 


EscritoPorLazulli lazulli às 16:33
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Quarta-feira, 10 de Março de 2010

Utilização Indevida de Textos da CasaDeCristal

O Blog  http://blog.clickgratis.com.br/saraonyra, tem publicado um Poema da CasaDeCristal e de minha autoria, em duas páginas, onde numa delas é utilizado o poema como "Chamariz" para um convite de algo que não percebi. - portanto publicidade.

 

Dei conta desta ocorrência acidentalmente e fiquei bastante perturbada. Indignada. Enfim, completamente irritada com o Abuso dos Direitos Autorais.

 

Não concebo a ideia ou aceito que seja quem for utilize o que não lhe pertença e ainda por cima não exemplificando bem que o que utilizou não é de sua autoria e sim da autoria de outra pessoa.

 

Tomei já algumas medidas. Mas, mesmo assim, para que tal não volte a acontecer, achei por bem escrever um AVISO mais claro a quem pertender Usurpar os meus escritos.

 

Só peço perdão às pessoas de Boa Índole, pela minha "agressividade" perante este facto ou nova descoberta. Mas, evidentemente não é para essas que estou a escrever isto. E, sim para quem circula por aí à cata de ALGO que os torne credíveis.

 

Infelizmente vivemos num mundo onde muita gente se faz passar pelos outros. Muita gente sem escrúpulos de espécie alguma. Normalmente apresentam uma faceta de "beleza" com imagens ou escritos, que não correspondem à sua própria pessoa. Usando e abusando da Boa Fé dos outros ou daqueles que realmente falam com alma.

 

 

Incapacitados de o fazer e para tentar chamar sobre si mesmos o maior número de atenções, evidentemente, que se vão valendo com o que vão encontrando, que lhes pode possibilitar apresentar uma "alma" que realmente não têm.

 

E aqui os lezados, são sempre aqueles desprevenidos que têm algo que atrai a cobiça de um mau carácter.

 

Como se não existisse lei (e se calhar até têm razão) vão surripiando habilidosamente aquilo que não lhes pertence.

 

A net é propícia a isso. Já tinha ouvido falar. Parece que chegou a minha vez de sentir esta impotência e este amargo de alma. Acho que estou com raiva. Raiva pelo Descaramento. Pela ousadia. Pela Despudor.

 

Não. Não sou, jamais fui egoista. Tudo o que tenho Dou. Na vida sempre foi assim. E, não deixarei de ser. Dou-me gratuitamente. Muito de mim. Tudo até. É uma verdade a que nunca consegui fugir. Uma Natureza própria. Podem até roubar-me, que eu nada farei ou sentirei.

 

Mas... quando toca em mexerem indevidamente nas minhas palavras, aí... eu não respondo por mim. É mágoa a mais o que me fazem sentir. E por muitas razões que não vou poder explicar. Mas, os que têm acompanhado a sério a CasaDeCristal, com certeza entenderão o que sinto neste momento.

 

Mas, resumo numa palavra simples: O que eu escrevo, para mim é SAGRADO. Tão Sagrado, que eu não concebo que seja utilizado para outros fins.

 

Não quero os meus textos fora desta Casa. Não quero!

 

Expus o meu sentir. A minha Alma. Muita coisa aos olhos de quem quis. Fi-lo de livre e espomtanea vontade. Fi-lo até por AMOR. E, muito me custou manter a CasaDeCristal. Fazê-la sobreviver. - Mas não foi para virem aqui, como se a CasaDeCristal, fosse terra de ninguém e pegássem, assim sem mais nem menos. Não! Isto tem um rosto. Uma pessoa. Um ser humano. Não é VIRTUAL! Eu existo! E a CasaDeCristal existe porque eu existo. Porque se não existisse, a CasaDeCristal não existiria. Portanto desengane-se quem julga que isto é terra-de-ninguém.

 

Foi uma luta muito dificil. "afastei-me" temporariamente de uma ou duas pessoas, que sem o saberem ainda, foram responsáveis por eu ainda aqui estar. Por elas e pelo seu carinho e dedicação a mim, completamente desinteressada, a CasaDeCristal está viva.

(por falar não me esqueci - lembro todos os dias das duas pessoas que em muito contribuiram para eu regressar a mim. Z e A) falarei com vocês na altura certa. Obrigada por tudo.

 

Agora que eu tentava escrever. Tentava reaprender a escrever e mantinha a CasaDeCristal neste impasse. ... Eis que a Surpresa mais Desagradável que tive, surge-me perante os olhos, no Blog  http://blog.clickgratis.com.br/saraonyra.

 

Estou revoltade. Nem consegui dormir direito. Inscrevi-me. Denunciei junto das pessoas competentes o Blog. Enviei mails. Mas para mim não chega para me acalmar.

 

Eu quero o que é meu devolta. Quero os meus escritos de volta ao seu habitat natural. É daqui que eles são. É aqui que eles pertencem.

 

Fora do seu contexto. Fora da sua casa. Perdem a Vida que tranportam. Por isso eu os quero aqui.

 

Tanto é, que, num comentário inocente, no dito blog as minhas palavras foram completamente perdidas do seu verdadeiro valor.

 

Por outro lado, apesar do link numa das páginas, porque numa outra, a da publicidade, nem link tem, isso não esclarece devidamente quem ler. Tanto não esclarece que o comentário inocente de uma comentadora, assim o demonstra.

 

Não chega o link para deixar claro que aquele texto não é da Dona desse Blog. Muito pelo contrário. Facilmente qualquer um pode eventualmente pensar que a Dona de um Blog é a Dona do outro Blog.

 

Sinto-me duplamente atingida. Eu não quero e não gosto de me passar pelos outros. E não o faço. Mas também não quero que os outros se façam passar por mim. Não o vou permitir.

 

Só espero que este incidente seja isolado. Acidental e único.

 

Daí escrever isto tudo.

 

Cedi em tempos um Poema meu a um Blog. A sua Autora (correctissima) veio aqui pedir-me. Apesar de ter muito zelo pelos meus escritos, sedi-lho de Boa Vontade. Aindfa hoje está no seu Blog.

 

Mas eis aqui a diferença entre uma pessoa séria e uma pessoa nada séria.

 

A pessoa que me pediu autorização que eu concedi, além de cumprir com as Regras dos Direitos Autorais, devidamente expresos do lado direito da CasaDeCristal, Pedindo-me autorização para o fazer, ainda no seu blog, cla<ramente, além do link que direcciona para aqui, diz quem é a autora do Poema: lazulli.

 

Pois esta senhora, não cumpriu com as Regras dos Direitos Autorais, pois não só não me informou como ignorou os Direitos aqui escritos e usou o que escrevo, permitindo largas à imaginação de quem quisesse ou inocentemente me viesse a confundir com ela.

 

Eu sou inconfundivel. Todos nós quando somos nós mesmos somos inconfundíveis.

 

Apesar do grande erro que comete, não assina-la devidamente a diferença. Com excesso de confiança do seu acto, num outro post o da publicidade, para levar as pessoas a um encontro qualquer, nem link, nem nada. fica logo a cima do convite em letra miuda. (até parecia as letras dos contratos de seguros.

 

Pois bem, perante tudo isto, o meu primeiro uimpulso era o de vir ocultar a CasaDecristal aos olhos de todos. Depois, ouvi alguém e... talvez não. Não é deste modo que combatemos os maus carácteres do mundo.

 

Daí estar a escrever tudo isto. Eu ... ainda não sei bem. Mas... quita não vou ficar. De modo algum.

 

Para terminar (se alguém teve paciência de ler toda a minha revolta e desabafo, quero Informar que a grande parte da CasaDeCristal além de estar protegida pelas regras da web (só espero que elas funcionem) vamos ver: Também está protegida pos Direitos Autorais Na IGAC - O Pequeno Poema que foi retirado daqui faz parte de um livro "Vestígios Longínquos" Registado na Sociedade - Do conhecimento que tenho, estarão protegidos os escritos durante 70 Anos. - não podem ser utilizados por ninguém a não ser que eu autoriza a sua Publicação.

 

Ora neste caso não Autorizei nem tão pouco fui informada (agora só espero que a senhora, além de pedir desculpa (se não teve más intenções) retire os meus textos do seu blog.

 

 

Finalizando:

 

Toda e qualquer pessoa que por qualquer razão quiser utilizar o que eu escrevo, deve ter em atenção os Avisos do Blog CasaDeCristal sobre Direiktos Autorais. Se for muito importante para ela, agradeço muito que me contacte antes de tomar este tipo de iniciativa. Não sou tenhosa. Sei ser compreensiva. Mas, tudo de um modo correcto

 

Obrigada a Todos quanto leram

Aceito sobre este assunto qualquer ajuda ou Esclarecimento, que me queiram ou possam dar.

 

Despeço-me ... triste

 

 

(Ao terminar esta explicação/desabafo, recebi a resposta da Administração daquele serviço. E, respiro de alivio neste instante. Foram Rápidos e eficientes. Enviei-lhes o que me pediram e aguardo agora a resolução deste desagradável incidente. Que estou certa, com base no que me escreveram que irão resolver o problema. Sinto-me grata e confiante. E agradeço à séria Administração daquele servilço. Afinal, a NET tem Regras. Afinal a Net tem leis) nem tudo está perdido.)

 

Só voltarei a falar do assunto para agradecer (assim o espero) è Informar da Resolução do problema. Fico melhor.

 

O meu Obrigada, a Todos

 

lazulli

 


EscritoPorLazulli lazulli às 00:35
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Domingo, 21 de Fevereiro de 2010

Humanidade Escravizada (XXXIII)




Muitas e muitas vezes criticamos vil e ferozmente um outro ser que sofre como nós as agruras da vida. Como temos sido idiotas e imbecis. Transformaram-nos em monstros e nós deixamos, comparticipamos e partilhamos, somos realmente o que eles dizem, povo, leigos, incapazes de nos gerir sozinhos. Mas os que nos gerem e que fazem as leis morais e materiais, que dizem que nós temos que cumprir, são melhores que nós? É que, neste seu mundo perfeito, cheio de agonia e prisão, com as suas leis feitas para carrascos e não para o verdadeiro homem - que é aquele que sente e ama -, foram muitos os massacres que fizeram e continuam a fazer ao longo de todos estes anos de História obscura, onde tudo se perde e à qual muito poucos têm acesso. E os privilegiados que detêm este Poder entre mãos, continuam a fazer deste emaranhado de mentiras históricas um nevoeiro impenetrável para quem ainda pretende que se rompa as trevas e se faça luz de verdade sobre a humanidade. Mas o Plano, ou melhor, o Grande Plano, é mesmo grande e todas as portas estão fechadas ao entendimento. Mas não estão fechadas por suposta intervenção divina e sim por mortais comuns que querem deixar de sê-lo. Pelo menos enquanto por aqui conseguirem andar. Assim, o conhecimento continuará a ser pertença de meia dúzia, que continuará a comandar os destinos da humanidade e nenhuma força cósmica terá poder para desfazer o que já está feito e continua a ser tecido em antros secretos do conhecimento. E o conhecimento continuará a servir o que nunca deveria ter servido: O Poder. Abriram-se as portas da verdade, mas só lá entrou quem pôde não por direito universal, mas por direito galáctico ou terráqueo. Quem são estes senhores da Terra e dos homens que ousam mentir tornando este mundo no seu mundo, que fazem leis que todos temos que cumprir, gostemos ou não gostemos delas e nos impedem de sermos nós próprios? Aparentemente, foram feitos do mesmo material biológico que nós. A sua origem na Terra também parece ser a mesma mas, os seus actos são inumanos e irracionais. Indiferentes em relação ao seu semelhante, faz pensar se sob esta capa de aparentes mortais não se esconderá uma outra raça (e até talvez de um outro mundo) que possa estar entre nós desde há pouco ou muito tempo ou talvez mesmo, desde sempre. Cruzámo-nos com eles diariamente e vemo-los Senhores do Mundo, com pactos intermináveis de Poder, para manter secreto o que nunca deveria ter sido: A Origem e o Destino do Homem. E eu continuo a investigar pobremente a verdade, sem tempo e meios para a fazer aparecer. Como provar tudo isto? Como mostrar claramente a verdade? E quem estaria interessado em saber quem são, de onde vieram aqueles que nos escravizam e há quanto tempo estão eles entre nós? É irrelevante para eles o que eu sei, o que eu penso e o que eu sinto. Eles sabem que não é de modo algum suficiente para pôr os outros a pensar e a procurar. Por isso o seu Plano, comigo, nunca estará em perigo. Embora ainda queira acreditar que a verdade é una e única, por enquanto a única verdade de que tenho a certeza é que tudo isto é uma grande mentira. Uma mentira tão grande quanto o mundo.

 

 

SintoMe: na Força Da Natureza

EscritoPorLazulli lazulli às 10:19
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Segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

máscara mil


 

 

Diz-me a vontade para continuar

A verdade diz-me não valer

a pena

O mundo diz-me que tudo está para acontecer

Eu digo

Não sei o que fazer.

 

 

 

 

Depois de vaguear sem rumo certo

À deriva

Por caminhos possíveis de percorrer

A verdade procurada chega numa frase curta

Inesperada.

 

O cair

Da máscara.

 

Livre de fantasmas inúteis

Sem sentido

Interrogo o tempo perdido.

 

Questiono agora a vontade e o valor

Já que não existe necessidade

Desta verdade.

 

Tudo seria fácil e simples

Por vontade nobre

Se ela existisse

Mas a máscara

Oculta O Pérfido

Uma dissimulação de nobreza

Descoberta.

 

Coisa assim

Não tinha como impedir

A CasaDeCristal existir

E o Oculto Revelado

Surge inesperado

À alma de todos os tormentos

Provocados

Numa máscara

Mil.

 

Se a máscara não existisse

A CasaDeCristal

Ter-se-ia mantido ou desaparecido

Ou mesmo

Nunca teria existido.

 

Para sempre oculta a todos os olhares

A todos os sentidos

Segredo dela

Do universo que os escreveu

Junto com ela

Numa indescritível sintonia de Amor

De presença eterna

Amor verdadeiro.

 

Por maldição ou ingenuidade

Ou por desconhecimento

da existência de máscaras

Vacilou com tudo

Todos

Perigou o mundo à sua volta

Sem vontade própria

Mergulhou no limbo profundo

Deambulou cega

Fugiu da luz

Nas trevas mergulhada

Por castigo da sua não-culpa

Tinha que encontrar

O caminho de regresso

E encontrou

No fim dele

A máscara mil.

 

O Universo chora

Chorará o homem

O Universo

Enganado.

 

Como lidar com o Sentido

Que não é sentido

Como lidar com o Saber

Que nada é

o que parece ser

Como perceber se vale a pena

depois de Nada valer a pena

Como entender.

 

Resposta rápida a mim espero

Se sem valor ou interesse

posso e devo continuar

a dar forma ao meu pensar

E com ele

Olhar as letras azuis

e ficar tristemente feliz

por me ver

em todas elas

Apesar de não existir mais razão para existirem

ou não existirem

Não e Sim

Sim e não

Daria a sua anulação.

 

Mas deixaria a minha alma de existir

Ou o meu ente

O meu ser

A minha genuína verdade

O meu entendimento

do mundo e das coisas do mundo

ou de mim mesma?!

Não! Continuará

a ser imutável

Manifestado ou não

Continuará a existir

enquanto da existência fizer parte

Por isso

Talvez

Continuar a dar forma à minha própria alma

e aqui a deixar pousar

Apesar de saber

de nada mais importar.

 

Viro o rosto oculto pelo rosto que me cobre o rosto

e olho o indecifrável Passado

Viro-o de novo na direcção do Futuro

Mais do que indecifrável

Vejo-o vago

Olho o Presente

O eterno Presente de tudo quanto É

E sinto mágoa

Apatia

Ausência minha

que unifica o Passado e o Futuro

num só Presente.

 


EscritoPorLazulli lazulli às 10:59
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Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

CasaDeCristal

 



A CasaDeCristal, irá encerrar




Quero, deste modo, agradecer a todos aqueles que aqui estiveram, tanto a quem unicamente permaneceu, assim como ao carinho, demonstrado por quem aqui falou.


Por consideração a Todos Vós e pedindo humildemente as minhas mais sinceras desculpas e o meu mais humilde perdão (isto custa), encerrarei lentamente de modo a dar oportunidade ainda a quem quiser, poder ler uma ou outra coisa, que não tenha tido oportunidade.


Não me sinto bem ao fazer isto, a partir do momento que iniciei algo a que não estou capaz de dar continuidade e creio, que muitos não merecerão que eu o faça. Mas... a verdade mesmo, é que eu não acredito neste "mundo".



Perdoem-me todos vocês!



Contudo, porque não tenho coragem para a destruir definitivamente (e isto graças ao número de pessoas que por aqui passou e também porque seria como destruir a minha própria alma) foi feita uma cópia de Toda a CasaDeCristal. Ficará guardada. Para sempre ou talvez não, quem sabe? Acontecem sempre tantas coisas... talvez venham a ser boas suficientes para eu voltar a acreditar. Hoje, não acredito.




O meu obrigada a Todos sem exepção!



Deixo o meu mail, disponibilizando-o para quem por alguma razão me quiser perguntar alguma coisa relacionada com o Conteudo da CasaDeCristal.


(Isto é difícil fazer. Mas tem que ser).



Quero informar que não abrirei nenhum Blog, de nenhuma espécie a partir daqui. Não sou blogueira. (acho que é assim que se diz) e, muito menos entendida neste tipo de coisas e também nunca foi esse o meu objectivo. Não sou escritora nem pretendo sê-lo, nunca, porque se assim fosse, com relativa facilidade colocaria o que escrevo no mercado. Nunca o quis fazer. Não concebo tal. Nunca concebi. Porque ganhar dinheiro ou ser mais ou menos conhecida, pelo meu sentir é algo que repudio. Aceito, compreendo e será justo, que muitos o façam e tenham valor para isso. Mas não é de todo o meu caso. Talvez seja presunçosa e tenha a mania que sou diferente. Mas, é assim que sou e é assim que penso e é assim que continuarei a ser. Deixo tanta coisa incompleta, aqui... doi-me fazer isto, só de pensar que alguém poderia estar a ler com algum interesse. E neste caso, mesmo que por um único que seja, guardo a CasaDeCristal com todo o Amor que lhe tenho e acima possibilitei o meu mail, para algum esclarecimento, que eventualmente, uma ou outra pessoa, julgue necessário. Sou apenas uma pessoa que diz o que sabe e o que sente e vá-se lá saber porquê, um dia resolveu partilhar com os outros. Talvez porque acreditasse, não sei bem em quê. Minto, sei! Mas não acredito mais.

 


E para eu fazer seja o que for eu tenho que acreditar que vale a pena, de contrário recolho-me à minha insignificancia.


Um beijo com Carinho

Sempre

Da


(lazulli)


cristallazulli@hotmail.com

 

 

Nota: quanto à História da Humanidade e à VozDoSangue, ainda não decidi se permanecerão ou não. Se vier a decidir, fechá-los, como à CasaDeCristal, farei um pequeno comunicado.

 

 

Bem Hajam!

 

lazulli

 

 

2007, alma, amor, canto, contos, deus, divagação filosófica, dogmas, essência, eu, existência, ficção, justiça, letras, livros, lágrimas, nação, palavra, pensamentos, pessoal, poesia, porto, portugal, tempo, tristeza, universo, verdade, águas mil

 

publicado por lazulli às 18:00

quarta-feira, 6 de Agosto de 2008

 

NOTA de hoje: Coincidência ou não, este texto, colocado à um ano atrás, vem ao encontro do que sinto no momento. Talvez por outras razões ou as mesmas. Não sei bem. Mas, para não me precipitar, hoje não digo que vou encerrar a CasaDeCristal e sim mantê-la SuspensaNoTempo. Depois se verá. Colocarei mais uma coisa ou outra, já feita, só para a poder completar, na sua fase anterior. Depois... depois... aqui ficará. Obrigada a Todos. (Isto pode não ser um parar definitivo.) às vezes sofro de falta de acreditar, que vale a pena. Interrogo-me porquê. Porque iniciei eu uma exposição que nunca quis. eu mesma, ainda não entendo. E, enquanto não entender porquê, os altos e baixos, do meu estado emocional com a minha CasaDeCristal, sempre existirão. Por essa razão, pelo menos porenquanto é melhor parar um pouco. Bem Haja a Todos


EscritoPorLazulli lazulli às 23:42
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Sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

"São lágrimas, senhor, são lágrimas"

 

 

 

 

Observando

 

as mãos

 

molhadas

 

vazias de nada

 

onde tinham nascido

 

todas as ilusões

 

esperanças vãs

 

quimeras

 

desnecessárias

 

Nadas!

 

 

 

 

 

De olhos fixos

 

no além

 

distante

 

dita

 

sua voz

 

a sentença

 

pela perda

 

inocente

 

da

 

existência

 

por Promessa

 

inacabada

 

incompleta

 

Não Cumprida!

 

 

 

 

Perdoo-te

 

senhor

 

amado meu

 

quando chegar o dia

 

em que perdoardes a vós mesmo

 

a traição que me fizesteis

 

sabendo vós

 

tão bem de mim

 

e mesmo assim

 

impune ficais

 

por vossos actos

 

indiferentes

 

ao dano que provocasteis

 

imenso

 

tanto

 

que as águas deste mundo

 

não comportam em si

 

tanta dor

 

por existir.

 

 

 

 

Correi agora

 

mais veloz que o Vento

 

e

 

parai as águas do meu mundo

 

que serão mais eternas

 

que a eternidade

 

que nos Separou

 

dividiu

 

Estilhaçou.

 

 

 

 

Procurai

 

nas dobras do Tempo

 

Percorrei

 

todos os Espaços

 

ide em Demanda

 

até me encontrardes de novo

 

porque eu

 

eu tenho que partir novamente

 

para o lugar

 

de onde vim

 


 

... mesmo dali!

 

FIM

 

"senhora das mãos de prata mergulhai vossas mãos no mar de cristais que não esqueceis e amais até que o Espaço se comprima e o Tempo se extinga e trazei nelas se ainda puderdes as vestes e a espada que amais e jamais dela vos separeis para que nunca mais vos esqueceis de quem sois e do que representais para todos nós.VossoInfinito"

 

 

alma, amor, canto, elemento, essência, estado, estrelas, eternidade, eu, existência, justiça, literatura, lágrimas, metamorfose, natureza, pensamento, poema, poemas, poesia, porto, tristeza, verdade

publicado por lazulli às 16:36

 

 

 


EscritoPorLazulli lazulli às 15:16
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Quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Humanidade Escravizada (XXXII)

 O universo não contém uma só lei

 

 

 



Desde muito antes do Homem e da própria Terra, existem poderes bem maiores e elevados que querer comparar a vossa história com a história Universal é de uma ousadia infinitamente ridícula nos «anais» de todo o Cosmos, esteja ele misturado ou separado. Tudo existia antes, menos esta insignificância (religiosa) com um valor tão grande. Quando vos dirigis a Deus, todo o ­Universo se ri de desprezo pela vossa ousadia tão vil e mesquinha, tão inqualificável. Sois demasiado pequenos para caber no pensamento de Deus ou demasiado grandes para se lhe comparar.
Embora continueis a procurar a pedra filosofal (a essência do Ser perdido), estais já há biliões e biliões de anos sem ela. E não a tereis nunca! Nunca a encontrareis! Aproveitai o saber dos poucos que vos abriram as portas para o conhecimento (cientistas, filósofos, pensadores, músicos, escritores, etc...) e aproveitai bem o seu esforço e coragem para poder chegar até vós a verdade. Porque até ao momento, todos eles, de um ou de outro modo, vos abriram as portas da vossa ganância com a sua sabedoria, porque a luz da Verdade ofuscou-vos e dela só tivestes uma ténue percepção. De qualquer modo, ela não vos será nunca suficiente para serdes deuses – o que tanto ambicionais! nem tão pouco deuses deste ­Mundo. Caminhais num sentido reverso à Verdade e Justiça Universal e o caminho que percorrestes até aqui é já muito longo e nunca é desfeito o que foi feito. Nos "anais" do Universo, todos vós constais como assassinos hediondos do Ser; e nada nem ninguém vos poupará, assim como vós não poupais os indefesos que todos os dias são atingidos pelas vossas leis ridículas e sem sentido, em todas as directrizes da vida e da própria existência. As vossas leis estão gastas, limitadas e corruptas. Mas a Lei, essa Lei de que só conheceis a palavra e não o conteúdo, essa não atingireis, porque essa é a Lei que vos espera nos confins do Universo.
Claro que para todos vós, que só conheceis as leis que fizestes à vossa própria medida, é inconcebível que assim seja. E, no vosso insignificante mundo, quem sou eu para poder dizer que assim será? Os representantes de Deus sois todos vós, não eu; e o que ligardes e desligardes na Terra, será ligado e desligado em simultâneo no céu. Sois os ministros de Deus, com autoridade legítima, dada por Deus até para perdoardes todo aquele que se ajoelha diante de vós, no intuito de obter o perdão para os «crimes» que cometeu com o seu semelhante. Pelos vistos sois vós que podeis fazer tudo isto e muito mais. Parece não intrigar ninguém o facto de que se não recebessem um centavo para ­«darem» o dito perdão de Deus, não perdoariam ninguém. Tenho a certeza que não concederiam o reino de Deus a ninguém nem tão pouco seriam seus servidores. Neste mundo, os serviços prestados pagam-se bem. Porque este serviço seria diferente dos outros serviços? O confessor também é um trabalhador, por isso mesmo tem que se pagar pelo trabalho prestado. Assim sendo ele não está errado. Limita-se a receber o seu salário. Mas dizer que perdoa todo aquele que busca o perdão, em nome de Deus? O que é isto?! Onde está isso escrito? E se está, quem escreveu tal coisa? Será que foram os doutores da Igreja? Se foram, a sua arrogância não tem limites ao querer equiparar-se a Deus. Nem o seu próprio Deus respeitam, ao decidirem do perdão ou não, dos assustados pecadores, que a única coisa que pretendem é ficar com a consciência tranquila. Isto é: «Já me confessei, já fui perdoado e me penitenciei quando rezei Três Pais Nossos e duas Avé-Marias e tive direito à óstia sagrada que me limpou de todos os pecados. Se amanhã voltar a cair, volto ao confessor e ele volta a absolver-me e, assim, quando morrer, tenho a certeza que vou para o céu porque os meus «crimes» já foram todos perdoados». Estão todos enganados. Que Justiça seria a deste Deus se fosse tão deficiente como a dos Homens? Tantos milhares... tantos... a acreditar nas infames leis da Igreja, como se estas fossem de Deus. Como se não houvesse diferença entre Deus/Igreja e Igreja/Deus. No entanto, não seria difícil para ninguém avaliar esta irracionalidade que nos impingem ousadamente e sem temor algum a Deus. Um Estado dentro de um Estado, justificando o seu modo de vida com métodos que passam por manter o temor dos homens e ainda atribuindo a Deus todos os seus actos. Desavergonhados e ignóbeis, ainda se atrevem a dizer que o representam. É incrível como se continua a abusar do nome de Deus desta maneira. Se a marca da «besta» existe, não é difícil para ninguém encontrar-lhe o rastro, só precisam procurar as possíveis marcas na fronte e na mão de qualquer mortal. Parafraseando o Apocalipse, contido no Novo Testamento:

13, 15.18 "Foi-lhe permitido dar espírito à imagem da besta, de modo que até falasse, e de fazer com que morressem quantos não adorassem a imagem da besta. Obtêm de todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, que se façam uma marca na mão direita ou na fronte, de tal maneira que ninguém possa comprar ou vender senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui é questão de inteligência. Quem tem conhecimento calcule o número da besta; é, de facto, número de um homem: o seu número é 666."

22, 3.5 "Não haverá mais coisa alguma sujeita à maldição. Estará nela, ao invés, o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos prestar-lhe-ão culto; verão a sua face, e o seu nome estará escrito nas frontes deles. Não haverá mais noite, nem terão necessidade da luz de lâmpada nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles e reinarão por todos os séculos".

20, 4 "Vi também tronos nos quais se sentavam pessoas, às quais foi dado razão e se fez justiça, seja as almas daqueles que foram decapitados por causa do testemunho que deram a Jesus e por causa da palavra de Deus, seja aqueles que não adoraram a besta nem a sua imagem, e não receberam a marca na fronte nem na mão. Viveram e reinaram com Cristo durante mil anos."

14, 9.10 "A esses, outro anjo, um terceiro, seguiu-os, dizendo em alta voz: «Se alguém adorar a besta e a sua imagem e receber a sua marca na fronte ou na mão, beberá do vinho da cólera de Deus, derramado puro na taça da sua ira e será atormentado com fogo de enxôfre na presença dos santos anjos do Cordeiro."


Estamos todos no mesmo barco mas, felizmente, não temos todos as mesmas funções dentro dele. E, ao contrário do que dizem, não são eles que o governam; de contrário, atirariam pessoas pela borda fora sempre que este estivesse a pôr em perigo as suas preciosas vidas, ou então deixá-lo-iam à deriva, pela sua incompetência e egoísmo. Gostaria que falassem comigo sobre o seu Deus e a sua Igreja, para que lhes pudesse dar respostas, que sei que os escandalizaria. Mas é exactamente para não darem escândalo (outro dos seus pecados) que eles vivem na mentira, e com o esconder de todos os seus erros e defeitos, acabaram por possuir a sua única e maior virtude: A hipocrisia. E é com esta hipocrisia que têm vindo a dizer-nos tudo quanto têm pretendido e nós, como cordeiros, temos vindo a acreditar e a obedecer em uníssono. Somos carneiros, e não era isso o que eles queriam? Têm sido os nossos pastores. Levam-nos a pastar o pasto que querem e encurralam-nos no seu estábulo. Não temos sido nada, nem tão pouco dignos de nós próprios.

 

Agradecida a António Codeço
actualidade, amor, desabafos, deus, divagação filosófica, dogmas, ensaio, essência, estrelas, eternidade, existência, filosofia, futuro, história, inquisição, letras, literatura, livro, livros, matéria, mentira, natureza, palavra, passado, pensamento, por

publicado por lazulli às 23:49

Quarta-feira, 9 de Julho de 2008

EscritoPorLazulli lazulli às 22:32
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encoberto

 

 

 

 

 

 

atravessei todas as esferas

 

caminhei em todos os caminhos

 

galguei montanhas

 

até ao topo

 

subi pedra a pedra

 

resvalei encosta a baixo

 

magoei meus pés descalços

 

lavei-me com minhas lágrimas

 

sentei-me

 

no silêncio da minha alma

 

levando-a nos meus olhos

 

parados

 

ao infinito daqui

 

interrogando-o:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

- Porquê?!

 

alma, essência, estrelas, eternidade, eu, existência, futuro, justiça, letras, literatura, lágrimas, mentira, mercúrio, metamorfose, natureza, palavra, passado, pensamentos, poema, poemas, poesia, porto, portugalportugal, prese, tempo, tristeza, universo, verdade
publicado por lazullilazulli às 22:55
2008 (13) comentários

EscritoPorLazulli lazulli às 11:46
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Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009

...

 

 

onde o Tempo ... pára

 

 

 

 

 

 

... na Alma

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

alma, amor, amor sol, canto, divagações, elemento, essência, estado, estrelas, eternidade, eu, existência, letras, lágrimas, palavra, pensamento, pensamentos, tempo, tristeza, universo

publicado por lazulli às 11:06
Segunda-feira, 23 de junho de 2008

EscritoPorLazulli lazulli às 21:46
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UmaEstranhaNumaTerraEstranha

VerNaCasaDeCristal

 

Intemporais

... cega ...

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