Domingo, 3 de Abril de 2016

Mátria

 
 
Chora o duplo a Mátria-Mãe
lágrimas de fogo ardente
esvaem-se perdidas
no sangue derramado
infiltrado
 
das mesmas vidas
 
Olha em mágoa
incontida
a preferida
no topo do ermitério
 
perdida
 
Coberta de sangue inocente
está a Terra embebida
10 000 anos já se foram
e o usurpador 
continua a devastar
a essência humana
privilégio "maldito"
 
de poucos
 
No princípio
Pós chegada
Mataram e devastaram
Impérios reduzidos a pó e cinzas
Crenças inúteis para criaturas úteis
genuínas
Estátuas tombaram
Cabeças rolaram
Pedras empilharam-se pelos solos áridos 
Pouco sobrou do mundo antigo
Ancestralidade perdida
e novas vidas
 
Senhores e escravos
escravos e senhores
Regimes dogmáticos
imbuídos de políticas
Poder de fazer
leis absurdas
nos comandos do mundo
Vidas inocentes destruídas
As mesmas vidas
 
Um só deus desconhecido de todos
Ouro é seu melhor contributo
Promete um paraíso desconhecido
ao subjugado
ao seu poder único
incontestado
Divide-os por género
matando um deles
não para sempre
porque dele precisa
p'ra procriar
Mais escravos
O ouro deve continuar
Aterrados
pela perda da sua humanidade
heróis tombam de espada na mão
para evitar
vassalagem sem perdão
aos que aqui estão
 
Cabeças vergam-se à Terra
Agradecem as vidas miseráveis
Oferta de um deus desconhecido
vindo de longe
de muito longe
Por um sopro de ar
inútil
destroem a sua natureza
implantando natureza desconhecida
Erguem-se templos
precisos
 
2 000 se passaram
Muitas "leis" foram lançadas
A pobreza a miséria
É paga de ouro dado
A promessa era na morte
de um dia
Os senhores deuses
carrascos ao serviço do divino desconhecido
empanturram-se
de prazeres hediondos
desconhecidos dos humanos perdidos
submetidos
A conquista estava feita
A promessa a caminho
Realiza-se lenta
mas eficaz
Guerras e batalhas
grassam por toda a Terra
não toda
completamente conquistada
na "alma" ou no "corpo"
dos que ousam prevalecer
eles próprios
 
Era preciso mudar
Trazer algo de novo
ao povo
Os impérios não caíram
completamente
Ressurgiam imponentes
audazes eficazes
espalhavam-se pela Terra
numa mistura entre o antigo e o moderno
fazem perigar
o grande plano conquistador
de terra alheia
É preciso impedir o seu avanço
É preciso alterar o curso do mundo
que não verga
A humanidade tem a essência do cosmos
Algo que não é combatido
num só combate
São precisos muitos ardis
para sugar a essência não controlada
pelos predadores
Daí...
Outra ordem surge
Tão dúbia como a anterior
Afastando na aparência
os antigos "seguidores"
Mais eficaz
Mais poderosa
Com o amor
transformado em ódio
ao semelhante
A conquista já se alargou
ao canto superior da Terra
onde muitos se mantêm
gente
Mais impérios caiem por terra
Mais guerras e mais batalhas
Linhas territoriais
são conseguidas
Mais "leis" de amor feitas morte
Desta feita
Mais letras humanas surgem
do nada
Divinas
Mais do que o divino ausente
Nada de bom no bom
surge daqui
Inicia-se e rompe o mundo em esplendor
O amor
Segunda Vaga de luz
ao dispor
dos mesmos
Dor, sacrifício e sujeição
Tortura e morte
para os que aqui estão
 
Desta vez estendem-se mais longe
O oeste é seu limite
A terra fica negra de tanta morte
Aos heróis da Antiguidade
deram os guerreiros continuidade
Novas espadas travam novas batalhas
Novos mundos se criam
por persistência e teimosia
Duas forças se "criam"
Mas a mistura já foi feita
O antigo mistura-se com o moderno
4 000 anos já se foram
Na mente humana formatada
com o vírus orgânico
transmitido de boca em boca
Germina a semente
da serpente lançada
que não acaba
Quando todos a julgavam
já exterminada
 
 
Numa paz débil
A mente brilha
Ainda cancerígena
Lambendo ainda as feridas das fogueiras
A humanidade caminha
em esperança
Recupera o tempo perdido
E mostra seu esplendor e inteligência
A igualdade dos primeiros tempos
espalha-se como um Sol
Sacode a baba da cobra que os enrola
Estão perto do progresso devido 
Da verdade. justiça liberdade. 
Amizade entre irmãos
da mesma espécie
Prosperidade
Assim pensam eles
na sua ingenuidade humana
Mas a tocha que lhes trazem
é a mesma 
Só que não sabem
Nem supõem
que os pilares onde assentam
suas crenças
São falsos
Trazidos pelos mesmos
na sua luta contra a raça-humana
Sempre ocultos 
aos olhos de todos os crentes de sistemas perniciosos
ao vivente
A gente
 
O pérfido vingador
Rei e senhor de muitas guerras e batalhas
não se contenta
A terra prometida continua prometida
Do olho negro espreita
e solta a aliança aparentemente perdida
Ouro negro eclode do subsolo
A aliança mais uma vez se concretiza
Ouro riqueza desmedida
Salivam loucos de alegria
por beneficio tardio
Estavam preparados à muito tempo
cumprindo os preceitos malditos
Mereciam
Mereciam o ouro negro
esta legião negra na alma
zelosa do oculto
Chegara a sua vez
E o terceiro irmão rejubila de alegria
E avança ao mundo inteiro
Com dinheiro
Milhões lhe prestam vassalagem
Rodopiam esvaziando suas mentes
de humanidade
E volta a animalidade
dos desalmados
Sangue jorra e continua a jorrar
Ninguém vê
Por encobrimento dos mesmos
noutros locais
aguardam
na esperança encoberta
das areias do deserto longínquo
onde dorme
a Arca... "perdida" "roubada"
vinda de fora
Absorve-os
E ao mundo inteiro
O dinheiro
 
Ambiciosa escumalha
quer tomar parte
desta nova/velha
senhora que rasteja desde o Deserto
à 10 000 anos
Sai da arca e mostra-se
Bebe sangue
Sangue humano
A imortalidade
E... lá continua sua marcha
Dirige-se ao centro
A nova legião segue-a desde o deserto
Imbatível
A mesma linhagem está entre eles
Uns e outros são os mesmos de antes
Com nomes diferentes em vários locais da Terra
E seus crentes atacam-se entre si
Mas eles não morrem
Nunca morrem
Nunca a raça humana
viveu tal terror e desumanidade
 
Tal desigualdade
 
Aqueles que descansam na paz
são atacados
Por todos os lados sucumbem
Não acreditam
que veneram a cobra desde sempre
Que ela está prestes a completar o seu círculo imundo
de dominar o mundo.
 
Sobrarão os filhos da serpente
escondida
na Terra prometida
 
Quem salvará a humanidade?!
Quem lhes fará frente?!
Quem os expulsará da Terra que não é deles?!
Ninguém!
 
O mesmo pérfido predador
A mesma terra prometida
Aguarda a chegada
da prol já existente
A "alma" humana está contaminada
Por adorações bizarras
a deuses desconhecidos
Com feroz legião de adeptos
perseguem os perseguidos
A Terra
é a mesma
Quem a ocupa
Não!

amorc.jpg

 
A Mátria chora
na  Terra destruída 
a Preferida
SintoMe: triste por tanta mentira à humanidade
Palavras: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

EscritoPorLazulli lazulli às 19:58
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Segunda-feira, 21 de Março de 2016

O Perigoso Regresso Do Monotaísmo De à 5 000 anos

 

A Terceira e Última Vaga

 

Controle e Extermínio da Raça Humana

 

 

A Serpente Rastejou Por Entre a Poeira Do Deserto e Atingiu o Oásis à Milhares De Anos Cobiçado

 

A Sua Baba Espalhou-se Por Toda a Terra e Dirige-se Perigosamente ao Centro Onde Completará o Asfixiante Anel que a Todos Engolirá

 

O "Paraíso" Prometido Não à Raça-Humana Mas Aos Sáurios Encobertos Está Mesmo Ali, Onde a Verdade Dorme Escondida Dos Olhos Do Mundo. A Eternidade Ambicionada

 

Arranque-se-lhe a Cabeça Antes Que Seja Tarde Para a Humanidade!

serpente.gif

 

 

 

SintoMe: ... A Grande Mentira Das Três Religiões do Ocidente
Palavras: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

EscritoPorLazulli lazulli às 19:32
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Quarta-feira, 10 de Março de 2010

Utilização Indevida de Textos da CasaDeCristal

O Blog  http://blog.clickgratis.com.br/saraonyra, tem publicado um Poema da CasaDeCristal e de minha autoria, em duas páginas, onde numa delas é utilizado o poema como "Chamariz" para um convite de algo que não percebi. - portanto publicidade.

 

Dei conta desta ocorrência acidentalmente e fiquei bastante perturbada. Indignada. Enfim, completamente irritada com o Abuso dos Direitos Autorais.

 

Não concebo a ideia ou aceito que seja quem for utilize o que não lhe pertença e ainda por cima não exemplificando bem que o que utilizou não é de sua autoria e sim da autoria de outra pessoa.

 

Tomei já algumas medidas. Mas, mesmo assim, para que tal não volte a acontecer, achei por bem escrever um AVISO mais claro a quem pertender Usurpar os meus escritos.

 

Só peço perdão às pessoas de Boa Índole, pela minha "agressividade" perante este facto ou nova descoberta. Mas, evidentemente não é para essas que estou a escrever isto. E, sim para quem circula por aí à cata de ALGO que os torne credíveis.

 

Infelizmente vivemos num mundo onde muita gente se faz passar pelos outros. Muita gente sem escrúpulos de espécie alguma. Normalmente apresentam uma faceta de "beleza" com imagens ou escritos, que não correspondem à sua própria pessoa. Usando e abusando da Boa Fé dos outros ou daqueles que realmente falam com alma.

 

 

Incapacitados de o fazer e para tentar chamar sobre si mesmos o maior número de atenções, evidentemente, que se vão valendo com o que vão encontrando, que lhes pode possibilitar apresentar uma "alma" que realmente não têm.

 

E aqui os lezados, são sempre aqueles desprevenidos que têm algo que atrai a cobiça de um mau carácter.

 

Como se não existisse lei (e se calhar até têm razão) vão surripiando habilidosamente aquilo que não lhes pertence.

 

A net é propícia a isso. Já tinha ouvido falar. Parece que chegou a minha vez de sentir esta impotência e este amargo de alma. Acho que estou com raiva. Raiva pelo Descaramento. Pela ousadia. Pela Despudor.

 

Não. Não sou, jamais fui egoista. Tudo o que tenho Dou. Na vida sempre foi assim. E, não deixarei de ser. Dou-me gratuitamente. Muito de mim. Tudo até. É uma verdade a que nunca consegui fugir. Uma Natureza própria. Podem até roubar-me, que eu nada farei ou sentirei.

 

Mas... quando toca em mexerem indevidamente nas minhas palavras, aí... eu não respondo por mim. É mágoa a mais o que me fazem sentir. E por muitas razões que não vou poder explicar. Mas, os que têm acompanhado a sério a CasaDeCristal, com certeza entenderão o que sinto neste momento.

 

Mas, resumo numa palavra simples: O que eu escrevo, para mim é SAGRADO. Tão Sagrado, que eu não concebo que seja utilizado para outros fins.

 

Não quero os meus textos fora desta Casa. Não quero!

 

Expus o meu sentir. A minha Alma. Muita coisa aos olhos de quem quis. Fi-lo de livre e espomtanea vontade. Fi-lo até por AMOR. E, muito me custou manter a CasaDeCristal. Fazê-la sobreviver. - Mas não foi para virem aqui, como se a CasaDeCristal, fosse terra de ninguém e pegássem, assim sem mais nem menos. Não! Isto tem um rosto. Uma pessoa. Um ser humano. Não é VIRTUAL! Eu existo! E a CasaDeCristal existe porque eu existo. Porque se não existisse, a CasaDeCristal não existiria. Portanto desengane-se quem julga que isto é terra-de-ninguém.

 

Foi uma luta muito dificil. "afastei-me" temporariamente de uma ou duas pessoas, que sem o saberem ainda, foram responsáveis por eu ainda aqui estar. Por elas e pelo seu carinho e dedicação a mim, completamente desinteressada, a CasaDeCristal está viva.

(por falar não me esqueci - lembro todos os dias das duas pessoas que em muito contribuiram para eu regressar a mim. Z e A) falarei com vocês na altura certa. Obrigada por tudo.

 

Agora que eu tentava escrever. Tentava reaprender a escrever e mantinha a CasaDeCristal neste impasse. ... Eis que a Surpresa mais Desagradável que tive, surge-me perante os olhos, no Blog  http://blog.clickgratis.com.br/saraonyra.

 

Estou revoltade. Nem consegui dormir direito. Inscrevi-me. Denunciei junto das pessoas competentes o Blog. Enviei mails. Mas para mim não chega para me acalmar.

 

Eu quero o que é meu devolta. Quero os meus escritos de volta ao seu habitat natural. É daqui que eles são. É aqui que eles pertencem.

 

Fora do seu contexto. Fora da sua casa. Perdem a Vida que tranportam. Por isso eu os quero aqui.

 

Tanto é, que, num comentário inocente, no dito blog as minhas palavras foram completamente perdidas do seu verdadeiro valor.

 

Por outro lado, apesar do link numa das páginas, porque numa outra, a da publicidade, nem link tem, isso não esclarece devidamente quem ler. Tanto não esclarece que o comentário inocente de uma comentadora, assim o demonstra.

 

Não chega o link para deixar claro que aquele texto não é da Dona desse Blog. Muito pelo contrário. Facilmente qualquer um pode eventualmente pensar que a Dona de um Blog é a Dona do outro Blog.

 

Sinto-me duplamente atingida. Eu não quero e não gosto de me passar pelos outros. E não o faço. Mas também não quero que os outros se façam passar por mim. Não o vou permitir.

 

Só espero que este incidente seja isolado. Acidental e único.

 

Daí escrever isto tudo.

 

Cedi em tempos um Poema meu a um Blog. A sua Autora (correctissima) veio aqui pedir-me. Apesar de ter muito zelo pelos meus escritos, sedi-lho de Boa Vontade. Aindfa hoje está no seu Blog.

 

Mas eis aqui a diferença entre uma pessoa séria e uma pessoa nada séria.

 

A pessoa que me pediu autorização que eu concedi, além de cumprir com as Regras dos Direitos Autorais, devidamente expresos do lado direito da CasaDeCristal, Pedindo-me autorização para o fazer, ainda no seu blog, cla<ramente, além do link que direcciona para aqui, diz quem é a autora do Poema: lazulli.

 

Pois esta senhora, não cumpriu com as Regras dos Direitos Autorais, pois não só não me informou como ignorou os Direitos aqui escritos e usou o que escrevo, permitindo largas à imaginação de quem quisesse ou inocentemente me viesse a confundir com ela.

 

Eu sou inconfundivel. Todos nós quando somos nós mesmos somos inconfundíveis.

 

Apesar do grande erro que comete, não assina-la devidamente a diferença. Com excesso de confiança do seu acto, num outro post o da publicidade, para levar as pessoas a um encontro qualquer, nem link, nem nada. fica logo a cima do convite em letra miuda. (até parecia as letras dos contratos de seguros.

 

Pois bem, perante tudo isto, o meu primeiro uimpulso era o de vir ocultar a CasaDecristal aos olhos de todos. Depois, ouvi alguém e... talvez não. Não é deste modo que combatemos os maus carácteres do mundo.

 

Daí estar a escrever tudo isto. Eu ... ainda não sei bem. Mas... quita não vou ficar. De modo algum.

 

Para terminar (se alguém teve paciência de ler toda a minha revolta e desabafo, quero Informar que a grande parte da CasaDeCristal além de estar protegida pelas regras da web (só espero que elas funcionem) vamos ver: Também está protegida pos Direitos Autorais Na IGAC - O Pequeno Poema que foi retirado daqui faz parte de um livro "Vestígios Longínquos" Registado na Sociedade - Do conhecimento que tenho, estarão protegidos os escritos durante 70 Anos. - não podem ser utilizados por ninguém a não ser que eu autoriza a sua Publicação.

 

Ora neste caso não Autorizei nem tão pouco fui informada (agora só espero que a senhora, além de pedir desculpa (se não teve más intenções) retire os meus textos do seu blog.

 

 

Finalizando:

 

Toda e qualquer pessoa que por qualquer razão quiser utilizar o que eu escrevo, deve ter em atenção os Avisos do Blog CasaDeCristal sobre Direiktos Autorais. Se for muito importante para ela, agradeço muito que me contacte antes de tomar este tipo de iniciativa. Não sou tenhosa. Sei ser compreensiva. Mas, tudo de um modo correcto

 

Obrigada a Todos quanto leram

Aceito sobre este assunto qualquer ajuda ou Esclarecimento, que me queiram ou possam dar.

 

Despeço-me ... triste

 

 

(Ao terminar esta explicação/desabafo, recebi a resposta da Administração daquele serviço. E, respiro de alivio neste instante. Foram Rápidos e eficientes. Enviei-lhes o que me pediram e aguardo agora a resolução deste desagradável incidente. Que estou certa, com base no que me escreveram que irão resolver o problema. Sinto-me grata e confiante. E agradeço à séria Administração daquele servilço. Afinal, a NET tem Regras. Afinal a Net tem leis) nem tudo está perdido.)

 

Só voltarei a falar do assunto para agradecer (assim o espero) è Informar da Resolução do problema. Fico melhor.

 

O meu Obrigada, a Todos

 

lazulli

 


EscritoPorLazulli lazulli às 00:35
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Domingo, 21 de Fevereiro de 2010

Humanidade Escravizada (XXXIII)




Muitas e muitas vezes criticamos vil e ferozmente um outro ser que sofre como nós as agruras da vida. Como temos sido idiotas e imbecis. Transformaram-nos em monstros e nós deixamos, comparticipamos e partilhamos, somos realmente o que eles dizem, povo, leigos, incapazes de nos gerir sozinhos. Mas os que nos gerem e que fazem as leis morais e materiais, que dizem que nós temos que cumprir, são melhores que nós? É que, neste seu mundo perfeito, cheio de agonia e prisão, com as suas leis feitas para carrascos e não para o verdadeiro homem - que é aquele que sente e ama -, foram muitos os massacres que fizeram e continuam a fazer ao longo de todos estes anos de História obscura, onde tudo se perde e à qual muito poucos têm acesso. E os privilegiados que detêm este Poder entre mãos, continuam a fazer deste emaranhado de mentiras históricas um nevoeiro impenetrável para quem ainda pretende que se rompa as trevas e se faça luz de verdade sobre a humanidade. Mas o Plano, ou melhor, o Grande Plano, é mesmo grande e todas as portas estão fechadas ao entendimento. Mas não estão fechadas por suposta intervenção divina e sim por mortais comuns que querem deixar de sê-lo. Pelo menos enquanto por aqui conseguirem andar. Assim, o conhecimento continuará a ser pertença de meia dúzia, que continuará a comandar os destinos da humanidade e nenhuma força cósmica terá poder para desfazer o que já está feito e continua a ser tecido em antros secretos do conhecimento. E o conhecimento continuará a servir o que nunca deveria ter servido: O Poder. Abriram-se as portas da verdade, mas só lá entrou quem pôde não por direito universal, mas por direito galáctico ou terráqueo. Quem são estes senhores da Terra e dos homens que ousam mentir tornando este mundo no seu mundo, que fazem leis que todos temos que cumprir, gostemos ou não gostemos delas e nos impedem de sermos nós próprios? Aparentemente, foram feitos do mesmo material biológico que nós. A sua origem na Terra também parece ser a mesma mas, os seus actos são inumanos e irracionais. Indiferentes em relação ao seu semelhante, faz pensar se sob esta capa de aparentes mortais não se esconderá uma outra raça (e até talvez de um outro mundo) que possa estar entre nós desde há pouco ou muito tempo ou talvez mesmo, desde sempre. Cruzámo-nos com eles diariamente e vemo-los Senhores do Mundo, com pactos intermináveis de Poder, para manter secreto o que nunca deveria ter sido: A Origem e o Destino do Homem. E eu continuo a investigar pobremente a verdade, sem tempo e meios para a fazer aparecer. Como provar tudo isto? Como mostrar claramente a verdade? E quem estaria interessado em saber quem são, de onde vieram aqueles que nos escravizam e há quanto tempo estão eles entre nós? É irrelevante para eles o que eu sei, o que eu penso e o que eu sinto. Eles sabem que não é de modo algum suficiente para pôr os outros a pensar e a procurar. Por isso o seu Plano, comigo, nunca estará em perigo. Embora ainda queira acreditar que a verdade é una e única, por enquanto a única verdade de que tenho a certeza é que tudo isto é uma grande mentira. Uma mentira tão grande quanto o mundo.

 

 

SintoMe: na Força Da Natureza

EscritoPorLazulli lazulli às 10:19
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Sábado, 24 de Outubro de 2009

Humanidade Escravizada (XXXI)

 

 

Terceiro capítulo






Não somos todos filhos de Deus

 

 




Não é tarde para o Homem acordar desta letargia que o destrói dia à dia e faz continuar a viver numa ignorância tão grande que até o pode impedir de tentar preservar a nível cósmico a sua verdadeira identidade. Sabe o Homem para onde vai depois deste martírio forçado? Sabe o Homem se é verdade ou mentira tudo o que lhe disseram? Se por acaso algum dia lhe sobrar tempo para pensar, porque não começar por uma pergunta simples:
 – Quem sou eu?
Diria que é o Joaquim, o Manuel, a Maria, etc...
– E tem a certeza que o Joaquim é mesmo o Joaquim? E se eu lhe disser que o Joaquim é apenas um nome, só um nome. Um nome que nem sequer corresponde ao Ser que existe dentro de si?
Responder-me-ia que o Joaquim é mesmo o Joaquim, mesmo sabendo que esta não é a verdade. A não ser que queira fazer o jogo das Instituições, quer sejam de carácter político, quer sejam de carácter religioso, onde o nome atribuído a um indivíduo é o próprio indivíduo e o indivíduo é o próprio nome, não havendo distinção entre nome e pessoa. É como se a pessoa fosse o nome e o nome fosse a pessoa. E, se continuar a seguir por este caminho, é garantido que continuará sem respostas concretas aos seus anseios, às suas dúvidas.
Poderá também questionar-se, perguntando simplesmente, quem escreveu aquilo que dizem que devemos seguir e encontrará uma resposta bem simples:
 – Outros homens como nós!
Mas poderá ainda na sua ignorância obscura, insistir.
 – Mas esses homens eram divinizados.
– Tanto quanto eu! Nasceram na Terra do mesmo modo e através do mesmo processo, porque seriam então divinizados?
 – Porque Deus os escolheu entre os Homens para levarem a mensagem de esperança.
­
– Se assim é, porque Deus não diviniza também as pobres e boas criaturas que habitam a Terra?
­
– Ah! Deus lá sabe.
E eu respondo que não entendo.
Se todos eles são predestinados por Deus, porque nós não podemos ter nem saber tudo, quem são então os filhos de Deus? Todos? Não acredito! É que não vivemos todos do mesmo modo e as diferenças a todos os níveis, entre os seres humanos, são tão grandes que qualquer leigo (estúpido), como nos chamam, sabe que não pode ser verdade. Porque se assim fosse, que tipo de Deus seria este que massacrava a maior parte dos seus filhos, fazendo-os rastejar uma vida inteira de dor aos pés dos seus filhos maiores? Será que estes seus filhos, que fazem as leis da Humanidade, que pensam e dizem que a Terra é deles, vão ser castigados? Quando? Depois de morrerem? Que tardio castigo, nessa altura já não deve interessar a ninguém a paga pelo que fizeram passar a Humanidade durante todos estes milhares de anos. Até porque este Pai misericordioso, este Deus fantástico, exigirá de todos os seus filhos oprimidos o perdão aos seus opressores e, além disso, perdoará todos, menos aqueles que não se arrependerem (não sei de quê), não o adorarem e não acreditarem nele. E como o dinheiro paga tudo, até o reino dos céus (que ninguém viu), fica o dito pelo não dito e tudo em águas de bacalhau. E, para a Igreja, este bem precioso que é o dinheiro é de todo indispensável e serve perfeitamente para absolver os pecadores. Até Deus não o dispensa quando se trata da sua amada e sagrada Igreja. A sua casa (embora esteja sempre ausente dela) é recheada de cofres pequenos e bem fechados espalhados pelos seus milhares de templos por todo o mundo com a função de esvaziar os magros ou gordos recursos de cada um. Tudo se move em torno do dinheiro. Os crentes e os leigos, os fiéis e os infiéis, os santos e os pecadores. Mas Deus perdoa tudo e todos. Do violador ao assassino, todos serão perdoados desde que haja arrependimento e se pague todos os serviços de Deus a peso de ouro. Arrependei-vos porque o tempo do Senhor é chegado. Mas que Senhor?! Que tempo?! Sabem quantos por acaso já entregaram os seus pequenos ou grandes recursos para serem salvos? Dizei-me vós, seres pensantes, acreditais mesmo que sereis perdoados? Acreditais mesmo nisto? É que eles perdoam e absolvem em nome de Deus, mas no nome de Deus tem-se feito tanta coisa, até perdoar os vossos arrependimentos que sempre foram e serão temporários. Ao contrário deles, eu metia-vos a vós, santos e pecadores, todos no mesmo saco e atirá-lo-ia pela borda do Planeta. Talvez assim ele ficasse mais leve, porque sois demasiado pesados, vós e as vossas fortunas (que nem sequer são vossas, mas de todos os desgraçados que trabalharam toda a vida para vos enriquecer) que vos pagarão um lugar no céu, onde pelos vistos se encontra esse famoso Deus que vejo apregoar por tudo quanto é canto. Aquele que tanto sabe, tanto protege e tanto perdoa. Não sou céptica e quero muito poder acreditar nesse vosso Deus e em todos os seus atributos. Preciso tanto que, mesmo sabendo não o poder ver, acredito. Se me mostrarem que ele existe de verdade. Mas não posso, não consigo acreditar nas parvoíces que todos eles pregam: são tão ridículas, tão sem sentido, tão infames, que então esse seu Deus é o Diabo, ou eles mesmos são o Diabo que se faz passar por Deus.
É que, na verdade, todos eles se dizem filhos de Deus mas mentem, matam, destroem, falam, falam, mas não dizem nada. Dizem que o Messias está prestes a chegar, mas se alguém se intitula filho de Deus, perseguem-no e/ou matam-no. Porquê?! É assim tão insólito alguém se declarar filho de Deus? Não somos todos filhos dele? Mas, se foram eles mesmos que nos disseram que éramos seus filhos, o que os leva a tomar este tipo de atitudes, perante tal manifestação? Na presença de qualquer um que se diga filho de Deus, reagem como se sobre eles pesasse de imediato uma enorme ameaça. Mas, não são filhos de Deus também? Afinal, qual é o seu problema? Não os entendo. Ou melhor, entendo. Qualquer que se venha a intitular filho de Deus é um seu inimigo potencial, pois pode vir a retirar-lhes o Poder de governar as massas humanas, tanto na sua forma física como mental. E, também, como podem ter eles tanta certeza que não é mesmo o filho de Deus esperado que se anuncia sempre que alguém afirma sê-lo? Esta sua certeza não será porque sabem que Deus não existe, pelo menos nos termos em que o apresentam? É que, senão, não se atreveriam a fazer o que têm feito e se preparam para continuar a fazer. O que significa que nunca seguiram a Lei de Deus e sim a Lei da Igreja, o que, por mais que queiram, não é de modo algum a mesma coisa. De contrário, ficariam felizes quando alguém aparece e diz ser seu filho. Mas não, preferem silenciá-lo pois acham-se suficientemente deuses para ser preciso mais algum. E se por acaso ou por alguma razão, vierem a necessitar de um, o melhor será eles mesmos apresentarem um ao Mundo e, de preferência, muito dócil e submisso, de modo a poder vir a ser um bom exemplo para toda a humanidade.

Como diz o velho ditado, antes vale prevenir do que remediar, não vá o diabo tecê-las, e aparecer mesmo um Messias para lhes acabar de vez com a festa. São hipócritas e não me admiraria nada, mesmo nada, que estejam a forjar um neste preciso momento, mas de acordo com as suas leis para poderem deter o Poder e o domínio da raça Humana por mais mil, dois mil ou até três mil anos. E estou em crer que vão ter sorte, Messias não lhes vão faltar. E, para o apresentarem ao mundo e à humanidade, é só escolher o momento adequado junto do Homem desesperado pela vida que eles mesmo impuseram e imediatamente estes aceitarão sem reservas o seu forjado Salvador de almas, que os ajudará de imediato a limpar o mundo de todos os indesejados, isto é, dos pensadores que lhes dão sempre muito trabalho. Estes "inconvenientes sociais" têm por hábito levar a vida a pensar e podem, se vierem a ter oportunidade, levar os homens a pensar também. Por isso é preciso calá-los de um ou outro modo, fazendo-os cair em descrédito, difamando-os com todos os atributos negativos que estejam ao seu alcance. Tudo serve para amordaçar estes pensadores isolados, não oficiais, que vão tendo a ousadia de dizer o que pensam sobre o mundo, a humanidade e quem os governa. Poderão até chamar-lhe comunista, herege, etc. Ou será que agora os termos para definir os pensadores, mudarão? Mudem ou não mudem os termos, a ideia principal será sempre a do velho slogan de: DEUS O QUER. Isto é: Deus não quer que os pensadores existam, Deus não quer que defendam os necessitados, Deus não quer um humano de verdade; Deus quer que o Poder exista pois, como dissestes em tempos, Deus não fez os homens todos iguais e sim uns mais que os outros e deu-lhes reis para serem governados materialmente e religiosos para lhes tomar conta das almas. Não foi isso mesmo que aconteceu em Portugal, no tempo de D. Fernando, no tempo dos reis santos e de um amontoado de Clero que os orientava, autorizava e ajudava? A religião é alheia a tudo isto?!... Não, não é! E é por isso mesmo que temeis o verdadeiro Messias, porque sabeis que ele nem sequer passaria junto de qualquer uma das vossas portas, nem sequer se dignaria a olhar para vós e também nem sequer diria à humanidade: "amai o meu Pai acima de tudo e de todos", perseguindo e matando sempre que necessário, antes vos diria: Quem sois vós para vos intitulardes donos de todos os mortais, quando toda a Essência Universal não é dona deles? Quem sois vós para tomar o destino nas mãos de vidas que são tão legítimas quanto vós? Quem sois vós para dizer que o Universo vos autorizou? Ele apenas diria: Eu nem sou católico ou outra coisa qualquer. Sou apenas humano de verdade. Sinto amor! Mas o amor nas vossas bocas não passa de uma bonita palavra que apregoais aos quatro ventos no intuito de fazer valer uma lei que não é e nunca foi vossa. Não amais nada e ninguém. Fartais-vos de dizer que Cristo disse para nos amarmos uns aos outros como ele nos amou a nós, mas fazeis exactamente o oposto disso. E se esse tal Messias algum dia vier, podeis ter a certeza que será aquele que não agradará a Gregos nem a Troianos. Isto é, não agradará a ninguém, pois basear-se-á em muito pouco. Na Verdade-Justiça de todo o Universo. Nada mais! E, como Verdade e Justiça é aquilo que vós não sabeis o que é, pegareis na vossa verdade e justiça do mundo e o aniquilareis. Mas podeis ter a certeza que não é a ele que ireis aniquilar, pois ele regressará sempre ao reino da Verdade e da Justiça, Essência Universal de onde foi gerado. Mas os seus carrascos pregadores e salvadores de almas continuarão a ficar no mesmo pó de que são feitos. Isto é: Dentro do pó, sendo o próprio pó. E não voltarão a viver nunca mais! Já viveram tempo mais que suficiente para implantar um reino de terror na Terra. Por isso mesmo, destroem todo aquele que se diz filho de Deus. Têm medo de poder vir a ser verdade a existência de Cristo na Terra, no seu próprio tempo, pois poria por terra toda a civilização que construíram no seu nome. E será verdade ou não a sua existência neste tempo? É uma incógnita para todos eles, hoje e sempre. Não têm o direito de saber da sua existência, daí que não a saberão. Por mais que seus olhos se abram sempre atentos a uma possibilidade de ele já cá se encontrar, ficarão cada vez mais cegos, pois a eles não é dado o direito de ver a luz. E se, por acaso, acontecer que sejam suficientemente intuitivos e o descubram – se ele existir, é claro –, que nem pensem que o transformarão em mártir antes de ele se pronunciar para depois dizerem o que lhes apetecer em seu nome e poderem explorar materialmente e emocionalmente os mortais. Não terão hipóteses de o fazer porque alguém, em qualquer lado, está bem atento a todos os seus movimentos e o Universo nunca, mas nunca, aprovou o sofrimento com que castram a Humanidade, que sim, é fraca, pois nem consegue pensar que Deus de verdade não seria Deus se tivesse feito o Mundo assim e sim seria o Diabo de quem tanto falam. Embora, tal como o nome de Deus, também esse nome não corresponde de verdade ao seu verdadeiro sentido e ao que ele contém em si mesmo. Como alguém, muito, mas muito especial, me disse numa determinada altura: "Há uma verdade oculta em cada nome". Uma verdade que transcende o Ser mas nunca o Ente. Assim, espalhada por todo o Universo, a ­Essência da Vida existe não existindo. Mas, num local onde o Tempo não existe, salvaguardada de todos vós, existe a outra parte dessa mesma Essência para que nenhum de vós lhe tenha ou venha a ter acesso. E vós, fazedores de Mundos, pensais que o seu silêncio será eterno como pretendeis que seja? Pois podeis pôr o vosso coração ao alto, porque isso não vai acontecer. Quem sabe se o vosso temido Messias não acaba mesmo por aparecer? Só que para lhe ter acesso, teríeis que ser Essência e não sois. Há muito tempo que viveis com um grande dilema. Sabeis que a Verdade existe, mas não sabeis como a destruir. Pensastes já o ter conseguido quando prendestes Cristo no sacrário e começastes a comer-lhe o corpo e a beber-lhe o sangue, dizendo ter sido ele que mandou que o fizesses em memória dele. Mentis, com os vossos macabros horrores, dignos de um filme de terror, mas já não estais a beber ou a comer seja do que for, porque a Essência Universal está muito mais viva e capaz do que julgais, e sabereis disto em vida ou depois dela e não espereis contemplações pelo que fizestes. Não queriam mais nada. E continuar a voltar também se vai tornando cada vez mais difícil para todos vós, pois já ninguém pretende que este Mundo continue a existir, muito menos com esta forma de vida. Por isso, os tempos estão próximos, como dizeis, mas não como os entendeis, não como quereis, mas sim como a Verdade e Justiça Universal quer.

 

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Quarta-feira, 25 de Junho de 2008

EscritoPorLazulli lazulli às 08:05
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Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009

Humanidade Escravizada (XVII)

 


(continuação)

 

 

Mas contentemo-nos todos nós, mortais, porque estes privilegiados de Sua Senhoria-Deus também deambulam pela Terra e estão sujeitos às mesmas leis materiais que todos nós. Embora, curiosamente, de humanidade não tenham nada. Dão-se ao luxo de guiar a Humanidade para um precipício de dor e ignorância, porque dizem que a Humanidade é incapaz de se governar a si própria. Enfim, a Humanidade é burra. Então, o dito Senhor deu-nos divinizados espirituais e temporais para que, depois de sermos «filhos» de Deus, tenhamos que ser «filhos» da Igreja e dos políticos/governantes que nos mantêm com o mínimo indispensável, tanto material como espiritualmente.

Se a dura realidade nos diz que «todo» o homem deve trabalhar interminavelmente para garantir o seu sustento, ficamos praticamente privados de ­tempo e mesmo meios (apesar de recebermos um «salário justo» pelo trabalho que desenvolvemos) para nos dedicarmos a nós próprios e, assim, entendermos a razão fundamental da nossa existência. Além disso, como o trabalho é algo muito honrado e agrada bastante a Deus, não gostando este de parasitas e de malandros e sim de homens honestos e trabalhadores que trabalhem incansavelmente até ao fim dos seus dias, os adeptos deste Deus incrível estão sempre atentos a quem não seguir estas regras, que o Mundo tem há anos e anos sem conta, fazendo-os pagar sempre a sua falta a este cumprimento, com todo o tipo de represálias, de modo a que estes «marginais» saibam quem manda e o que acontece a quem não cumprir com o que o seu «Deus» estipulou para o Homem. Daí criarem uma infinidade de leis, canónicas e estatais, que tiram a coragem a quem ousa não seguir a lei da sobrevivência, com castigos atrozes que vão desde o aniquilamento da sua sobrevivência material até à sua ­destruição mental, fazendo-o, consecutivamente, construir tudo aquilo que será inevitavelmente destruído para voltar a ser construído . Esta é a Lei da vida que tanto apregoam como valiosa. Instável como o próprio ser humano, que mais parece um louco a correr à volta de uma casa, sem entender quando começou a corrida ou quando esta terminou ou deve terminar. E é desta vivência incompreensível e cheia de lamentos de toda esta Humanidade acorrentada que partem todos eles, mais ignorantes do que no dia em que deram o ­primeiro grito. É assim que nascem e morrem, sem puderem dizer chega! Vamos acabar com isto! Ou se vive ou não se vive! Vegetamos, isso sim, acatando leis sobre leis que se sobrepõem umas às outras e nos sufocam, acabando por nos tornar escravos de tudo e de nada e, até, de nós mesmos.

Mas o medo que têm do Deus deste mundo é tão grande que nunca se atreverão a pensar em voz alta e as dúvidas que povoam as suas mentes pensantes acerca deste seu suposto Deus, cheio de mistérios escuros e que ­deixa os Homens divagar livremente sobre si, indiferente às mentiras que inventam, continuam por esclarecer. Daí que nenhum deles seja capaz de responder que Deus é este de quem tanto falam, porque têm medo dele e, ainda, porque apontam o dedo inquisidor quando alguém se atreve a dizer que este famoso Deus não existe ou que, pelo menos, não é o Deus de toda a Humanidade, devido às diferenças enormes que existem entre os seres humanos. Esta ­ousadia e afronta às suas crenças, que tanto os escandaliza, fá-los mais filhos de Deus do que realmente são? Ou será unicamente medo o que têm, por ­desconhecerem tudo e não terem a certeza absoluta de quem são, de onde vieram e para onde irão, nesse seu final mais que predestinado por esse Deus completamente desconhecido de todos eles? A sua falta de conhecimento é tão grande que não conseguem discernir o Deus real do Deus irreal, nem tão pouco o que serão eles ou como serão de verdade. Daí ficarem ofendidos e crucificarem todos os livres pensadores, alcunhando-os de difamadores e perigosos, quando tomam a defesa de um Deus que dizem amar acima de todas as coisas. Embora, para bem da verdade, Ele vá passando quase que despercebido pelas suas vidas, não obstante a dedicação que lhe dedicam no seu dia a dia. Se não fosse terem necessidade dos seus favores, bem que Ele não seria recordado por nenhum deles. O amor que dedicam a este seu suposto pai limita-se a um peditório constante, para uma melhor vivência. Pedidos e súplicas desesperadas que ­ficam sempre por atender e que ecoam por toda a Terra sem terem quem as ouça. A indiferença do «seu» Deus às suas súplicas é de uma incompreensão tão grande que, quando os vejo, espalhados ao deus-dará pela Terra imensa, ­interrogo-me se realmente têm consciência de não passarem de marionetas movidas por fios invisíveis, ao sabor do querer, de uma força maior, que não podem ouvir, amar, contactar, derrotar... até porque nem sequer a conhecem e, pelos vistos, não estão interessados em conhecer. De qualquer modo, a Deus, também pouco importa se os Homens o amam ou não. Quer, sim, que o ­adorem, que cumpram a sua lei (que se é o que as religiões nos tentam impingir estamos mal, porque é a lei do diz e não faz). Isto é: – fala de amor e pratica o ódio e a indiferença pelos outros. O amor não é coisa que interesse muito a esse Deus, nem tão pouco a verdade; quer sim que o adorem acima de tudo. Gostaria de saber o que ganha ele com isso. Cá para mim, o ego dele e a sua megalomania é a maior do Universo. Mas não quero desviar o meu pensamento pequenino no meio de tanta grandeza. É que, como descendente do homem, passei a ser subalterna deste e, como tal, um ser inferior que teve o privilégio de sua ­senhoria Deus Pai de todos os homens (o que creio ser verdade) de ser dada, ofertada, ao meu irmão homem para que este criasse a civilização, na Terra que Deus lhe deu. Daí que o meu pensamento seja realmente pequenino no meio de todas estas superioridades, mas não tanto assim que me impeça de perceber que, como mulher, eu crio e dou a vida (claro que só depois do ataque dos espermatozóides masculinos aos indefesos óvulos femininos) e, assim, saber que o homem descende da mulher e nunca a mulher do homem, pois é dentro do ventre dela que se gera e se cria a vida. Mas este Deus mentiroso reclama para si e os seus homens os meus direitos da criação, alegando o absurdo de eu ter descendido do homem. Daí que, legitimamente, afirme que este Deus não é o meu e sim um Deus dos homens e não sei se não cumprirão estes realmente com os desígnios obscuros deste seu Senhor poderoso ao implantar leis que causam dor e sofrimento a toda a humanidade. Mesmo que me digam, e com bastante frequência, que é o Homem que provoca a fome e a dor a outros seres humanos e que Deus não tem nada a ver com isso, porque é que Ele não os impede? Porque será? Porque não quer, não pode, ou porque não é o seu Deus? Se o seu Deus pudesse impedir, mas quisesse e permitisse todo este império do mal que alastra pela Terra, era o Deus que esperam? Deviam pensar sobre isto. Quanto a mim, quero é que esse Deus de quem todos falam se lixe juntamente com os filhos dele, porque não venero ninguém que permite a desigualdade humana em todos os aspectos. E como não sou primata, pelo menos no conceito dos mortais, não receio o desconhecido, nem lhe presto homenagem, em vida ou na morte. E depois, não gosto de megalómanos que só querem ser adorados, já me chega os que existem cá em baixo (ou cá em cima...!). Se não houver um Deus como eu o entendo fico sozinha, pois mais vale só do que mal acompanhada.


(continua)

 

doente

 

publicado por lazulli às 16:01
"reeditado"
SintoMe: ... em busca dos enganadores de povos

EscritoPorLazulli lazulli às 01:16
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Terça-feira, 25 de Novembro de 2008

Humanidade Escravizada (VI)

 

(continuação)

 

 

 

Por acaso, já repararam bem num velho no fim da sua vida? Ele falar-­vos­­-á da vida que viveu e não entendeu, só sabe que nela participou, mas não sabe bem porquê e para quê. E quando o seu pobre corpo, gasto, já não serve para mais nada, a única coisa de que tem consciência é que o atiram para um canto e ele passa a ser para todos um empecilho sem interesse. As suas rugas mostram-nos claramente uma incógnita: Porque veio, está e deixará em breve de estar, ele na Terra? Porque viveu ele?! Pobremente diz: Porque tinha que viver. Veio sem nada e parte sem nada, sem tão pouco ter chegado a ser de verdade ele mesmo. Mas a verdade, é que ao longo de toda a sua vida negou a si próprio o direito de querer saber de si, como se o que existisse dentro de si não tivesse valor algum, quando é ao que dá mais valor ao longo de toda a sua existência, alimentando o seu ego com inutilidades frustrantes que nunca o preenchem, dando-lhe a insatisfação característica dos mortais. Passa uns «miseráveis» anos à procura da felicidade sempre inalcançável . E isto, porque procura sempre para a alma o que é do corpo. Segue os mais variados caminhos da vida, numa busca desgastante, quando a verdade o habita bem dentro de si. Vai fora buscar o que já dentro de si mora muito antes do seu nascimento, acabando por se perder de tal modo que não mais se encontra, perturbado pela falta do que procura sem encontrar. Dá à vida a sua última esperança, dedicando-lhe tudo o que tem – que é ele próprio – e morre esgotado de si, por tanto dar e nada receber. Pratica os maiores crimes, primeiro contra si próprio e depois contra os outros, nesta dedicação cega à vida sem sentido e deleita-se na ilusão da existência, preferindo a ignorância arrogante de todos os néscios. Não quer saber porque já sabe tudo. Tem o que precisa e, muitas vezes, mais do que isso. Mas tem o que precisa sempre para satisfação do seu corpo, nunca para ele mesmo. Nasce sem nada e morre sem nada, mas apenas porque quer, porque dentro dele sempre habitou a verdade que ele preferiu ignorar a ter que descobrir.

 

 

 

(continua)

 

...
livros

 

publicado por lazulli às 12:10
Quinta-feira,19 de Julho de 2007
SintoMe: com "medo" do islão

EscritoPorLazulli lazulli às 01:14
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Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008

Humanidade Escravizada (IV)

(continuação)

 


Escravo do nascimento à morte

 

 


 

 

 

Porque será que existe o Homem na Terra, se nada do que lhe diz directamente respeito interessa ao Deus seu criador? A não ser que esse suposto Deus tenha criado a Terra e o Homem nela, apenas com o objectivo de servir os seus próprios intentos, ainda hoje após milhões de anos de existência, completamente desconhecidos de todos nós, apesar dos variadíssimos esforços feitos numa tentativa de aproximação à verdade sempre desconhecida. Nas intenções deste Deus, tivessem sido elas quais fossem, nunca esteve presente com certeza a permanência do Homem na Terra, porque ao Homem criado neste Mundo nem sequer é dada a possibilidade de vir a viver nele futuramente, porque a simples verdade ao alcance de todos nós é que todo o Homem nasce para morrer. Nem um só, nesta imensidão de Tempo, deixou de o fazer. De morrer. Apesar de que, segundo a afirmação de alguns que falam da vida, com a morte a olhar para nós, (e provavelmente a rir-se, da nossa tão estranha loucura, pois talvez sejamos os únicos seres da Galáxia que afirmamos uma coisa com a certeza absoluta de uma outra completamente diferente) talvez Deus tenha feito o Homem para que este pudesse viver. Mais! Ter-lhe-ia dado a Terra e tudo quanto ela contém de modo a que nada lhe faltasse para a sua sobrevivência. Mas o que é mais revoltante e intrigante é que depois de todas estas benesses determinou-lhe o fim sem dó nem piedade, esperando cinicamente que o Homem alterasse o destino que lhe havia concedido. No mínimo, posso dizer que este Deus (se é que existe ou existiu) é um cínico que se esconde nas brumas de cada ser e espera atento que o Homem decida sobre um destino que já está mais do que decidido. Assim sendo, este Senhor poderoso, que de um sopro faz um Planeta e nele alberga milhares de espécies, não o criou para o Homem, mas sim com um outro objectivo qualquer até ao momento completamente desconhecido de todos nós. Sendo ele o único detentor da verdade da existência do Homem e persistindo em manter-nos nesta ignorância sobre a nossa própria existência, nunca saberemos a verdade sobre nós próprios. Não fôssemos nós impedi-lo (ao sabermos a verdade sobre a nossa própria existência) de concretizar as suas secretas intenções, pondo em perigo todos os seus secretos objectivos!

 

 

 

Com todo este seu secretismo, para não atrapalharmos os seus planos neste seu belo e perfeito mundo, com as suas milhares de espécies – às quais, francamente, pela atenção silenciosa e indiferente que presta a qualquer uma delas, não me parece que as consiga distinguir umas das outras – acabou por nos sujeitar a uma ignorância eterna que transformou a realidade deste seu mundo paradisíaco (criado com «amor» para o Homem) na destruição de todas estas espécies, com o aumento e a criação do ódio entre todas elas. Apesar dos teólogos de qualquer credo insistirem em afirmar, com o maior dos descaramentos, que o Homem é o grande destruidor de todas as espécies e até dele mesmo, devido a possuir o tal «livre arbítrio» (liberdade de escolha para poder fazer o que quiser da sua própria vida), o qual lhe terá sido concedido nos princípios dos tempos! Só que, logo à nascença de cada um de nós, neste mundo que Deus quis equilibrado segundo as suas próprias leis, somos obrigados a sujeitar-nos às suas decisões e determinações sobre como iriam sobreviver as suas espécies. Daí que aceitamos quase sem contestar e até agradecemos humildemente o direito que nos é concedido de abater outras espécies para nós próprios podermos sobreviver. Por sua vez outras espécies no Planeta, de acordo com a sua própria natureza e poder sobre os mais fracos ou mais desprevenidos, fazem o mesmo e, assim, lá vamos indo todos nós comendo-nos uns aos outros de modo a alimentar este corpo tão perfeito e tão necessitado com que o ­Senhor nos doou. É exactamente esta lei da sobrevivência que leva o Homem muitas das vezes, senão quase sempre, a ter que escolher, não o que mais desejaria de acordo com os seus próprios princípios interiores, mas sim a sujeitar-se a uma escolha mais ou menos forçada, imposta pela própria vida, de modo a poder sobreviver sem ter que sucumbir às exigências impostas pela existência, «gentilmente» cedidas a todos nós pelo nosso próprio Deus.

 


(continua)

 

está SOL

livros


publicado por lazulli às 11:31

Julho de 2007

SintoMe: ... a pensar nos Curdos

EscritoPorLazulli lazulli às 23:01
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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008

Humanidade Escravizada (II)

 

 

(continuação)

 

Ora, se recolhida a célula clonada de um determinado indivíduo, tendo em vista a criação de um outro indivíduo, tem que ser introduzida num outro indivíduo e este feminino, de modo a que a gestação do novo ser, até ao seu aparecimento, se possa finalmente concretizar. Perante isto, Deus não teve alternativa senão ter que recorrer a um corpo feminino já existente, para o aparecimento do seu amado Adão. A criação concretizada, só acontece depois de gerada, de contrário, no que diz respeito ao ser humano propriamente dito, nenhum ser existiria. Um corpo feminino terá que ter sido imprescindível em todo este processo, senão, não teríamos o aparecimento do Adão e da Eva. Como Paraíso quer dizer, em hebraico, segundo o mencionado em “Eram os Deuses Astronautas” por Erich von Daniken, pomar de fruta ou laboratório espacial, a possibilidade da raça humana ter sido clonada por este Deus Cientista, não é de todo de se desprezar. Penso que a conclusão de Erich von Daniken, se baseia na própria designação de Paraíso, onde um jardim fechado num recinto, é mencionado de vários modos:

 

Do antigo Persa, apiri-doeza ou poridoeza (pomar rodeado de um muro; recinto circular).

Hebraico: pordés (jardim)

 

Grego: poradeiros

Éden: jardim plantado no meio de um campo feliz.

 

Com tantas possíveis divagações sobre o aparecimento do Homem na Terra, tinham logo que optar por uma fantasia ridícula e insignificante digna de aceitação, só por parte de mentecaptos.

Desde que o Homem apareceu na Terra – e este aparecimento perde-se na noite dos milhões de anos passados – justificou-se sempre o seu início e o seu fim de todos os modos que a palavra escrita e falada nos possibilitou, sem tão pouco algum dia termos percebido como, porquê e para quê este seu «aparecimento». Talvez por isso, procuramos e não encontramos, porque nada há para ser encontrado. O princípio, que ninguém pode afirmar que tenha ou não tenha existido, e o fim, que aparentemente parece existir em tudo, não é certo para nada nem para ninguém.

Culpa de quem, este mistério da vida? Quem é ou quem são os responsáveis por todo este silêncio perpétuo, que tende a manter-se cada vez mais inacessível à grande maioria dos que ainda cá se encontram, dos que hão-de vir e dos que por cá já passaram sem resposta?

Só obtemos o resultado final de um problema se tivermos o enunciado desse mesmo problema e também o que se pretende saber. Na vida, não temos o enunciado nem tão pouco sabemos o que se pretende com a existência humana e, não só mas também, com a existência de todas as outras espécies. Daí que nos seja praticamente impossível saber o produto final. Isto é, se alguém pretender saber porque realmente existe, as parcas e insuficientes explicações que tem à luz dos conhecimentos actuais, façam eles parte do passado, do presente ou do futuro, são: nasceu da união sexual de dois corpos humanos a quem Deus, anteriormente, já tinha dado a vida, permitindo-lhes, assim, produzirem outros indivíduos semelhantes a si mesmos, de modo a manter e perpetuar a sua espécie. Como resultado do cruzamento destes dois elementos, obtém-se um terceiro elemento que é o produto da sua tão zelosa reprodução. E com este novo elemento, retirado dos dois anteriores, surge a família, a qual por sua vez, garantirá para sempre a continuidade da imortalidade com a criação de novas famílias que se perpetuarão até ao infinito. Neste processo de multiplicação infinita, assegurar-se-á a criação do homem pelo homem, onde a procriação fará jus ao lema:


«Prolificai e multiplicai-vos.»


Realmente, a espécie humana e todas as outras, existem graças ao processo da sua própria multiplicação. Mas, na sua essência, ninguém explica o porquê de assim ser, como tudo isto começou ou mesmo com que finalidade. Nem a teoria de Charles Darwin relativamente ao problema da origem e evolução das espécies – que demonstra que a vida surgiu gradualmente na Terra e que os seres vivos se desenvolveram de acordo com um processo evolutivo, das formas inferiores às superiores –, nem tão pouco pura e simplesmente acreditar que a vida é um bem precioso que tivemos a felicidade de obter de um ser bondoso, que ninguém conhece, conhecendo nós, apenas, os nossos progenitores/criadores, que são os nossos pais, que não só nos dão a vida como nos criam neste vale de lágrimas infinito onde vamos caminhando sem rumo e sem destino.

 


(continua)

 

...
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publicado por lazulli às 14:22
Terça-feira, 3 de Julho de 2007
SintoMe: impressionada com a inércia dos humanos e as suas alterações mentais egoístas

EscritoPorLazulli lazulli às 01:10
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Domingo, 9 de Novembro de 2008

Mary Paz - Primeiro Capítulo (4)


(... continuação)

 

 

A imagem longínqua de uma jovem mulher, absorvendo descontraidamente os limites da vida, ao longo da imensidão de uma praia deserta, continuava a perturbar-lhe o espírito de tão nítida que estava dentro de si. Esta imagem fá-la reviver um passado já passado, mas que não a impede de lhe parecer vivo, apesar de sua total inexistência no actual momento.

A imensidão do mar... A extensão da praia que se perdia do olhar e o inacreditável mundo vivo por cima da Terra... Queria tentar apagar esta imagem viva dentro de si. Esquecer! Como se esquecer fosse possível a qualquer Ente, se este faz exactamente parte da vida “presa”. Vida esta que vem resgatando continuamente o seu terreno, numa luta sem tréguas, desde o início da existência, da formação de tudo. Como pode o Ente apagar o pensamento, se ele não passa exactamente do pensamento? Mas, é para que o pensamento viva livre e eternamente, que ele continua a aprisionar dentro de qualquer matéria viva, a sua existência. Esquecer, seria aniquilar a sua própria existência e assim destruir o seu próprio mundo: a essência.

“Tenho medo de reviver a loucura que vivi. Tenho medo de tocar no meu pensamento vivo. Tenho medo de recordar! A dor de ver o que já passou e se extinguiu. O medo de relembrar... Ficou gravado em mim, o contraste repentino “desta” imagem da vida e do deflagrar há tanto tempo discutido, sábia ou ignorantemente por todos, de uma Guerra Nuclear.”

Neste momento ela continuava viva, mais viva do que nunca! Por isso mesmo, o seu pensamento vivia mais intensamente todo o passado vivente. Não mataria a lembrança que lhe doía. Seu pensamento sofria e continuava a mostrar-lhe o “momento”.

Não tinha havido talvez uns centimilionésimos de segundo entre o momento junto à praia e a terrífica destruição dessa mesma vida, com a reacção em cadeia de uma qualquer substância, que pode muito bem ter sido de Urânio ou Plutónio, e a explosão tão inesperada, tão incompreensível, que parecia que bocados de vida e de morte se haviam entre cruzado no espaço. O céu em fogo lembrava pinceladas de um qualquer pintor com as cores bem combinadas de todo o mundo desconhecido. Sobre ela continuavam a cair os estilhaços da morte na vida e os da vida na morte, projectados pelo impacto de um poder que desconhecia mas que teve tempo de observar quando muito lentamente, como se todos os seus sentidos tivessem sofrido uma mutação, se virou e olhou o horizonte. Ainda fumegava o célebre cogumelo, tal qual o tinha visto em inúmeras fontes de informação, que iam desde a informação visual até à informação escrita. Tudo era tão confuso, tão absurdo, que ficou parada como suspensa entre o espaço/tempo sem consciência da sua própria existência, a olhar 500 quilotons a libertar toda a sua energia no céu da Terra. O seu consciente recusava-se a aceitar o que o seu subconsciente absorvera no primeiro instante. O cérebro entorpecido impedia-a de agir racionalmente. Caminhou sem destino sob o mundo de fogo que a cobria e envolvia, até que suas mãos agindo a um qualquer comando interior começaram a agarrar desesperadamente os estilhaços que continuavam a cair, numa tentativa de limpar o ar e restituir-lhe o seu próprio espaço. Mas eram tantos os pedaços e tão estranhos, que suas mãos iam ficando macilentas de lhes pegar, fazendo-a sentir-se cada vez mais fatigada.

Desesperada, percorre o lugar seu que há um instante atrás era ali! E o pânico apodera-se de seu Ser, pois, não existia mais! E ela sozinha, não tinha conseguido atirar os estilhaços da morte, para o sítio de onde tinham surgido.

Arranha seu corpo e sua roupa, mas seus dedos resvalam trémulos por uma massa viscosa e peganhenta que a cobre, horrorizando-a. Ela existe ali, igual a si mesma, mas não estava lá! Tal qual a calmaria da praia deserta, que à instantes atrás fazia parte integrante dela mesma. Agitou seu corpo ao que pensou ser o vento, mas mesmo este ar não era o que conhecia, pois sentiu-o bater no corpo, atirando-a contra a dureza de um chão pejado de destroços. A vida tinha-lhe fugido e ela continuava viva. A incompreensão tomou posse de seu Ser, perante tão dura realidade.

Correu sem rumo certo (pelo menos pensa que correu) para junto das milhares de pernas que passavam perto dela. E no meio destes milhares de pernas de massa vivente que se moviam, numa corrida louca e desenfreada, via correrem as dela, numa corrida que parecia não ter fim, na busca de um caminho que já não existia. Mas sem caminho a seguir, para a levar de volta ao seu sítio, sentiu-se perdida. Vagueou nos destroços da morte... O tempo?!... Esse também tinha deixado de existir. A força que antes a mantinha de pé, tinha-a abandonado, fazendo-a correr lentamente sem destino certo, deixando para trás, o que havia mesmo em frente: desolação.

 

(continua...)

 

livro... dos "filhos do sol"

livros

publicado por lazulli às 18:48

Quarta-feira, 6 de Junho de 2007

SintoMe: ... atenta ao avanço islâmico no mundo

EscritoPorLazulli lazulli às 12:11
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Sexta-feira, 7 de Novembro de 2008

Mary Paz - Primeiro Capítulo (3)


(... continuação)

 

A lei do Homem que come outro Homem, para a preservação desta nova raça, (meio homem, meio mutante) é o ser útil à sociedade presente. Lei esta que acaba por ser uma sequência da lei implantada na Terra desde os primórdios dos tempos. Assim sendo, a sociedade vigente, continuaria a ser até ao fim dos Tempos, (caso estes venham algum dia a existir) a continuidade das leis das sociedades anteriores, pois que em todas elas o poder dos mais fortes sobre os mais fracos, sempre foi a que o Homem adoptou na sua vida na Terra, de forma a poder subjugar os mais frágeis em prol dele mesmo. Isto, porque, na memória dos Homens, estava registado que um tal Deus deu a Terra ao Ser mais capaz, de forma a que este dela soubesse tirar proveito. Realmente, a criação deste Deus, bem que soube tirar proveito desta Terra que lhe foi dada por herança, consumindo-a até que dela não pudesse tirar mais nada, deixando-a completamente despida de vida. Mas este Senhor poderoso que é o Homem que Deus criou à sua imagem e semelhança, não se contentando em destruir o que o seu Deus lhe tinha dado para viver, começou por fim ou princípio, a consumir os filhos de Deus para seu próprio sustento. Embora que já desde o princípio da humanidade lhes tenha vindo a consumir a alma com falsas verdades, desviando-os assim dos seus verdadeiros fins.

 

 

 

Parece até ironia do destino. O Homem que Deus fez, ultrapassou o seu Criador. Dele, hoje não resta mais nada a não ser um “Ser”, que não é o Homem que Deus criou e colocou sobre a Terra, nem tão pouco o filho da Terra que lhe deu o corpo, pois que a esta, também este acaba de destruir, prescindindo dela para sobreviver, com a arrogância que sempre o susteve. A ambos, o Homem sempre soube retirar o que mais lhe aprouve e talvez quem sabe, tenhamos pela frente um novo Deus, surgido provavelmente de uma vingança para com os que o fizeram: A Terra e Deus. Neste momento, passámos a ter três Deuses neste mundo:

A Terra, Deus e o Homem.

Neste momento o Homem era mais um Deus do que um simples "mortal".

Não prescindia ele das leis essenciais à vida, das duas forças que o sustiveram durante milénios? Ele estava, até, pronto a desafíá-las.

Como será o futuro com o aparecimento desta nova espécie? Mary desejava não ter nunca que se defrontar com nenhuma destas três forças, pois às três conhecia bem. Não era também ela, um pouco de todas elas?

 


(continua...)

 

bem...

livros

publicado por lazulli às 10:37

Junho de 2007

SintoMe: saindo de cima para tentar impedir o que rasteja pelo mundo

EscritoPorLazulli lazulli às 22:36
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Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008

Poemas aos Deuses (I)

 



Nem que um deus

Pequeno ou grande

Puro ou misturado

Livre ou disfarçado

Se prostrasse em frente a ti

Te tocasse o rosto

ao de leve

Te olhasse de frente

os olhos negros como a noite

com a sombra

a cobrir o buraco negro

dos pensamentos escondidos...


Nem que o pequeno deus

Te permitisse

Pegá-lo pela mão

e com ele

atravessasses a floresta

mágica invisível

ao olho humano...

tão deficiente sentido

Floresta não densa

mas misteriosa

Mistérios ocultos ao olhar

Não humano

Mas descrente

do que não pode e não sabe alcançar.


Nem que

O pequeno deus

Permitisse a partilha

e comer da tua própria boca

Nem que as gotas de vidro cristalizado

brotassem ininterruptas

de um deus

diante de ti...


Tu Homem

Não o reconhecerias

Não o sentirias

Não o perceberias

Porque os deuses para ti

São peças de um jogo primeiro

e esquecido

com objectivos concretos

a atingir

um jogo pérfido

indigno de deuses

Um jogo

meramente humano

querendo ser divino.


Assim como na eternidade

passada

Também tu Homem

Arrogas-te o direito

de dizeres que os conheces

Mas eu simples humana

Digo-te

olhando-te do baixo onde me situo

permanentemente

Digo-te que

Não os conheces

Não sabes quem são

os deuses que aqui estão.


Conheces deles

Os dogmas obscuros

que sobre si pesam

que foram dar à anterior civilização

que fez esta

onde te encontras.


Conheces

o conhecimento do homem

oportunista

Aquele que

com pequenos raios de luz

difusa

atravessou as redes de pescadores de sonhos

Conheces as lendas

que deles sobram.


Mas digo-te eu

do baixo onde permanentemente me situo

Não conheces a sua dor

nem o seu amor

Não conheces a sua tolerância

a sua persistência

A sua fé

no Homem

quase perdida

com a sua dor profunda

por existirem homens como tu

Únicos baluartes da verdade

exposta

Autênticos lutadores

para fazer ressurgir

a luz fosca do passado

Mas pouco ou nada guerreiros

da verdade e da justiça que caracterizam

Os deuses da antiguidade.


Não corras a praticar rituais

aos deuses

Corre a amá-los

se fores capaz

Corre em seu socorro

Porque

ao socorrê-los

É a ti homem

que estás a socorrer

Porque um dia

os deuses desistem

de tanta incompreensão

de tanta ignorância.

Sempre o deus pequeno

aceita o sacrifício

de te manter homem

a alma e o coração


Os deuses choram

eles choram

Os Deuses sentem

eles sentem

Os deuses

nunca desistem

do amor

essência divina

de onde surgiram.

Não desistem

das partículas

de si mesmos.


Escuta a voz

dos deuses

que aqui estão

e que te falam.

Se não és capaz

de os reconhecer

quando por ti se cruzam

és capaz pelo menos

de os ouvires

quando docemente

te querem poupar?!


Não sabes o que é o sofrimento

homem

Porque só conheces

o sofrimento humano.


(2007)

 


penso: vazia

 

tags:

publicado por lazulli às 17:41

Segunda-feira, 30 de Abril de 2007

SintoMe: envolta num mundo de mentira e engano à raça humana

EscritoPorLazulli lazulli às 10:30
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Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008

Mulher

 
 
 
 


Mulher

Que acaricias meigamente o rosto de teus filhos

Que cobres tuas lágrimas com falsa indiferença

Que procuras ignorar teu sentido de mulher,

na ignorância que te é imposta pelo teu “irmão” homem.

Que com dores de parto

Dás ao mundo seres que um dia te desprezam, te caluniam, te humilham

e te fazem rastejar pela lama suja que “eles” criaram

e onde te obrigam a deitar

Que sofres nesse silêncio forçado

O teu grito oculto de tristeza infinita e sujeição.

Que acabas como que um escravo dos primeiros temos

pensando que nasceste para obedecer sem pensar

Te esquecendo que és tu que dás seres a toda a humanidade

Que fazes tudo pensando que não tens o direito de pensar

Pensa em ti Mulher

Começa pois a raciocinar

e dá-te o verdadeiro sentido do que realmente és

Um ser humano

Não és um animal indefeso

prisioneiro de quem teimosamente quer prevalecer sobre ti.

Pensa... Sente...

E verás que como o ser que quase na totalidade te ignora

A não ser para seus belos prazeres carnais.

Também tu Mulher

Foste feita da mesma maneira que eles

Nasces-te do mesmo modo que eles

E tens ainda o privilégio de dar a vida aos seres

Recorda... Não como algo insignificante

Porque não é!

As dores do parto

Teu doloroso sofrimento silencioso

através da longa data a que pensas estar sujeita

Que como eles, nasceste despida

e que como um ser humano

Enfim... peço-te, eu mulher jovem

que vejo já desde criança as injustiças que te impõem

que retomes o lugar a que pertences

Sem medo, sem receio

Quer o que é teu

Nunca é tarde

Que aos filhos que no teu ventre se formam

Lhes dês a igualdade justa

Não se formam eles dentro de ti, da mesma maneira?

Não ficam ambos o mesmo tempo e se alimentam de ti do mesmo modo?

Ambos não te fazem sofrer?

São iguais

Pensa e verás que tenho razão

Apesar de nunca ter passado por essa bela experiência

Que é ser, Mãe

Não dês liberdade total a um

roubando quase inconscientemente a liberdade do outro

Não queiras que tuas filhas sejam tão infelizes

quanto tu o foste.

Não é justo que digas amar aos dois

quando para um lhe dás o pleno direito de liberdade

e ao outro lha roubas, dizendo ser o seu dever

Nada é esse dever que te meteram na cabeça

Como uma qualquer disket é posta pelo homem num computador

Tua filha é um ser

que precisa de amor e não de sujeição

Não dês continuação a teu sofrimento no ser que crias

a tornando infeliz

Não tens o direito de lhe roubares tudo

Dando o que lhe pertence a outro

Deixa-a ser um ser humano

Tal como o teu filho

Ambos se alimentaram no teu ventre

E ambos nele se formaram

Pensa e medita e encontrarás a verdade que te escondem.

Mulher, ser Mulher é belo

Quando se é realmente Mulher.

E Mulher, não é um ser comandado

mas sim um ser sentido até ao profundo de seu ser

Um Ser Amado.



Quarta-feira, 18 de Abril de 2007

penso: ... (do Livro De Poesia) "Vestígios Longínquos"

publicado por lazulli às 17:13

SintoMe: ... com medo do islão

EscritoPorLazulli lazulli às 22:48
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