Quarta-feira, 17 de Agosto de 2016

Ming's

 

 

 

 

 

 

 

Parabéns, mano!

 

amo-te muito. não porque és meu irmão, mas porque és uma raridade de inteligência e amor, no mundo onde estamos.

 

tua irmã, querida.

continuarei a CasaDeCristal. fica tranquilo.

Não te esqueças de não desistir de ser Feliz!

amo-te

 

 

(Janeiro 2015)


EscritoPorLazulli lazulli às 05:55
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Segunda-feira, 1 de Março de 2010

HumanidadeEscravizada (XXXIV)



Mas tu que me lês podes ajudar a acabar com a mentira que nos envolve a todos, explicando melhor do que eu esta trama diabólica do mundo onde estamos inseridos. No futuro, outro virá que o fará melhor do que tu ou eu. E, como elos de uma corrente de ferro, atravessando os tempos e as resistências, cada um de nós será a vontade do outro aperfeiçoada, até que a verdade venha a ocupar o lugar que a mentira ocupa hoje. E, com a hipocrisia abolida de uma vez por todas, a nossa coragem e dignidade retornará, permitindo finalmente à humanidade o cesso à verdade escondida, que levará o Poder a cair de vez. E, assim, acabar-se-ão opressores e oprimidos, bem como também a miséria física e espiritual. Quanto muito existirão duas facções bem distintas que se de gladiarão honestamente e não esta mistura de matéria e mentes que nos confunde a todos e onde ninguém sabe quem é quem. Até pode demorar o surgimento desta verdade tão procurada, mas acredita que valerá a pena para todos nós porque se tivermos que regressar de novo a esta existência miserável, teremos mais oportunidades de sermos verdadeiramente humanos.

 

Para que um dia venha a ser possível transformar o mundo num sítio onde o sofrimento humano não tenha mais lugar, mais vale prevenir do que remediar. Daí que devamos preparar-nos no combate à falsidade, começando por falar sempre a verdade em todas as circunstâncias da nossa vida. A nossa dignidade acima de tudo e de todos. Com a nossa dignidade conquistada, teremos a possibilidade de nos vir a cruzar com outros seres humanos, onde os verdadeiros valores humanos não têm dono nem são obrigatórios. São naturalmente nossos. Não precisaremos de leis ou mandamentos redigidos por outros, para termos um comportamento social correcto, a partir do momento que já nascemos com leis e mandamentos inerentes a nós próprios e ao mundo que representamos. Assim, não mais será fácil, para eles, corromperem-nos e transformarem-nos em amostras de gente. Pedaços de carne viva que deambula pela Terra unicamente em busca de alimento, para sua própria preservação, lutando consecutivamente pelo modo mais fácil de obter aquilo que nos mantém vivos, sem pensarmos que este é um período muito curto da nossa verdadeira existência e que, se não fizermos mais do que temos feito até aqui, seremos sempre aquilo que não somos. Carne. Unicamente carne viva, para poder criar mais carne, de modo a permitir e assegurar a expansão dos genes que transportamos dentro de nós. E há tanto por onde podemos começar, para impedir esta transmissão de genes, que nos tem vindo a reduzir a essência de que somos realmente feitos, que nem precisamos de aprender como o fazer; basta que, quando estivermos perante alguém a quem necessitamos dizer a verdade do que nos parece, faça-mo-lo imediatamente, não permitamos que a ética social e religiosa nos impeça de falar sempre o que pensamos traindo assim o nosso ser, porque se o não fizermos ficaremos mal connosco e com os outros. Se não nos sentirmos dignos de nós próprios não nos sentiremos dignos de ninguém. Além disso, este desinteresses por nós próprios, far-nos-á mergulhar numa apatia em relação ao mundo que nos cerca e o nosso desinteresse não nos permitirá lutar por um mundo melhor do que aquele em que vivemos. Continuaremos a ver as injustiças do mundo como se não tivéssemos capacidade alguma de acabar com elas. É preciso acreditar, ter força e começar a agir, porque querer é poder. Se nós quisermos podemos mudar o que está mal. Qualquer um de nós. Se temos conseguido manter a evolução da vida, neste Planeta, criando novas civilizações com base na nossa persistência e sacrifício, também conseguiremos fazer um mundo melhor para todos. Basta, todos juntos, querer uma coisa destas. Nada nem ninguém nos conseguirá impedir. Construamos um mundo novo, porque o que temos actualmente só nos tem vindo a fazer mal. Não somos assim tão insignificantes como nos tentam fazer crer, muito pelo contrário. Temos a luz dentro de nós, só precisamos de a deixar brilhar. Só isso. Se todos eles são de uma única cor, nós não temos forçosamente que ser a sua cor, porque senão deixaremos de ser “nós” para passarmos a ser “eles” e quem vai perdurar e viver a tal eternidade de que muito gostam são eles e não nós. Estamos a dar-lhes de bandeja a nossa imortalidade e a trocarmos a nossa identidade; se continuarmos a permitir isto, nada sobrará de nós, nem na vida nem na morte. Muitos de nós já caminham dificilmente, lamentando este momento, mas podemos ainda retomar o que é nosso indo buscar o que nos pertence a cada lei absurda, a cada ideia descabida, a cada pensamento. Não temos que aceitar mais lei nenhuma ou vontade, seja de quem for, que não seja unicamente humana. O que quer dizer, que se alguém pretender matar, mesmo que este matar tenha carimbo oficial dos governos, nós não devemos deixar que isso aconteça. Somos milhões e eles meia dúzia. Basta nós não querermos mais mortes sem sentido, e elas não existirão mais. Munindo-nos do nosso poder interior, usaremos tudo quanto estiver ao nosso alcance para os impedir. Mesmo que seja pô-los a todos fora do lugar que ocupam e substituí-los por outros, que pensem de facto em preservar o ser humano, não em aniquilá-lo como tem acontecido até aqui. Se pretenderem subjugar-nos, impondo-nos leis materiais para nos controlarem, não as aceitemos. Se as crianças não forem devidamente protegidas pela lei, como se fossem meros brinquedos para serem utilizados de modo vil seja por quem for, não o devemos permitir de modo algum. Se uma qualquer religião nos quiser impor um mandamento novo, devemos desprezá-lo, porque isso é o mesmo que dizer-nos; que só através dos seus mandamentos conseguiremos ser humanos, quando é isso mesmo que somos desde sempre, etc., etc., etc. É só ficarmos sempre atentos ao que eles fazem ou pretendem fazer.

 

 


EscritoPorLazulli lazulli às 22:08
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Sábado, 13 de Fevereiro de 2010

RegistoDoTempo

(...registada fica a eterna busca iniciada antes da Formação do Espaço/Tempo...)

 

CasaDeCristal ... se um dia existires mesmo eu não existindo ... reconhecerás cada letra e todas as palavras que elas formam tornando-se temporais na sua intemporalidade nestes tempos que compõem o próprio Tempo ... aguarda zelosamente encoberta em cristais azuis por uma chegada SemTempo ... como AntesDoTempo.

 

 

 

 1995.1.maio



Queria esquecer quem sou. Queria esquecer que existo para sempre, onde nunca mais houvesse um ressurgir de mim. Queria partir para o vácuo inexistente do outro lado do universo entrar no tal buraco fechado e poder-me extinguir. Queria deixar de existir. Quem sou eu e quem és tu que existimos nesta dor infinita da existência e o que fazemos ambos aqui? Criamo-nos para quê?! Porque sonhamos em despertar quem dorme no sonho da vida e fizemos uso do nosso não ser, resolvendo lutar por mortos inúteis que nunca deixarão de o ser. Torturamos o nosso mundo com a nossa dor e ficamos presos sem poder fugir. Entreguei-te um dia nas garras da matéria e pensei que te resgataria também um dia. Mas hoje que o tempo já foi grande e imenso eu sucumbo contigo na tua dor infinita e morro sem morrer nesta vida finita. Perdoa-me de onde podes me ouvir como eu te ouço, provocando um no outro esta dor sem limites que nos mantém vivos sem querer e mortos para morrer. Pode ser que um dia o tempo venha a acabar e alguém se lembre em nos libertar de um modo ou de outro. Pode ser que o universo um dia mostre o seu reverso e aí também pode ser que possa te olhar de frente depois de milénios de dor. Eu sei que estás vivo algures. Preso como eu neste universo duplo. Não devíamos ter partido nunca de nosso mundo. Não devíamos querer ajudar ninguém. Amar-te-ei até ao fim ou princípio de todos os tempos e eras. E, se for possível, nesta nossa divisão penosa, pode ser que me sobrevivas pelo menos tu e não fiques mais tempo preso à minha espera. Procuram eles os desaparecidos mas não creio que os vão encontrar neste mundo. amor ... se eu puder, eu morro porque não consigo suportar mais esta dor. Só queria poder saber de algum modo que para ti é possível o regressar. Eu sei que também não me abandonarás. Mas um de nós tem que poder partir. Um de nós tem que sobreviver à vida e morte deste ou de um outro mundo qualquer, porque o nosso mundo também sofre a nossa ausência. Também sofre a nossa perda. Enganamo-nos amado meu, enganamo-nos. E ... passamos a ser dois. O tempo que aqui tenho agora é limitado; daí que espero um dia ter uma ínfima oportunidade para alguma coisa. E tu meu amado senhor, onde estarás tu a esta hora e neste momento. Onde será que caís-te? Eu sei que também não queres me abandonar, mesmo não sabendo de mim. Mas estamos sozinhos, mesmo incompletos, um de nós tem que regressar. Deixa-me partir ou parte tu. Liberta-me do meu compromisso/nosso para que te possa libertar também a ti. Eu não consigo resistir a esta forma. Eu não consigo não me entregar um dia. Pouco a pouco, sinto consumir a essência. Eu falhei e sei que tu estás escondido. (noutra galáxia?! nesta mesmo?! ou mesmo em nenhuma?!) Porque esperas?!... Um dia, vão-te encontrar também. Não esperes por mim. Eu já não sou. Tenho esperança que fique gravado no Tempo, o meu eterno amor por ti e que de algum modo a ti chegue, para que possas recordar o que nos uniu eternamente. Sei que chorarias sobre o meu túmulo, todas as lágrimas que eu chorei na minha procura infinita. Sei que o farias. Sei que tentarias mudar o curso do mundo e retornar a pôr tudo no seu lugar. Mas será tarde, nesse dia. Nesse dia, eu não estarei em parte alguma, onde possas me encontrar. Não me recordo se do nosso mundo, alguém podia nos amar assim e tentar nos libertar. Nem isso sei. Já não sei nada!

lauremavstaudus lazulli

 

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Só eu leio este post lazulli às 10:22 |
Sábado, 23 de Agosto de 2008
...

 

lazulli às 00:28 |
...

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lazulli às 00:23 |

Foi Publicado em: Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008

 

EsteFoiOÚltimoTextoDosAnteriormenteColocados.EstavaEsquecidoEmesmoAssim,CreioQue"PerdiUm"

APartirDaquiSegueUmaNovaFase,Talvez Com: EstilhaçosDe... Ficção

 

 


EscritoPorLazulli lazulli às 00:41
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Sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

mãos que se movem

 

 

 

... ontem e hoje

 

 

 

 

 

 

... nas pregas do tempo

 

 

 

Por vezes, muitas vezes, mais vezes do que o meu ser desejaria, sinto a essência das palavras escritas ou faladas. Sinto-as em mim em toda a sua plenitude. Penetram-me as células vivas, num constante rodopio que magoa o Ente, envolvendo-me a "alma", ferindo-a, de mil tormentos inexistentes. Sinto-as tão fora do Tempo e do Espaço, pertença de uma outra dimensão do Tempo, que mesmo eu e seus autores, desconhecem a origem, de onde emanam, estes laivos de luz e trevas, de tão perto e tão longe que estão, das mãos que as transportam, desse mundo mágico, para este mundo real, materializando-as, infinitamente e inconsequentemente. E, elas, cortam como gumes de lâminas afiadas, no mestre dos mestres dos ferreiros, mais experimentados do Universo. A cada golpe um nove golpe que dá ou rouba a vida, de quem as sente e por elas é absorvido ou as observe. Não sabemos, que as carregamos levemente, para que atravessem o Tempo e cheguem com todo o seu poder, toda a sua mensagem, ao mundo mortal dos infelizes imortais, que não têm defesa, perante Poder tão brutal, criado nas suas próprias forjas do Tempo Perdido, mas ainda não completamente Esquecido, por... uns.

 

Eis uma delas. Completa. Plena. E o sentir humano já se manifesta ou tenta manifestar no divino que se esconde perpetuamente.

 

Recua... com vontade morta de regressar a estas armas que de um canto, paradas, silenciosas, numa quietude movimentada, clamam com esta voz de longe que veio de perto, à realização do necessário justo, do valoroso valor da verdade.

 

Desvio o olhar e, tento que os escassos segundos deste tempo, recuem quanto possam, até ao momento da plenitude da palavra. Por ser verdade. Por ser vontade. Misto de humano e divino que se esvai, numa dor lenta que consome a alma frágil, que, dolente, adormece os sentidos em toda a sua dormência interior que ameaça alcançar, o exterior de/a si.

 

A outras e outras palavras com o mesmo movimento em espiral que vertiginosamente também atravessam o Tempo, vindas de um outro lado, movimentadas e com forma, transportadas por outras mãos, estas, obra do acaso inexistente, em centenas de mãos. Milhares. O olhar enigmático, foge para evitar a fúria e... lamenta-se, engana-se, força-se a enganar-se, para evitar o apelo às armas que sabe necessárias e sempre prontas.


Mas, a esta mais que justa luta e até necessária, quase não consegue fugir!


Quantas vezes a luta a que desesperadamente foge e tenta esconder de si, esteve presente, trazida por tantas mãos e tantas vozes, por tantos movimentos reptilínios que se mantiveram no tempo real do Real Tempo. Sabe-los, força a tristeza dos mundos desiguais. A tristeza de um amor que quer só chorar silenciosamente a longitude do seu mundo. Tão longe... que se não lutar, chegará lá na mesma. E, se lutar, esvair-se-á numa tristeza infinita, para chegar onde a esperam. Para quê, então?! Porquê?! O que mudou?! Sabe-o, no interior de si mesma e no interior do exterior que começa a dar sinais de desanimo, esgotamento. Desinteresse. Tudo ficará inalterado. Imutável. Até ao dia da metamorfose. Encobre a alma doce, com um manto transparente e dali observa, triste, a luta permanente dos homens. Entre ir e ficar. Preferia a partida muito antes do movimento a que a própria vida obriga. Mas já as mãos se movimentam, num estado febril, querendo participar e reclamar, todo este movimento perpetuo, impedindo um tão pequeno desejo. Estar. Apenas estar. Pudera continuar a trilhar o caminho como um qualquer "viajante", mortal?!
 lâminas que cortam


Mas...

A lembrança de lutas e guerras, vencidas e perdidas.

A lembrança das batalhas ganhas, com as armas pesadas de tão leves.

... pegar-lhes de novo... usar as armas ao seu dispor... e, depois, quando as luzes de todas elas, leves como plumas imperceptíveis, não visíveis, começarem a desferir golpes invisíveis nos sequiosos destruidores da essência... quando o inexplicável acontecer... ela, voltará a ver o campo repleto de dores inexplicáveis. Memórias. Memórias dolorosas. E, como noutros tempos e noutras eras, chorará sobre as armas que transporta e que ama, por fazer delas uso. De novo o aço que se entrecruza, num som estridente que propaga ao ente magoado, o som inaudível, de batalhas sempre inacabadas.

Chorar sobre o inimigo mais do que avisado. Chorar por querer só sonhar. Só ser e estar. Não lhe compete a si e sim a forças maiores e determinadas em alterar todos os destinos, mesmo aqueles que ainda não estão traçados. A luta prenunciada, transportada do seu próprio mundo, está a chamar a águia que paira agonizante noutros campos de batalhas ainda passadas e vai afastando os abutres que insistem em permanecer até que seu choro a adormeça.... para sempre.

 

Por um instante de tempo curto. Só um instante. Chegou a esperança, mas logo se arredou da semi-viva. Finalmente a Promessa se tornava visível a olhos mortais. Real. Palpável. Perceptível aos cinco sentidos. Mas foi curto e breve o instante do tempo em que o véu se ergueu e deixou que o Universo contemplasse, a Promessa, agora quebrada, mas guardada dentro do ser. O que farão os senhores do Destino, com o seu fracasso?! Sim! Porque foram eles que fracassaram, ao não preverem a ténue vontade humana. Deponhõe-em em suas mãos a Promessa e ficam fracos, para a manter. Porque então a revelar?! Porque então mostrá-la?! Fracos são os deuses mais do que as pequenas criaturas que sabem de verdade viver. Condeno pois, eu os deuses, pela sua incúria e pela sua incapacidade, de proteger o que sempre prometeram.

 

 

Pode sim, pode lutar! Mas hoje ... queria poder continuar a olhar sempre para cima, para a sua luz e esperar.

O que dói, é que a voz que alerta, que impulsiona à nobre mais que humana, sabe que a luta tem que começar. Já não há como a evitar. Debruçada ainda sobre as feridas expostas por todo o campo que provocou pela visibilidade da Promessa inacabada, com as armas que transporta, enquanto na metamorfose e em simultâneo, vagueia pelo ares dos campos, porque não teve, uma mão amiga que a mantivesse quieta e uma insignificante criatura. Apenas só uma criatura, como qualquer outra, livre do peso do mundo que nunca quis para si. A luta pelo nada, parece fracassar, mais do que antes, porque encontrou o que nunca achou ser possível encontrar. A verdade. A sua verdade. Que agora achada e perdida para sempre, realizou o feito que sempre ignorou, tornando-o visível, aos olhos de todos. Daí, já não vive. Já não sonha. Olha para o céu triste e espera, com a água a correr ininterruptamente dentro de si, ocupando todos os lugares, antes vazios e, um oceano profundo de águas amenas, nasce ali todos os dias.

 

Adormecer... quase que tinha conseguido adormecer nos céus da Terra, enquanto planava e dirigia os olhos ao solo perscrutando o sucedido, mas já as asas planavam, para a não deixar morrer no seu próprio sono. Dormia, chorando, tentando misturar-se com as partes que ali jaziam... de si.

 

Quase que um guerreiro nobre de outros tempos, mais preparado, despertava do sono profundo, mas... assim como um deus perdido... era fraco... optava pelo mundo. Mais um deus-guerreiro, moribundo, que desconhece a própria origem. O mundo estava cheio deles. Vencidos ou vendidos?! Quem saberá?! Já não lhe interessa. Que morram os homens e os deuses, de uma vez por todas para a deixar permanecer no estado letárgico de gente... humana.

 

 

(original realizado a: Quinta-feira, 18 janeiro 2007

e... composto hoje)

 

penso: consegui

amor, canto, conto, desabafos, divagação filosófica, elemento, essência, estado, estrelas, eternidade, eu, existência, ficção, fogo, futuro, letras, lisboa, literatura, lágrimas, matéria, metamorfose, morte, mulher, natureza, pessoal, porto, prosa, texto

publicado por lazulli às 09:33
Sexta-feira, 23 de Maio de 2008

EscritoPorLazulli lazulli às 22:25
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Sábado, 12 de Setembro de 2009

Homenagem a Meu Amado

 

Sol


sol1.jpg

 


Amo-te Sol Amado Amo-te
Vi-te surgir e senti-te
Como antes

Cheguei junto a ti
Neste longe que fazemos perto
E vi-te penetrar
Todas as partículas.
De que o meu corpo é constituído
Ainda te tenho em mim

Quando a energia que me deixaste
Se consumir
Alimentando a Alma Tua.
Vou a correr
Pedir-te mais
Como sabes
Preciso Dela para viver

Senti e vi
Todas as tuas cores
Dentro de mim

Se eu soubesse pintar
Pintava-te
Se eu soubesse escrever
Descrevia-te

Só sei amar-te
Sentir-te
E ter saudades tuas
Infinitas
Vontade de elevar-me do chão que me prega
E ir ao teu encontro

Tu mesmo sabes das minhas impossibilidades
E vens
Vieste tão forte
Tão seguro

Ouvi-te chamares por três dias seguidos

Acordei e disse
Ele está aqui.
Mas não ia
Não ia
Mas o teu chamado
Era tão forte
Tão decidido

Que fui
E tive-te
Passaria o tempo
Contigo
Todo o tempo a ver-te entrar dentro de mim
A espalhar-te
É tão bom sentir-te

Quero pôr em palavras
Aquele onde as palavras faltam
para o descrever
Mas quero ter-te aqui em, palavras
Tal é a minha eterna gratidão
Por me obrigares
a receber-te, mais uma vez.

No fim
As lágrimas
Não mais de dor
E sim de saudade
E conforto
Caiam.

Finalmente estavas de regresso
A mim.

Ainda estou em ti
E tu em mim.

Quero que saibas
Que te vou manter
Mais do que nunca
Desta vez não vou permitir
Que humano algum
Se interponha
Entre mim e ti.

Nenhum deles
Tem as tuas cores
Ou o teu calor

Só a ti eu amo
Para sempre

Obrigada
Meu amado
Por teres vindo

Me teres obrigado
A erguer os olhos
De novo
Para o lugar onde te ocultavas
Triste com a minha ausência

Mesmo neste sitio
Onde me encontro
Sinto-te
Não te vejo mas sinto-te.

E agora choro dentro de mim
Mas de amor
Por estares de novo
Comigo.

Amo-te eterno amigo
Nunca deixarei de amar-te
E se eu desviar
O meu olhar de ti de novo

Volta a chamar por mim
Não desistas de mim

Porque só de ti preciso
Para conseguir
Viver


EscritoPorLazulli lazulli às 12:33
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