Quinta-feira, 7 de Setembro de 2017

cristal

lfotodanet
Hoje que a Esperança morre lentamente e o Tempo já não é suficiente lembro um mundo de cristal que nunca esqueci e a ansia de a ele retornar o mais depressa possível porque continuo com a certeza que não sou deste mundo e que continuo sem saber viver nele.

SintoMe: igual a ontem
Palavras: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

EscritoPorLazulli lazulli às 01:29
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Domingo, 3 de Abril de 2016

Mátria

 
 
Chora o duplo a Mátria-Mãe
lágrimas de fogo ardente
esvaem-se perdidas
no sangue derramado
infiltrado
 
das mesmas vidas
 
Olha em mágoa
incontida
a preferida
no topo do ermitério
 
perdida
 
Coberta de sangue inocente
está a Terra embebida
10 000 anos já se foram
e o usurpador 
continua a devastar
a essência humana
privilégio "maldito"
 
de poucos
 
No princípio
Pós chegada
Mataram e devastaram
Impérios reduzidos a pó e cinzas
Crenças inúteis para criaturas úteis
genuínas
Estátuas tombaram
Cabeças rolaram
Pedras empilharam-se pelos solos áridos 
Pouco sobrou do mundo antigo
Ancestralidade perdida
e novas vidas
 
Senhores e escravos
escravos e senhores
Regimes dogmáticos
imbuídos de políticas
Poder de fazer
leis absurdas
nos comandos do mundo
Vidas inocentes destruídas
As mesmas vidas
 
Um só deus desconhecido de todos
Ouro é seu melhor contributo
Promete um paraíso desconhecido
ao subjugado
ao seu poder único
incontestado
Divide-os por género
matando um deles
não para sempre
porque dele precisa
p'ra procriar
Mais escravos
O ouro deve continuar
Aterrados
pela perda da sua humanidade
heróis tombam de espada na mão
para evitar
vassalagem sem perdão
aos que aqui estão
 
Cabeças vergam-se à Terra
Agradecem as vidas miseráveis
Oferta de um deus desconhecido
vindo de longe
de muito longe
Por um sopro de ar
inútil
destroem a sua natureza
implantando natureza desconhecida
Erguem-se templos
precisos
 
2 000 se passaram
Muitas "leis" foram lançadas
A pobreza a miséria
É paga de ouro dado
A promessa era na morte
de um dia
Os senhores deuses
carrascos ao serviço do divino desconhecido
empanturram-se
de prazeres hediondos
desconhecidos dos humanos perdidos
submetidos
A conquista estava feita
A promessa a caminho
Realiza-se lenta
mas eficaz
Guerras e batalhas
grassam por toda a Terra
não toda
completamente conquistada
na "alma" ou no "corpo"
dos que ousam prevalecer
eles próprios
 
Era preciso mudar
Trazer algo de novo
ao povo
Os impérios não caíram
completamente
Ressurgiam imponentes
audazes eficazes
espalhavam-se pela Terra
numa mistura entre o antigo e o moderno
fazem perigar
o grande plano conquistador
de terra alheia
É preciso impedir o seu avanço
É preciso alterar o curso do mundo
que não verga
A humanidade tem a essência do cosmos
Algo que não é combatido
num só combate
São precisos muitos ardis
para sugar a essência não controlada
pelos predadores
Daí...
Outra ordem surge
Tão dúbia como a anterior
Afastando na aparência
os antigos "seguidores"
Mais eficaz
Mais poderosa
Com o amor
transformado em ódio
ao semelhante
A conquista já se alargou
ao canto superior da Terra
onde muitos se mantêm
gente
Mais impérios caiem por terra
Mais guerras e mais batalhas
Linhas territoriais
são conseguidas
Mais "leis" de amor feitas morte
Desta feita
Mais letras humanas surgem
do nada
Divinas
Mais do que o divino ausente
Nada de bom no bom
surge daqui
Inicia-se e rompe o mundo em esplendor
O amor
Segunda Vaga de luz
ao dispor
dos mesmos
Dor, sacrifício e sujeição
Tortura e morte
para os que aqui estão
 
Desta vez estendem-se mais longe
O oeste é seu limite
A terra fica negra de tanta morte
Aos heróis da Antiguidade
deram os guerreiros continuidade
Novas espadas travam novas batalhas
Novos mundos se criam
por persistência e teimosia
Duas forças se "criam"
Mas a mistura já foi feita
O antigo mistura-se com o moderno
4 000 anos já se foram
Na mente humana formatada
com o vírus orgânico
transmitido de boca em boca
Germina a semente
da serpente lançada
que não acaba
Quando todos a julgavam
já exterminada
 
 
Numa paz débil
A mente brilha
Ainda cancerígena
Lambendo ainda as feridas das fogueiras
A humanidade caminha
em esperança
Recupera o tempo perdido
E mostra seu esplendor e inteligência
A igualdade dos primeiros tempos
espalha-se como um Sol
Sacode a baba da cobra que os enrola
Estão perto do progresso devido 
Da verdade. justiça liberdade. 
Amizade entre irmãos
da mesma espécie
Prosperidade
Assim pensam eles
na sua ingenuidade humana
Mas a tocha que lhes trazem
é a mesma 
Só que não sabem
Nem supõem
que os pilares onde assentam
suas crenças
São falsos
Trazidos pelos mesmos
na sua luta contra a raça-humana
Sempre ocultos 
aos olhos de todos os crentes de sistemas perniciosos
ao vivente
A gente
 
O pérfido vingador
Rei e senhor de muitas guerras e batalhas
não se contenta
A terra prometida continua prometida
Do olho negro espreita
e solta a aliança aparentemente perdida
Ouro negro eclode do subsolo
A aliança mais uma vez se concretiza
Ouro riqueza desmedida
Salivam loucos de alegria
por beneficio tardio
Estavam preparados à muito tempo
cumprindo os preceitos malditos
Mereciam
Mereciam o ouro negro
esta legião negra na alma
zelosa do oculto
Chegara a sua vez
E o terceiro irmão rejubila de alegria
E avança ao mundo inteiro
Com dinheiro
Milhões lhe prestam vassalagem
Rodopiam esvaziando suas mentes
de humanidade
E volta a animalidade
dos desalmados
Sangue jorra e continua a jorrar
Ninguém vê
Por encobrimento dos mesmos
noutros locais
aguardam
na esperança encoberta
das areias do deserto longínquo
onde dorme
a Arca... "perdida" "roubada"
vinda de fora
Absorve-os
E ao mundo inteiro
O dinheiro
 
Ambiciosa escumalha
quer tomar parte
desta nova/velha
senhora que rasteja desde o Deserto
à 10 000 anos
Sai da arca e mostra-se
Bebe sangue
Sangue humano
A imortalidade
E... lá continua sua marcha
Dirige-se ao centro
A nova legião segue-a desde o deserto
Imbatível
A mesma linhagem está entre eles
Uns e outros são os mesmos de antes
Com nomes diferentes em vários locais da Terra
E seus crentes atacam-se entre si
Mas eles não morrem
Nunca morrem
Nunca a raça humana
viveu tal terror e desumanidade
 
Tal desigualdade
 
Aqueles que descansam na paz
são atacados
Por todos os lados sucumbem
Não acreditam
que veneram a cobra desde sempre
Que ela está prestes a completar o seu círculo imundo
de dominar o mundo.
 
Sobrarão os filhos da serpente
escondida
na Terra prometida
 
Quem salvará a humanidade?!
Quem lhes fará frente?!
Quem os expulsará da Terra que não é deles?!
Ninguém!
 
O mesmo pérfido predador
A mesma terra prometida
Aguarda a chegada
da prol já existente
A "alma" humana está contaminada
Por adorações bizarras
a deuses desconhecidos
Com feroz legião de adeptos
perseguem os perseguidos
A Terra
é a mesma
Quem a ocupa
Não!

amorc.jpg

 
A Mátria chora
na  Terra destruída 
a Preferida
SintoMe: triste por tanta mentira à humanidade
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EscritoPorLazulli lazulli às 19:58
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Segunda-feira, 21 de Março de 2016

O Perigoso Regresso Do Monotaísmo De à 5 000 anos

 

A Terceira e Última Vaga

 

Controle e Extermínio da Raça Humana

 

 

A Serpente Rastejou Por Entre a Poeira Do Deserto e Atingiu o Oásis à Milhares De Anos Cobiçado

 

A Sua Baba Espalhou-se Por Toda a Terra e Dirige-se Perigosamente ao Centro Onde Completará o Asfixiante Anel que a Todos Engolirá

 

O "Paraíso" Prometido Não à Raça-Humana Mas Aos Sáurios Encobertos Está Mesmo Ali, Onde a Verdade Dorme Escondida Dos Olhos Do Mundo. A Eternidade Ambicionada

 

Arranque-se-lhe a Cabeça Antes Que Seja Tarde Para a Humanidade!

serpente.gif

 

 

 

SintoMe: ... A Grande Mentira Das Três Religiões do Ocidente
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EscritoPorLazulli lazulli às 19:32
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Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008

Mary Paz - Primeiro Capítulo (5)

 

(continuação)

 

Entretanto o Ser dela, aquele que o seu ventre tinha gerado à dez anos atrás, fruto que deu à Terra e à incompreensível civilização que acabava de se extinguir e que desde pequena temera, corria ao encontro da sua própria existência: de Mary .
Arrebatada à vida e aos seus, a criança, suja e esfarrapada, deixava transparecer um olhar escuro e profundo de medo. Oh, horror!... Mais que todos os horrores a que estava a assistir, era o perto tornar-se longe, ao ver ali o seu Ser, completamente indefeso, perante uma multidão alucinante que se atrofiava consecutivamente na esperança de encontrar um abrigo. De súbito, sentiu que seus frágeis dedos tocaram o seu Ser amado. Aquele que a manteve vivente num mundo que sempre soube não ser o seu. Mas... Tinha sido possivelmente uma ilusão da sua dor, pois seus olhos viram-na ser tragada pela multidão que neste momento quase que fazia parte de ambas.
As suas retinas aprisionaram o seu olhar profundo e o seu grito: mamã!!!!!!
Durante instantes, ficou estatelada no chão, com os olhos perdidos na multidão.
Um grito “desumano” cruzou por cima de todos os já existentes. O seu grito de Mãe. Não queria acreditar! Tentou por mais do que uma vez levantar-se do chão e correr na direcção onde vira a menina desaparecer, mas eram tantos os que a impediam perdidos nos confins de si mesmos que nem davam conta da sua agonia, e manadas humanas de pés meios calçados, sujos e despidos iam pisando seu corpo como se fora solo. Como chão destes enlouquecidos fugitivos, não sentia a dor à sua passagem sobre seu corpo caído. A dor era uma outra muito maior. Deixou-se ser esmagada como castigo à sua incapacidade de ter por um instante agarrado a filha e segurado firme a sua mãozinha que se estendia. Fraca. Era uma fraca que não conseguiu salvar a menina que a tinha conseguido encontrar no meio daquela manada humana e esperançada a tinha quase alcançado. Meu Deus tudo estava perdido. Tinha que correr para a encontrar e continuava a ser solo de gente. Não conseguia perdoar-se. Ela tinha que o ter conseguido. Era seu dever e sua obrigação.
Decidira viver para a proteger, mas falhara! O seu ilimitado amor por Liha , tinha-lhe sido insuficiente para a proteger. Tinha-a perdido e nunca mais a voltaria a encontrar. As lágrimas brotaram de seus olhos já apagados pelo desespero, e desejou nunca ter pedido aos Deuses da sua ilusão constante, que a fizessem nascer, só porque ela, Mary , tinha que viver num lugar que nunca fora o seu. Mas o seu egoísmo e a sua insegurança em relação à vida na Terra, não lhe tinham permitido ver o “crime” que iria cometer, fazendo nascer num mundo medíocre e mesquinho, um outro ser (o seu Ser), que como ela, também iria acabar por sofrer. Ela que sempre se manteve contra os ciclos infindáveis da vida e se lhes preparava para um dia lhes fazer frente, destruindo-os, tinha provocado a nascença de um outro ser indefeso – a sua filha – para entrar ou reentrar quem sabe, neste ciclo de morte e de vida infindáveis. A dor e a culpa martirizavam-na neste instante, mais do que toda a destruição a que estava a assistir. Até que, cambaleante, conseguiu reservas para se erguer e caminhar na busca do que sabia não encontrar mais.

 

(continua)

 

.... d'os filhos do Sol
livros
publicado por lazulli às 11:31
Junho de 2007
SintoMe: ... a querer combater o Islão

EscritoPorLazulli lazulli às 17:46
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Terça-feira, 28 de Outubro de 2008

Prisioneira Do Tempo




Foi Prisioneira do Tempo que te conheci

E o mesmo Tempo, continua a aprisionar-me e a confundir-me

Ao relembrar-me de ti...

Em conflito, com a tua e minha existência

A medo... relembro-te e esqueço-te

Mas o meu pensamento persiste inseguro, incerto e temeroso

Mas preciso de um amigo

E esse amigo és tu

Só podes ser tu

“A Grandiosidade da Divindade” continua a existir

Ajuda-me a sair deste emaranhado em que me encontro

Ajuda-me a libertar-me desta loucura

Ou então atenua a minha existência, num mundo que não é meu

Sê o meu confidente

Não me deixes sozinha aqui

Preciso de ti.


penso: "VestígiosLongínquos" - do livro de poesia

publicado por lazulli às 10:47

SintoMe: ... olhar o mundo apreensiva
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EscritoPorLazulli lazulli às 00:43
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Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008

1999 abril

 

A partir daqui, o Mundo nunca mais será o mesmo. É, este, o resultado da guerra, que os Estados Unidos da América, levando a reboque todos os governos da Europa, pertencentes à Nato ou OTAN, como queiram chamar, conseguiu com o ataque à Jugoslávia. Todos os cobardes ou diabólicos governos, que compactuaram com esta agressão, a um País que tem o direito de o ser, como qualquer um destes países que o ataca, a pretexto de ir defender uma minoria de Albaneses no Kosovo (província da Jugoslávia e parte integrante deste mesmo País). Segundo País, nesta escala de violência, levada a cabo pela América e Nato. O primeiro País, a sofrer desta violência inexplicável, foi o Iraque, em 1989, que de tantas e tantas armas de destruição massiva que possuía, não lançou nenhuma. Com certeza, porque as não tinha, de contrário, os famosos "Aliados", nem se teriam atrevido a tanto. Além de que, ainda hoje, não se percebem bem, os reais objectivos deste ataque. Quanto mistério! Quanta destruição! Quanta dor! Os mais fortes continuam a vencer os mais fracos, e continuam impunes. Intocáveis! Arrogantes e senhores de tudo e todos. Quem os parará? Quem? Por enquanto, parece que ninguém. Parece que o desarmamento bélico só foi para alguns. E os que mandaram desarmar continuaram a armar-se. Também parece que o mundo inteiro está a dormir. Não vê o óbvio. Porque será? Devíamos oferecer uns óculos a todos ou aconselhar, os governos do mundo inteiro, a ir ao oftalmologista. A sua cegueira parece cada vez maior. O futuro da humanidade político, social, económico e religioso, nunca mais será o mesmo neste planeta já por si frágil em todas estas estruturas. Não haverá mais liberdade para o pensamento. Não haverá mais liberdade para ser. Penso até que de hoje em diante, a escalada de ocupação mundial dentro de todos estes sectores, será tão rápida que não teremos tempo de respirar entre um e outro ataque às nossas liberdades de evolução como seres humanos livres. Permitimos tudo isto, com os nossos votos ridículos em homens ambiciosos e demoníacos. Ao longo dos tempos, enganaram-nos e permitimos que nos explorassem, escravizassem e não dissemos, basta. Permitimos calados e hoje será difícil retroceder este Plano tão bem montado por todos eles. Que pretenderão? Não sei bem. Estarão sozinhos? Também não tenho a certeza. Mas sei que o mundo deu neste milénio o primeiro passo para a sua definitiva mudança. E não mostra ser para melhor. Iniciamos com mortes, massacres e perda de identidade, substituída com carimbos nas palmas das mãos, este processo. Cegos, estamos todos cegos. Talvez, para estes Senhores do Mundo, tivesse chegado o momento ideal para pôr em prática aquilo que têm vindo a preparar à muito tempo. O Plano, está em curso a toda a velocidade. E não é verdade que o ser humano está no ponto? Este foi o século da manipulação mental do homem. O que se segue, não será mais que o século da sua concretização. À tanto tempo que antevia a manipulação do Homem... eu mesma tive dificuldade em não me deixar manipular por toda a imprensa mundial e pela sua cabala. Hoje estou e sou livre para pensar e raciocinar livremente. Não me tiraram a razão. Mas foram tantos e tantos de qualquer idade e condição que se deixaram ir nesta torrente, que as suas mentes já se encontram perdidas em um qualquer oceano desconhecido. Nem sei bem o que fazer pró futuro, apenas em silêncio e calmamente, estou atenta a todos os seus movimentos. Não serei apanhada desprevenida, neste seu processo de aniquilação mental e não só, do ser humano. Se eu acreditasse em deus do mesmo modo que esta maioria da humanidade, também lhe pedia ajuda, antes que do homem sobrem apenas bonecos. Queria acreditar em forças maiores de protecção ao ser humano. Queria acreditar que não será tão nefasto este processo e esta nova civilização que se encontra à porta do mundo; mas, não vejo como, porque não acredito de modo algum nas suas implantações cerebrais. Talvez remotamente exista uma possibilidade. Se não estão sozinhos estão acompanhados e se o estão, outros ainda além destes, podem existir e um dia interferir. Se estão sós, só ao Homem compete impedir este evoluir. Talvez, quem sabe, ir em busca do seu graal, no tal oceano desconhecido, e, recuperar, a sua essência perdida. Não permitir uma Civilização igual nem diferente e sim construir uma completamente diferente de todas as que existiram e as que virão. “Deus” ajude os humanos a perceber a verdade e o seu verdadeiro sentido de ser humano.

 

 

penso: hoje está SOL

publicado por lazulli às 12:02

 
SintoMe: ... atenta ao avanço islâmico no mundo

EscritoPorLazulli lazulli às 16:05
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Sexta-feira, 17 de Outubro de 2008

1991

 
 
luZdeMim

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lazulli

 

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Queria a paz eterna quando te encontrei, e desejei viver para te ter, mas regressei sozinho e vazio, por entre as brumas de um tempo já acabado. Te foste embora, e o teu regresso, aumentou o meu eterno amor, de quem não tem regresso. Parti contigo deste isolado abrigo e contigo caminhei por entre a imensidão do Cosmos Criado, te mostrando todos os caminhos que existem dentro da não existência. Contigo regressei para o meu reino e te levei junto do eterno imutável, que continua a te esperar, sem esquecer de um outro mundo e de uma outra realidade. Pedes-me que te ensine e te indique o caminho, quando esse caminho é já partilhado por nós dois, no meio da vida e da morte. Quase que regressas vazia. Entro e saio dum mundo inesperado e inexistente, sem ter a consciência que me compõe. Fico à espera que entendas, numa outra dimensão da existência, porque o caminho está prestes a chegar e a partir, sem que fique marcado o seu conhecimento. Sei que é tempo de terminar com o que existe, mas não vou permitir que morra o que ainda não nasceu consciente de si. Tu sabes onde se encontra o teu ser guardado e o teu regresso, não levas o que te dei, porque és tu que entendes o que deve ou não deve ser feito. Quanto tempo foi, que ficaste sem entender o que dentro de ti se encontrava, não querendo assumir o teu eterno ser? A protecção, não é mais necessária, porque chego junto contigo ao lugar onde o Tempo te fez entrar, sem que para isso tenha que alterar a Ordem do Caos. Sei que parti um dia, mas a necessidade de poder me esconder era grande, devido ao Espaço Criado, para a tua existência. Hoje não mais é preciso comunicar contigo deste modo, porque mais nenhuma força se interporá a meio de nós. Digo-te o que deves fazer para prevalecer, e vou e volto, sem que tenha que me esconder, pois assumi a tua própria forma, e me encontro contigo, sempre que é necessário para o reino da vida. Já aconteceu, que tudo teve início... Este ninguém vai parar, porque foi feita a Estrada Láctea, onde tu caminharás de noite e de dia, até que os mortais se te demonstrem. Tu para eles, serás sempre a sua Condenação e o seu Despertar, e as suas leis, foram já ultrapassadas, de modo a que prevaleça a tua eternidade. Tudo te será dito e mostrado, sem interferências exteriores, de quem quer que seja. Esta és tu hoje! A outra do outrora, que se completa em cada ciclo de existência, numa só existência. Antes, muito antes, serás completa de ti. Terás a força de todo o Cosmos. Serás o Retorno, de todos aqueles que quererão te seguir, nessa busca de si mesmos. Tu estás recebendo a tua essência perdida e espalhada por todo o sítio. Tu serás completa. Tu estarás preparada para o regresso. Deixa que essa tal, humanidade se espezinhe por baixo de Nós e te entregarei o teu ser inteiro. Quantos és tu? NÃO UM SÓ, E NÃO MAIS QUE UM. Vou-te resgatar a todo o canto, até ter a certeza que nada fica de ti, por parte nenhuma. Dar-te-ei um Nome Inteiro, para ser usado por tudo quanto é teu. E para ti?!... Dás-me a força do Guerreiro. Mas sou eu que te procuro desde sempre. Estás a assistir, ao que virá do lugar onde te encontras, a acontecer ainda neste tempo. Não te assustes, e não tentesn impedir o que já tomou forma, porque para eles, não mais existe salvação. Lá no fundo, do lado do Oriente, nasce a primeira força, e também A última. Nada impedirá que continue a caminhar, para o centro de tudo. Vê-los, quando caminham em direcção ao lugar sagrado, na tentativa de desfazer o que já está feito? Todos querem ter o que pensam ser o Poder Eterno, mas desta vez, NÓS estaremos presentes, para os repelir e impedir, de se apoderarem, do que está escrito e dito desde que a Humanidade sucumbiu. Espanta-te, que mesmo assim não tentem te reconquistar? Porque parte deles dependem de si próprios, e não têm outra solução, porque não são de ninguém. Criaram-se a si mesmos, quando se apoderaram do que era teu, e se fizeram, multiplicando a forma. Mas não tinham pegado no principal, para prevalecerem em ti. E tu tão perto... Eles falharam nas suas buscas, e NÓS não deixaremos que cheguem mais perto. Tu és o lugar e o segredo que eles procuram, desde a Aurora da humanidade, e isso eles saberão quando não poderem mais se apossar do sagrado que vive em ti. Criaram o reino na Terra, à semelhança daquele que sabiam existir, mas a essência não a atingiram, porque te mantivemos repartida, por todos onde lhes foi difícil te encontrar. Estamos agora a te reconstruir e é natural que não te entendas e tentes impedir, a sua destruição. Mas a sua destruição é a tua reconstrução, e o incompleto, será de novo completo. O que farás quando os vires em debanda?! Saberá s que te estás completando, para os poderes defrontar. Será assim: Eles deixam de ser, para passarem a ser, em ti. Morrem espalhados por entre a Terra moribunda, e os seus gritos, trespassam a Humanidade já morta. A Terra está vazia, queimada, e tudo deixou de existir. Deambulam os restos mortais dos degenerados numa última tentativa de restabelecer o Poder e tu estarás inteira para os impedir. Olha-os! e vê como erguem suas mãos em busca da vida que os consome.

 
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publicado por lazulli às 18:38 (segunda-feira/9Abril2007)

 

SintoMe: renascida

EscritoPorLazulli lazulli às 16:56
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