CasaDeCristal, lazulli, eu, mary paz, humanidade escravizada, a grande mãe, 2006, 1990, poesia. livros

Domingo, 3 de Abril de 2016

Mátria

 
 
Chora o duplo a Mátria-Mãe
lágrimas de fogo ardente
esvaem-se perdidas
no sangue derramado
infiltrado
 
das mesmas vidas
 
Olha em mágoa
incontida
a preferida
no topo do ermitério
 
perdida
 
Coberta de sangue inocente
está a Terra embebida
10 000 anos já se foram
e o usurpador 
continua a devastar
a essência humana
privilégio "maldito"
 
de poucos
 
No princípio
Pós chegada
Mataram e devastaram
Impérios reduzidos a pó e cinzas
Crenças inúteis para criaturas úteis
genuínas
Estátuas tombaram
Cabeças rolaram
Pedras empilharam-se pelos solos áridos 
Pouco sobrou do mundo antigo
Ancestralidade perdida
e novas vidas
 
Senhores e escravos
escravos e senhores
Regimes dogmáticos
imbuídos de políticas
Poder de fazer
leis absurdas
nos comandos do mundo
Vidas inocentes destruídas
As mesmas vidas
 
Um só deus desconhecido de todos
Ouro é seu melhor contributo
Promete um paraíso desconhecido
ao subjugado
ao seu poder único
incontestado
Divide-os por género
matando um deles
não para sempre
porque dele precisa
p'ra procriar
Mais escravos
O ouro deve continuar
Aterrados
pela perda da sua humanidade
heróis tombam de espada na mão
para evitar
vassalagem sem perdão
aos que aqui estão
 
Cabeças vergam-se à Terra
Agradecem as vidas miseráveis
Oferta de um deus desconhecido
vindo de longe
de muito longe
Por um sopro de ar
inútil
destroem a sua natureza
implantando natureza desconhecida
Erguem-se templos
precisos
 
2 000 se passaram
Muitas "leis" foram lançadas
A pobreza a miséria
É paga de ouro dado
A promessa era na morte
de um dia
Os senhores deuses
carrascos ao serviço do divino desconhecido
empanturram-se
de prazeres hediondos
desconhecidos dos humanos perdidos
submetidos
A conquista estava feita
A promessa a caminho
Realiza-se lenta
mas eficaz
Guerras e batalhas
grassam por toda a Terra
não toda
completamente conquistada
na "alma" ou no "corpo"
dos que ousam prevalecer
eles próprios
 
Era preciso mudar
Trazer algo de novo
ao povo
Os impérios não caíram
completamente
Ressurgiam imponentes
audazes eficazes
espalhavam-se pela Terra
numa mistura entre o antigo e o moderno
fazem perigar
o grande plano conquistador
de terra alheia
É preciso impedir o seu avanço
É preciso alterar o curso do mundo
que não verga
A humanidade tem a essência do cosmos
Algo que não é combatido
num só combate
São precisos muitos ardis
para sugar a essência não controlada
pelos predadores
Daí...
Outra ordem surge
Tão dúbia como a anterior
Afastando na aparência
os antigos "seguidores"
Mais eficaz
Mais poderosa
Com o amor
transformado em ódio
ao semelhante
A conquista já se alargou
ao canto superior da Terra
onde muitos se mantêm
gente
Mais impérios caiem por terra
Mais guerras e mais batalhas
Linhas territoriais
são conseguidas
Mais "leis" de amor feitas morte
Desta feita
Mais letras humanas surgem
do nada
Divinas
Mais do que o divino ausente
Nada de bom no bom
surge daqui
Inicia-se e rompe o mundo em esplendor
O amor
Segunda Vaga de luz
ao dispor
dos mesmos
Dor, sacrifício e sujeição
Tortura e morte
para os que aqui estão
 
Desta vez estendem-se mais longe
O oeste é seu limite
A terra fica negra de tanta morte
Aos heróis da Antiguidade
deram os guerreiros continuidade
Novas espadas travam novas batalhas
Novos mundos se criam
por persistência e teimosia
Duas forças se "criam"
Mas a mistura já foi feita
O antigo mistura-se com o moderno
4 000 anos já se foram
Na mente humana formatada
com o vírus orgânico
transmitido de boca em boca
Germina a semente
da serpente lançada
que não acaba
Quando todos a julgavam
já exterminada
 
 
Numa paz débil
A mente brilha
Ainda cancerígena
Lambendo ainda as feridas das fogueiras
A humanidade caminha
em esperança
Recupera o tempo perdido
E mostra seu esplendor e inteligência
A igualdade dos primeiros tempos
espalha-se como um Sol
Sacode a baba da cobra que os enrola
Estão perto do progresso devido 
Da verdade. justiça liberdade. 
Amizade entre irmãos
da mesma espécie
Prosperidade
Assim pensam eles
na sua ingenuidade humana
Mas a tocha que lhes trazem
é a mesma 
Só que não sabem
Nem supõem
que os pilares onde assentam
suas crenças
São falsos
Trazidos pelos mesmos
na sua luta contra a raça-humana
Sempre ocultos 
aos olhos de todos os crentes de sistemas perniciosos
ao vivente
A gente
 
O pérfido vingador
Rei e senhor de muitas guerras e batalhas
não se contenta
A terra prometida continua prometida
Do olho negro espreita
e solta a aliança aparentemente perdida
Ouro negro eclode do subsolo
A aliança mais uma vez se concretiza
Ouro riqueza desmedida
Salivam loucos de alegria
por beneficio tardio
Estavam preparados à muito tempo
cumprindo os preceitos malditos
Mereciam
Mereciam o ouro negro
esta legião negra na alma
zelosa do oculto
Chegara a sua vez
E o terceiro irmão rejubila de alegria
E avança ao mundo inteiro
Com dinheiro
Milhões lhe prestam vassalagem
Rodopiam esvaziando suas mentes
de humanidade
E volta a animalidade
dos desalmados
Sangue jorra e continua a jorrar
Ninguém vê
Por encobrimento dos mesmos
noutros locais
aguardam
na esperança encoberta
das areias do deserto longínquo
onde dorme
a Arca... "perdida" "roubada"
vinda de fora
Absorve-os
E ao mundo inteiro
O dinheiro
 
Ambiciosa escumalha
quer tomar parte
desta nova/velha
senhora que rasteja desde o Deserto
à 10 000 anos
Sai da arca e mostra-se
Bebe sangue
Sangue humano
A imortalidade
E... lá continua sua marcha
Dirige-se ao centro
A nova legião segue-a desde o deserto
Imbatível
A mesma linhagem está entre eles
Uns e outros são os mesmos de antes
Com nomes diferentes em vários locais da Terra
E seus crentes atacam-se entre si
Mas eles não morrem
Nunca morrem
Nunca a raça humana
viveu tal terror e desumanidade
 
Tal desigualdade
 
Aqueles que descansam na paz
são atacados
Por todos os lados sucumbem
Não acreditam
que veneram a cobra desde sempre
Que ela está prestes a completar o seu círculo imundo
de dominar o mundo.
 
Sobrarão os filhos da serpente
escondida
na Terra prometida
 
Quem salvará a humanidade?!
Quem lhes fará frente?!
Quem os expulsará da Terra que não é deles?!
Ninguém!
 
O mesmo pérfido predador
A mesma terra prometida
Aguarda a chegada
da prol já existente
A "alma" humana está contaminada
Por adorações bizarras
a deuses desconhecidos
Com feroz legião de adeptos
perseguem os perseguidos
A Terra
é a mesma
Quem a ocupa
Não!

amorc.jpg

 
A Mátria chora
na  Terra destruída 
a Preferida
SintoMe: triste por tanta mentira à humanidade
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EscritoPorLazulli lazulli às 19:58
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Segunda-feira, 21 de Março de 2016

O Perigoso Regresso Do Monotaísmo De à 5 000 anos

 

A Terceira e Última Vaga

 

Controle e Extermínio da Raça Humana

 

 

A Serpente Rastejou Por Entre a Poeira Do Deserto e Atingiu o Oásis à Milhares De Anos Cobiçado

 

A Sua Baba Espalhou-se Por Toda a Terra e Dirige-se Perigosamente ao Centro Onde Completará o Asfixiante Anel que a Todos Engolirá

 

O "Paraíso" Prometido Não à Raça-Humana Mas Aos Sáurios Encobertos Está Mesmo Ali, Onde a Verdade Dorme Escondida Dos Olhos Do Mundo. A Eternidade Ambicionada

 

Arranque-se-lhe a Cabeça Antes Que Seja Tarde Para a Humanidade!

serpente.gif

 

 

 

SintoMe: ... A Grande Mentira Das Três Religiões do Ocidente
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EscritoPorLazulli lazulli às 19:32
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Sábado, 31 de Janeiro de 2009

Humanidade Escravizada (XIV)

 
 

 

(continuação)

 

 

 

 

 

Para nós terráqueos, filhos da Terra também ela submetida pelo homem que veio do céu, é melhor de uma vez por todas, sabermos quem de facto somos, do que pensarmos a vida toda que somos quem na realidade não somos. Não creio que a verdade sobre nós próprios, nos retire o poder de ser verdadeiros seres humanos, aquilo que já fomos no passado longínquo. Com a plena consciência e aceitação da nossa verdadeira natureza humana, teríamos a capacidade incrível de transformar este mundo num lugar digno de se viver, mostrando ao homem criado por Deus que os “animais” não só têm capacidade de se governarem a si próprios como também humanidade, coisa que lhes falta em doses demasiado elevadas, a eles, seres superiores em tudo. Depende de todos nós não continuarmos a permitir todo este mal entendido, de contrário, todas as explicações existentes – mórbidas e infantis –, continuarão a proliferar atravessando todos os séculos e todas as gentes e, os nossos pobres descendentes continuarão a ser escravos destes divinos mal amanhados. Devemos à humanidade futura uma oportunidade de libertação para que possa, verdadeiramente, ser feliz. Com determinação, exijamos a verdade. A nossa verdade. Continuando a ter medo do seu poder, que em nada nos tem ajudado a ser felizes, muito pelo contrário, não honramos a antiguidade. Não honramos os nossos valentes antepassados quando os combateram, aquando nos invadiram. Todo o sangue derramado desse tempo longínquo de nada serviu, porque hoje aceitamos este Deus e a sua corja, como se fosse nosso. E ainda lhe agradecemos por tão má existência. Depois de tanto tempo, com provas reais de toda a sua desumanidade, ainda se ouve no fim deste século, também marcado pela ignorância civilizacional, o grande e o pequeno, o rico e o pobre, o culto e o inculto dizer: «Meu Deus». Meu Deus! digo eu, quando os vejo criando fábulas imensas que têm o impressionante Poder do Verbo de que todos falam e ninguém entende. Capaz de fazer acreditar o mais prevenido dos homens. O assombro que sinto por tanta ignorância, que vai dos níveis mais instruídos aos mais baixos de formação, espantam-me! Todos carecem da vontade de querer saber a verdade de si próprios, como se esta não lhes fosse necessária. Assusta-me tanta ignorância e mais os assustará a eles, um dia, quando souberem a verdade sobre si próprios. E, como será evidente, sempre que tiverem contacto com a verdade, morrerão de novo e não sairão do ciclo eterno da existência, rodando nesta roda do destino Criado, este sim, por alguém, sem terem hipótese alguma de se libertarem e de se encontrarem. E, quando chegar o momento do confronto inevitável com a verdade, provavelmente muitos estarão já definitivamente perdidos ou mesmo não mais farão parte de algo... De qualquer modo, continuam a existir os que mantêm dentro de si a centelha da essência da vida e não sei como farão para entenderem a verdade de si mesmos. Enfurece-me que tenha sido e continue a ser assim, porque vejo a Humanidade, excepto no que diz respeito à matéria que os cobre (onde estão mais aptos a respostas concretas e que nem por isso são as mais profundas), a nascer e a morrer todos os dias, sem entender o seu nascimento e a sua morte e sem saber mais do que o seu nome, sobre si próprios, preferindo, assim, aceitar as mais variadas teorias que existem sobre a existência do Homem, todas elas unânimes no que refere ao valor sagrado da vida como sendo o maior bem da Humanidade. E, assim sendo, há que preserva-la a qualquer preço: e como cordeiros, todos em conjunto, dão razão a esta existência sem sentido, que alguém está interessado em perpetuar, sabe-se lá porque razão.

 

(continua)

 


actualidade, ensaio, homem, livros, vida

publicado por lazulli às 15:27 - 2007

SintoMe: ... preocupada com a falta de verdade da raça-humana

EscritoPorLazulli lazulli às 16:12
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Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008

Selva Desconhecida

 

 

Aventurou-se

na densa Selva desconhecida

na busca da luz perdida

deixou-se conduzir pelo instinto

como qualquer animal

só animal

mas a Selva

revelou-se com muitos perigos

para os próprios animais

só animais

e

ela ia nessa condição

na condição de animal

só animal

a réstia de luz

fugia-lhe

em sua busca

tropeçou muito pelo caminho

machucou seus joelhos

magoou seus pés descalços

e

com o sangue vertido

sobre a terra seca

da Selva desconhecida

foi fermentando

os escassos e apertados caminhos

perdeu-se

na noite selvagem onde penetrou

olhos furtivos

espreitavam seus passos inseguros

no caminho mal traçado

mal iluminado

nem a lua

ali entrava

e

quando seus passos

inseguros

de animal só animal

a conduziam para lugar mais seguro

logo um rugido se ouvia

chorava

desprotegida

na selva habitada por animais

que não eram só animais

possantes

perigosos na sua diversidade

grandes

não descodificava o som de cada rugido

não os distinguia

quando a ameaça chegava aos seus ouvidos

não passava de

uma caminhante perdida

sem autorização para avançar

mas insistia

em continuar sem caminho

seu destino

em busca da luz

que a guiava

na Selva que não era dela

que tinha donos

sem pedir autorização

falta de humildade

a dela

enfurecia os verdadeiros

mas não legítimos donos da Selva

aqueles que não são

só animais

 

 

com o medo

de mais se magoar

e a terra da selva fertilizar

porque era sangue

o adubo

que acidentalmente vertia

chegou o medo

e com ele

o som do silêncio

quedou-se dentro de si

a escutar

um modo como regressar

mas, já se tinha perdido

de vez

sozinha

não tinha quem lhe indicasse o caminho

e a luz

não se vislumbrava

haviam luzes

mas não eram naturais

eram olhos

os olhos que tudo viam

que tudo guardavam

que tudo queriam

e

não sabendo como regressar

para onde ir

parou numa clareira de pedra cristalizada

ergueu o seu reduto feito de nada

e ali ficou

à espera

que ele imita luz suficiente

para lhe iluminar os caminhos da Selva invisível

e assim poder ver

por onde anda

sem ter que se

voltar a magoar.

até a luz

encontrar.

 

selvapantano.jpg

 não sei

eu, pessoal, poema, poemas, poesia

publicado por lazulli às 18:50

Terça-feira. 28 de Agosto de 2007

SintoMe: com "medo" da kaaba

EscritoPorLazulli lazulli às 13:19
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Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008

Humanidade Escravizada (IV)

(continuação)

 


Escravo do nascimento à morte

 

 


 

 

 

Porque será que existe o Homem na Terra, se nada do que lhe diz directamente respeito interessa ao Deus seu criador? A não ser que esse suposto Deus tenha criado a Terra e o Homem nela, apenas com o objectivo de servir os seus próprios intentos, ainda hoje após milhões de anos de existência, completamente desconhecidos de todos nós, apesar dos variadíssimos esforços feitos numa tentativa de aproximação à verdade sempre desconhecida. Nas intenções deste Deus, tivessem sido elas quais fossem, nunca esteve presente com certeza a permanência do Homem na Terra, porque ao Homem criado neste Mundo nem sequer é dada a possibilidade de vir a viver nele futuramente, porque a simples verdade ao alcance de todos nós é que todo o Homem nasce para morrer. Nem um só, nesta imensidão de Tempo, deixou de o fazer. De morrer. Apesar de que, segundo a afirmação de alguns que falam da vida, com a morte a olhar para nós, (e provavelmente a rir-se, da nossa tão estranha loucura, pois talvez sejamos os únicos seres da Galáxia que afirmamos uma coisa com a certeza absoluta de uma outra completamente diferente) talvez Deus tenha feito o Homem para que este pudesse viver. Mais! Ter-lhe-ia dado a Terra e tudo quanto ela contém de modo a que nada lhe faltasse para a sua sobrevivência. Mas o que é mais revoltante e intrigante é que depois de todas estas benesses determinou-lhe o fim sem dó nem piedade, esperando cinicamente que o Homem alterasse o destino que lhe havia concedido. No mínimo, posso dizer que este Deus (se é que existe ou existiu) é um cínico que se esconde nas brumas de cada ser e espera atento que o Homem decida sobre um destino que já está mais do que decidido. Assim sendo, este Senhor poderoso, que de um sopro faz um Planeta e nele alberga milhares de espécies, não o criou para o Homem, mas sim com um outro objectivo qualquer até ao momento completamente desconhecido de todos nós. Sendo ele o único detentor da verdade da existência do Homem e persistindo em manter-nos nesta ignorância sobre a nossa própria existência, nunca saberemos a verdade sobre nós próprios. Não fôssemos nós impedi-lo (ao sabermos a verdade sobre a nossa própria existência) de concretizar as suas secretas intenções, pondo em perigo todos os seus secretos objectivos!

 

 

 

Com todo este seu secretismo, para não atrapalharmos os seus planos neste seu belo e perfeito mundo, com as suas milhares de espécies – às quais, francamente, pela atenção silenciosa e indiferente que presta a qualquer uma delas, não me parece que as consiga distinguir umas das outras – acabou por nos sujeitar a uma ignorância eterna que transformou a realidade deste seu mundo paradisíaco (criado com «amor» para o Homem) na destruição de todas estas espécies, com o aumento e a criação do ódio entre todas elas. Apesar dos teólogos de qualquer credo insistirem em afirmar, com o maior dos descaramentos, que o Homem é o grande destruidor de todas as espécies e até dele mesmo, devido a possuir o tal «livre arbítrio» (liberdade de escolha para poder fazer o que quiser da sua própria vida), o qual lhe terá sido concedido nos princípios dos tempos! Só que, logo à nascença de cada um de nós, neste mundo que Deus quis equilibrado segundo as suas próprias leis, somos obrigados a sujeitar-nos às suas decisões e determinações sobre como iriam sobreviver as suas espécies. Daí que aceitamos quase sem contestar e até agradecemos humildemente o direito que nos é concedido de abater outras espécies para nós próprios podermos sobreviver. Por sua vez outras espécies no Planeta, de acordo com a sua própria natureza e poder sobre os mais fracos ou mais desprevenidos, fazem o mesmo e, assim, lá vamos indo todos nós comendo-nos uns aos outros de modo a alimentar este corpo tão perfeito e tão necessitado com que o ­Senhor nos doou. É exactamente esta lei da sobrevivência que leva o Homem muitas das vezes, senão quase sempre, a ter que escolher, não o que mais desejaria de acordo com os seus próprios princípios interiores, mas sim a sujeitar-se a uma escolha mais ou menos forçada, imposta pela própria vida, de modo a poder sobreviver sem ter que sucumbir às exigências impostas pela existência, «gentilmente» cedidas a todos nós pelo nosso próprio Deus.

 


(continua)

 

está SOL

livros


publicado por lazulli às 11:31

Julho de 2007

SintoMe: ... a pensar nos Curdos

EscritoPorLazulli lazulli às 23:01
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Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008

Mary Paz - Primeiro Capítulo (5)

 

(continuação)

 

Entretanto o Ser dela, aquele que o seu ventre tinha gerado à dez anos atrás, fruto que deu à Terra e à incompreensível civilização que acabava de se extinguir e que desde pequena temera, corria ao encontro da sua própria existência: de Mary .
Arrebatada à vida e aos seus, a criança, suja e esfarrapada, deixava transparecer um olhar escuro e profundo de medo. Oh, horror!... Mais que todos os horrores a que estava a assistir, era o perto tornar-se longe, ao ver ali o seu Ser, completamente indefeso, perante uma multidão alucinante que se atrofiava consecutivamente na esperança de encontrar um abrigo. De súbito, sentiu que seus frágeis dedos tocaram o seu Ser amado. Aquele que a manteve vivente num mundo que sempre soube não ser o seu. Mas... Tinha sido possivelmente uma ilusão da sua dor, pois seus olhos viram-na ser tragada pela multidão que neste momento quase que fazia parte de ambas.
As suas retinas aprisionaram o seu olhar profundo e o seu grito: mamã!!!!!!
Durante instantes, ficou estatelada no chão, com os olhos perdidos na multidão.
Um grito “desumano” cruzou por cima de todos os já existentes. O seu grito de Mãe. Não queria acreditar! Tentou por mais do que uma vez levantar-se do chão e correr na direcção onde vira a menina desaparecer, mas eram tantos os que a impediam perdidos nos confins de si mesmos que nem davam conta da sua agonia, e manadas humanas de pés meios calçados, sujos e despidos iam pisando seu corpo como se fora solo. Como chão destes enlouquecidos fugitivos, não sentia a dor à sua passagem sobre seu corpo caído. A dor era uma outra muito maior. Deixou-se ser esmagada como castigo à sua incapacidade de ter por um instante agarrado a filha e segurado firme a sua mãozinha que se estendia. Fraca. Era uma fraca que não conseguiu salvar a menina que a tinha conseguido encontrar no meio daquela manada humana e esperançada a tinha quase alcançado. Meu Deus tudo estava perdido. Tinha que correr para a encontrar e continuava a ser solo de gente. Não conseguia perdoar-se. Ela tinha que o ter conseguido. Era seu dever e sua obrigação.
Decidira viver para a proteger, mas falhara! O seu ilimitado amor por Liha , tinha-lhe sido insuficiente para a proteger. Tinha-a perdido e nunca mais a voltaria a encontrar. As lágrimas brotaram de seus olhos já apagados pelo desespero, e desejou nunca ter pedido aos Deuses da sua ilusão constante, que a fizessem nascer, só porque ela, Mary , tinha que viver num lugar que nunca fora o seu. Mas o seu egoísmo e a sua insegurança em relação à vida na Terra, não lhe tinham permitido ver o “crime” que iria cometer, fazendo nascer num mundo medíocre e mesquinho, um outro ser (o seu Ser), que como ela, também iria acabar por sofrer. Ela que sempre se manteve contra os ciclos infindáveis da vida e se lhes preparava para um dia lhes fazer frente, destruindo-os, tinha provocado a nascença de um outro ser indefeso – a sua filha – para entrar ou reentrar quem sabe, neste ciclo de morte e de vida infindáveis. A dor e a culpa martirizavam-na neste instante, mais do que toda a destruição a que estava a assistir. Até que, cambaleante, conseguiu reservas para se erguer e caminhar na busca do que sabia não encontrar mais.

 

(continua)

 

.... d'os filhos do Sol
livros
publicado por lazulli às 11:31
Junho de 2007
SintoMe: ... a querer combater o Islão

EscritoPorLazulli lazulli às 17:46
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Domingo, 9 de Novembro de 2008

Mary Paz - Primeiro Capítulo (4)


(... continuação)

 

 

A imagem longínqua de uma jovem mulher, absorvendo descontraidamente os limites da vida, ao longo da imensidão de uma praia deserta, continuava a perturbar-lhe o espírito de tão nítida que estava dentro de si. Esta imagem fá-la reviver um passado já passado, mas que não a impede de lhe parecer vivo, apesar de sua total inexistência no actual momento.

A imensidão do mar... A extensão da praia que se perdia do olhar e o inacreditável mundo vivo por cima da Terra... Queria tentar apagar esta imagem viva dentro de si. Esquecer! Como se esquecer fosse possível a qualquer Ente, se este faz exactamente parte da vida “presa”. Vida esta que vem resgatando continuamente o seu terreno, numa luta sem tréguas, desde o início da existência, da formação de tudo. Como pode o Ente apagar o pensamento, se ele não passa exactamente do pensamento? Mas, é para que o pensamento viva livre e eternamente, que ele continua a aprisionar dentro de qualquer matéria viva, a sua existência. Esquecer, seria aniquilar a sua própria existência e assim destruir o seu próprio mundo: a essência.

“Tenho medo de reviver a loucura que vivi. Tenho medo de tocar no meu pensamento vivo. Tenho medo de recordar! A dor de ver o que já passou e se extinguiu. O medo de relembrar... Ficou gravado em mim, o contraste repentino “desta” imagem da vida e do deflagrar há tanto tempo discutido, sábia ou ignorantemente por todos, de uma Guerra Nuclear.”

Neste momento ela continuava viva, mais viva do que nunca! Por isso mesmo, o seu pensamento vivia mais intensamente todo o passado vivente. Não mataria a lembrança que lhe doía. Seu pensamento sofria e continuava a mostrar-lhe o “momento”.

Não tinha havido talvez uns centimilionésimos de segundo entre o momento junto à praia e a terrífica destruição dessa mesma vida, com a reacção em cadeia de uma qualquer substância, que pode muito bem ter sido de Urânio ou Plutónio, e a explosão tão inesperada, tão incompreensível, que parecia que bocados de vida e de morte se haviam entre cruzado no espaço. O céu em fogo lembrava pinceladas de um qualquer pintor com as cores bem combinadas de todo o mundo desconhecido. Sobre ela continuavam a cair os estilhaços da morte na vida e os da vida na morte, projectados pelo impacto de um poder que desconhecia mas que teve tempo de observar quando muito lentamente, como se todos os seus sentidos tivessem sofrido uma mutação, se virou e olhou o horizonte. Ainda fumegava o célebre cogumelo, tal qual o tinha visto em inúmeras fontes de informação, que iam desde a informação visual até à informação escrita. Tudo era tão confuso, tão absurdo, que ficou parada como suspensa entre o espaço/tempo sem consciência da sua própria existência, a olhar 500 quilotons a libertar toda a sua energia no céu da Terra. O seu consciente recusava-se a aceitar o que o seu subconsciente absorvera no primeiro instante. O cérebro entorpecido impedia-a de agir racionalmente. Caminhou sem destino sob o mundo de fogo que a cobria e envolvia, até que suas mãos agindo a um qualquer comando interior começaram a agarrar desesperadamente os estilhaços que continuavam a cair, numa tentativa de limpar o ar e restituir-lhe o seu próprio espaço. Mas eram tantos os pedaços e tão estranhos, que suas mãos iam ficando macilentas de lhes pegar, fazendo-a sentir-se cada vez mais fatigada.

Desesperada, percorre o lugar seu que há um instante atrás era ali! E o pânico apodera-se de seu Ser, pois, não existia mais! E ela sozinha, não tinha conseguido atirar os estilhaços da morte, para o sítio de onde tinham surgido.

Arranha seu corpo e sua roupa, mas seus dedos resvalam trémulos por uma massa viscosa e peganhenta que a cobre, horrorizando-a. Ela existe ali, igual a si mesma, mas não estava lá! Tal qual a calmaria da praia deserta, que à instantes atrás fazia parte integrante dela mesma. Agitou seu corpo ao que pensou ser o vento, mas mesmo este ar não era o que conhecia, pois sentiu-o bater no corpo, atirando-a contra a dureza de um chão pejado de destroços. A vida tinha-lhe fugido e ela continuava viva. A incompreensão tomou posse de seu Ser, perante tão dura realidade.

Correu sem rumo certo (pelo menos pensa que correu) para junto das milhares de pernas que passavam perto dela. E no meio destes milhares de pernas de massa vivente que se moviam, numa corrida louca e desenfreada, via correrem as dela, numa corrida que parecia não ter fim, na busca de um caminho que já não existia. Mas sem caminho a seguir, para a levar de volta ao seu sítio, sentiu-se perdida. Vagueou nos destroços da morte... O tempo?!... Esse também tinha deixado de existir. A força que antes a mantinha de pé, tinha-a abandonado, fazendo-a correr lentamente sem destino certo, deixando para trás, o que havia mesmo em frente: desolação.

 

(continua...)

 

livro... dos "filhos do sol"

livros

publicado por lazulli às 18:48

Quarta-feira, 6 de Junho de 2007

SintoMe: ... atenta ao avanço islâmico no mundo

EscritoPorLazulli lazulli às 12:11
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 O que é?
Sábado, 1 de Novembro de 2008

Divagações Do Espírito

 

 

 


DEUS


É


O UNIVERSO INTEIRO


É


O MUNDO QUE NINGUÉM CONHECE


É


DEUS?!

 

 

borboleta

pensamentos


publicado por lazulli às 16:57
Maio de 2007

SintoMe: ... à Procura Dos Causadores Do Engano à Humanidade

EscritoPorLazulli lazulli às 12:55
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 O que é?
Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008

maria

 



Maria, teu nome ecoa pelos confins do Universo inexplorado

Gritando ainda o teu direito à vida que roubaram.

O fogo queimava teu corpo, teu ventre.

Quisera eu voltar para ti de novo...

Quem acreditaria que em tempos estive contigo,

No teu mundo tão guardado do existente e inexplorado?

Saí contigo no paraíso

Junto com os homens do castigo.

O tempo não existe

Nem tão pouco o espaço.

Ainda não existe a razão.

Ainda não existe nada! Existes tu. Só tu,

Massa de fogo incandescente, brotando energia viva, luz.

Gritos de angústia se movem ao teu encontro,

reclamando o teu espírito

tão sedento de lava.

O Universo inteiro procura-te, insatisfeito

Com a sua amargura,

com a sua solidão.

Acorda...

 

 

sorrio...

publicado por lazulli às 16:56

Segunda-feira, 7 de Maio de 2007



SintoMe: ... apreensiva com o retorno das trevas

EscritoPorLazulli lazulli às 16:28
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 O que é?
Terça-feira, 28 de Outubro de 2008

Sempre Eterno

 

 

Há quanto tempo...

Foi há tanto... que pensei ter esquecido

Mas a verdade nunca me deixa só

E continuo a acordar, mesmo quando teimo dormir

Evitando assim

Lutas desgastantes com humanos ignorantes da verdade

Tentei em determinada altura, esquecer quem sou

Mas sempre algo ou alguém me relembra

E desperta de um sono profundo e eterno

O meu forçado esquecimento

Da minha essência, nem perdida ou esquecida

E, o ignaro pérfido ou bizarro me desperta

Para que não durma eternamente

Saberão eles o que fazem quando me despertam?!

Não me deixam dormir ou esquecer

Usam sempre uma nova arma

Para o meu não esquecimento

E, assim, aqui estou eu de novo

Olhando o interior de um mundo estranho e desconhecido

Sempre eterno

E, lá está o Tempo inimigo persistente

A marcar a presença daquela que depôs

Haverá acabar para o Nada?

Tento de novo dormir ou fico de novo acordada?

Dentro de mim a forçar quanta vez recalcada

Insiste em actuar a Força, pouco transformada

Eu “simples humana” preferia não ter que a defrontar

Mas os meios trazem à luz a força desconhecida

Que não quero usar

Castigando pela sua também ignorância de um mundo feito

Esperança... esperança... humana

Que um dia deporia

Ouviria o som do meu som, dizer uma palavra

Materializa-la e, piedosamente, depositá-la num Amor Maior

Que não me exigisse nada

A ternura eterna dos sentimentos pequenos.

Mas esse dia nunca chegou

Ninguém neste mundo realizado

Foi para mim suficiente

E, já não acredito

Porque este jogo, é grande, muito maior do que eu

Você seria... nunca acreditei... mas hoje será que me enganei?

Mas, nem tive tempo para começar

E já se entranhou o estranho entre nós

Mais um tempo adiado

Um cristal de luz doente

Continuará doente

Prisioneiro da luz que não quer para si, nem distribuir

Ínfima centelha invisível

Quantas vezes atravessas-te o ar

Desconhecida...

E depositaste claridade nos merecidos

e também nos ignaros

Retraíste-te, contraíste-te , tornando-te prisioneira

Do cristal enegrecido com pensamentos alheios

Poderosos seres

Continuarão a enegrecer-te

Se continuares a dormir.


(2003 maio )

 
publicado por lazulli às 12:09
Quinta-feira, 26 de Abril de 2007
SintoMe: ... apreensiva com a encruzilhada do mundo

EscritoPorLazulli lazulli às 20:23
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