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Domingo, 3 de Abril de 2016

Mátria

 
 
Chora o duplo a Mátria-Mãe
lágrimas de fogo ardente
esvaem-se perdidas
no sangue derramado
infiltrado
 
das mesmas vidas
 
Olha em mágoa
incontida
a preferida
no topo do ermitério
 
perdida
 
Coberta de sangue inocente
está a Terra embebida
10 000 anos já se foram
e o usurpador 
continua a devastar
a essência humana
privilégio "maldito"
 
de poucos
 
No princípio
Pós chegada
Mataram e devastaram
Impérios reduzidos a pó e cinzas
Crenças inúteis para criaturas úteis
genuínas
Estátuas tombaram
Cabeças rolaram
Pedras empilharam-se pelos solos áridos 
Pouco sobrou do mundo antigo
Ancestralidade perdida
e novas vidas
 
Senhores e escravos
escravos e senhores
Regimes dogmáticos
imbuídos de políticas
Poder de fazer
leis absurdas
nos comandos do mundo
Vidas inocentes destruídas
As mesmas vidas
 
Um só deus desconhecido de todos
Ouro é seu melhor contributo
Promete um paraíso desconhecido
ao subjugado
ao seu poder único
incontestado
Divide-os por género
matando um deles
não para sempre
porque dele precisa
p'ra procriar
Mais escravos
O ouro deve continuar
Aterrados
pela perda da sua humanidade
heróis tombam de espada na mão
para evitar
vassalagem sem perdão
aos que aqui estão
 
Cabeças vergam-se à Terra
Agradecem as vidas miseráveis
Oferta de um deus desconhecido
vindo de longe
de muito longe
Por um sopro de ar
inútil
destroem a sua natureza
implantando natureza desconhecida
Erguem-se templos
precisos
 
2 000 se passaram
Muitas "leis" foram lançadas
A pobreza a miséria
É paga de ouro dado
A promessa era na morte
de um dia
Os senhores deuses
carrascos ao serviço do divino desconhecido
empanturram-se
de prazeres hediondos
desconhecidos dos humanos perdidos
submetidos
A conquista estava feita
A promessa a caminho
Realiza-se lenta
mas eficaz
Guerras e batalhas
grassam por toda a Terra
não toda
completamente conquistada
na "alma" ou no "corpo"
dos que ousam prevalecer
eles próprios
 
Era preciso mudar
Trazer algo de novo
ao povo
Os impérios não caíram
completamente
Ressurgiam imponentes
audazes eficazes
espalhavam-se pela Terra
numa mistura entre o antigo e o moderno
fazem perigar
o grande plano conquistador
de terra alheia
É preciso impedir o seu avanço
É preciso alterar o curso do mundo
que não verga
A humanidade tem a essência do cosmos
Algo que não é combatido
num só combate
São precisos muitos ardis
para sugar a essência não controlada
pelos predadores
Daí...
Outra ordem surge
Tão dúbia como a anterior
Afastando na aparência
os antigos "seguidores"
Mais eficaz
Mais poderosa
Com o amor
transformado em ódio
ao semelhante
A conquista já se alargou
ao canto superior da Terra
onde muitos se mantêm
gente
Mais impérios caiem por terra
Mais guerras e mais batalhas
Linhas territoriais
são conseguidas
Mais "leis" de amor feitas morte
Desta feita
Mais letras humanas surgem
do nada
Divinas
Mais do que o divino ausente
Nada de bom no bom
surge daqui
Inicia-se e rompe o mundo em esplendor
O amor
Segunda Vaga de luz
ao dispor
dos mesmos
Dor, sacrifício e sujeição
Tortura e morte
para os que aqui estão
 
Desta vez estendem-se mais longe
O oeste é seu limite
A terra fica negra de tanta morte
Aos heróis da Antiguidade
deram os guerreiros continuidade
Novas espadas travam novas batalhas
Novos mundos se criam
por persistência e teimosia
Duas forças se "criam"
Mas a mistura já foi feita
O antigo mistura-se com o moderno
4 000 anos já se foram
Na mente humana formatada
com o vírus orgânico
transmitido de boca em boca
Germina a semente
da serpente lançada
que não acaba
Quando todos a julgavam
já exterminada
 
 
Numa paz débil
A mente brilha
Ainda cancerígena
Lambendo ainda as feridas das fogueiras
A humanidade caminha
em esperança
Recupera o tempo perdido
E mostra seu esplendor e inteligência
A igualdade dos primeiros tempos
espalha-se como um Sol
Sacode a baba da cobra que os enrola
Estão perto do progresso devido 
Da verdade. justiça liberdade. 
Amizade entre irmãos
da mesma espécie
Prosperidade
Assim pensam eles
na sua ingenuidade humana
Mas a tocha que lhes trazem
é a mesma 
Só que não sabem
Nem supõem
que os pilares onde assentam
suas crenças
São falsos
Trazidos pelos mesmos
na sua luta contra a raça-humana
Sempre ocultos 
aos olhos de todos os crentes de sistemas perniciosos
ao vivente
A gente
 
O pérfido vingador
Rei e senhor de muitas guerras e batalhas
não se contenta
A terra prometida continua prometida
Do olho negro espreita
e solta a aliança aparentemente perdida
Ouro negro eclode do subsolo
A aliança mais uma vez se concretiza
Ouro riqueza desmedida
Salivam loucos de alegria
por beneficio tardio
Estavam preparados à muito tempo
cumprindo os preceitos malditos
Mereciam
Mereciam o ouro negro
esta legião negra na alma
zelosa do oculto
Chegara a sua vez
E o terceiro irmão rejubila de alegria
E avança ao mundo inteiro
Com dinheiro
Milhões lhe prestam vassalagem
Rodopiam esvaziando suas mentes
de humanidade
E volta a animalidade
dos desalmados
Sangue jorra e continua a jorrar
Ninguém vê
Por encobrimento dos mesmos
noutros locais
aguardam
na esperança encoberta
das areias do deserto longínquo
onde dorme
a Arca... "perdida" "roubada"
vinda de fora
Absorve-os
E ao mundo inteiro
O dinheiro
 
Ambiciosa escumalha
quer tomar parte
desta nova/velha
senhora que rasteja desde o Deserto
à 10 000 anos
Sai da arca e mostra-se
Bebe sangue
Sangue humano
A imortalidade
E... lá continua sua marcha
Dirige-se ao centro
A nova legião segue-a desde o deserto
Imbatível
A mesma linhagem está entre eles
Uns e outros são os mesmos de antes
Com nomes diferentes em vários locais da Terra
E seus crentes atacam-se entre si
Mas eles não morrem
Nunca morrem
Nunca a raça humana
viveu tal terror e desumanidade
 
Tal desigualdade
 
Aqueles que descansam na paz
são atacados
Por todos os lados sucumbem
Não acreditam
que veneram a cobra desde sempre
Que ela está prestes a completar o seu círculo imundo
de dominar o mundo.
 
Sobrarão os filhos da serpente
escondida
na Terra prometida
 
Quem salvará a humanidade?!
Quem lhes fará frente?!
Quem os expulsará da Terra que não é deles?!
Ninguém!
 
O mesmo pérfido predador
A mesma terra prometida
Aguarda a chegada
da prol já existente
A "alma" humana está contaminada
Por adorações bizarras
a deuses desconhecidos
Com feroz legião de adeptos
perseguem os perseguidos
A Terra
é a mesma
Quem a ocupa
Não!

amorc.jpg

 
A Mátria chora
na  Terra destruída 
a Preferida
SintoMe: triste por tanta mentira à humanidade
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EscritoPorLazulli lazulli às 19:58
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Segunda-feira, 21 de Março de 2016

O Perigoso Regresso Do Monotaísmo De à 5 000 anos

 

A Terceira e Última Vaga

 

Controle e Extermínio da Raça Humana

 

 

A Serpente Rastejou Por Entre a Poeira Do Deserto e Atingiu o Oásis à Milhares De Anos Cobiçado

 

A Sua Baba Espalhou-se Por Toda a Terra e Dirige-se Perigosamente ao Centro Onde Completará o Asfixiante Anel que a Todos Engolirá

 

O "Paraíso" Prometido Não à Raça-Humana Mas Aos Sáurios Encobertos Está Mesmo Ali, Onde a Verdade Dorme Escondida Dos Olhos Do Mundo. A Eternidade Ambicionada

 

Arranque-se-lhe a Cabeça Antes Que Seja Tarde Para a Humanidade!

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SintoMe: ... A Grande Mentira Das Três Religiões do Ocidente
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EscritoPorLazulli lazulli às 19:32
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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008

Humanidade Escravizada (II)

 

 

(continuação)

 

Ora, se recolhida a célula clonada de um determinado indivíduo, tendo em vista a criação de um outro indivíduo, tem que ser introduzida num outro indivíduo e este feminino, de modo a que a gestação do novo ser, até ao seu aparecimento, se possa finalmente concretizar. Perante isto, Deus não teve alternativa senão ter que recorrer a um corpo feminino já existente, para o aparecimento do seu amado Adão. A criação concretizada, só acontece depois de gerada, de contrário, no que diz respeito ao ser humano propriamente dito, nenhum ser existiria. Um corpo feminino terá que ter sido imprescindível em todo este processo, senão, não teríamos o aparecimento do Adão e da Eva. Como Paraíso quer dizer, em hebraico, segundo o mencionado em “Eram os Deuses Astronautas” por Erich von Daniken, pomar de fruta ou laboratório espacial, a possibilidade da raça humana ter sido clonada por este Deus Cientista, não é de todo de se desprezar. Penso que a conclusão de Erich von Daniken, se baseia na própria designação de Paraíso, onde um jardim fechado num recinto, é mencionado de vários modos:

 

Do antigo Persa, apiri-doeza ou poridoeza (pomar rodeado de um muro; recinto circular).

Hebraico: pordés (jardim)

 

Grego: poradeiros

Éden: jardim plantado no meio de um campo feliz.

 

Com tantas possíveis divagações sobre o aparecimento do Homem na Terra, tinham logo que optar por uma fantasia ridícula e insignificante digna de aceitação, só por parte de mentecaptos.

Desde que o Homem apareceu na Terra – e este aparecimento perde-se na noite dos milhões de anos passados – justificou-se sempre o seu início e o seu fim de todos os modos que a palavra escrita e falada nos possibilitou, sem tão pouco algum dia termos percebido como, porquê e para quê este seu «aparecimento». Talvez por isso, procuramos e não encontramos, porque nada há para ser encontrado. O princípio, que ninguém pode afirmar que tenha ou não tenha existido, e o fim, que aparentemente parece existir em tudo, não é certo para nada nem para ninguém.

Culpa de quem, este mistério da vida? Quem é ou quem são os responsáveis por todo este silêncio perpétuo, que tende a manter-se cada vez mais inacessível à grande maioria dos que ainda cá se encontram, dos que hão-de vir e dos que por cá já passaram sem resposta?

Só obtemos o resultado final de um problema se tivermos o enunciado desse mesmo problema e também o que se pretende saber. Na vida, não temos o enunciado nem tão pouco sabemos o que se pretende com a existência humana e, não só mas também, com a existência de todas as outras espécies. Daí que nos seja praticamente impossível saber o produto final. Isto é, se alguém pretender saber porque realmente existe, as parcas e insuficientes explicações que tem à luz dos conhecimentos actuais, façam eles parte do passado, do presente ou do futuro, são: nasceu da união sexual de dois corpos humanos a quem Deus, anteriormente, já tinha dado a vida, permitindo-lhes, assim, produzirem outros indivíduos semelhantes a si mesmos, de modo a manter e perpetuar a sua espécie. Como resultado do cruzamento destes dois elementos, obtém-se um terceiro elemento que é o produto da sua tão zelosa reprodução. E com este novo elemento, retirado dos dois anteriores, surge a família, a qual por sua vez, garantirá para sempre a continuidade da imortalidade com a criação de novas famílias que se perpetuarão até ao infinito. Neste processo de multiplicação infinita, assegurar-se-á a criação do homem pelo homem, onde a procriação fará jus ao lema:


«Prolificai e multiplicai-vos.»


Realmente, a espécie humana e todas as outras, existem graças ao processo da sua própria multiplicação. Mas, na sua essência, ninguém explica o porquê de assim ser, como tudo isto começou ou mesmo com que finalidade. Nem a teoria de Charles Darwin relativamente ao problema da origem e evolução das espécies – que demonstra que a vida surgiu gradualmente na Terra e que os seres vivos se desenvolveram de acordo com um processo evolutivo, das formas inferiores às superiores –, nem tão pouco pura e simplesmente acreditar que a vida é um bem precioso que tivemos a felicidade de obter de um ser bondoso, que ninguém conhece, conhecendo nós, apenas, os nossos progenitores/criadores, que são os nossos pais, que não só nos dão a vida como nos criam neste vale de lágrimas infinito onde vamos caminhando sem rumo e sem destino.

 


(continua)

 

...
livros
 
publicado por lazulli às 14:22
Terça-feira, 3 de Julho de 2007
SintoMe: impressionada com a inércia dos humanos e as suas alterações mentais egoístas

EscritoPorLazulli lazulli às 01:10
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Terça-feira, 4 de Novembro de 2008

Mary Paz - Primeiro Capítulo (2)

 


(continuação)
 
O Sol brilha no firmamento, atirando sobre a terra seu calor reconfortante, como se pretendesse despertar todas as formas de vida existentes naquele local. Não sabendo quanto tempo tinha permanecido ali, deitada, de novo sentiu a angústia e a desolação de se encontrar ainda viva e na Terra. Embora que numa Nova Terra, surgida do nada, que lhe era completamente estranha e totalmente desconhecida. Olhando queda, para o céu azul turquesa , passou-lhe de relance pela ideia que talvez se encontrasse do outro lado da Terra. A dualidade desconhecida de uma Terra já destruída, que preserva em si este paraíso perdido ou esquecido. A incompreensão tomou-a de novo, mas seu corpo (mais parecendo um cadáver vivente), despertou-lhe a necessidade de sobrevivência. Ah! que sobressalto se apossa de seu corpo tão carenciado de alimento. A fome, que a tornava cada vez mais fraca para perceber o que na realidade a rodeava (tal como o viajante no deserto junto ao Oásis, onde a febre provocada pela sua sede, o impede de beber na imagem de sua própria ilusão) provocando-lhe uma angústia permanente, quase a levando à loucura ou a uma morte certa. Por várias vezes, tentou manter seu corpo de pé mas, sua fragilidade física e psíquica, atiravam de novo seu corpo para o solo. Esgotada e meio inconsciente, rastejou pela poeira do chão, num dos longos carreiros distribuídos por todo o “jardim”, como um verme moribundo, mordendo o pó da terra de onde tinha surgido, como se sua ossada quisesse penetrar no solo de onde havia nascido, e se pudesse desfazer por entre cada partícula de pó e infiltrar de uma só vez por entre a névoa que se ia elevando no ar em torno de seu corpo semimorto. O barulho do riacho aproximava-se lentamente, quase que inaudível a seus ouvidos, já tão pouco capazes de captar ruídos exteriores, provavelmente provocado, pelo deflagrar do cataclismo a que assistira e vivera, ou mesmo pelo silêncio tumular que adveio após. Na Terra de ninguém ou na Terra das radiações, actualmente donas e senhoras da Velha-Terra , onde predomina a insanidade mental dos outrora donos do Planeta, acaba de ser instaurada uma nova lei de vida, em que a própria Natureza está a ser dominada a bel-prazer pelos seus actuais habitantes, restos humanos da queda do Mundo, meio Homens meio mutantes, dando assim novas formas de vida à Natureza. Ao ficar sem reservas naturais para a sobrevivência material e psíquica do Homem, devido aos átomos radioactivos que permaneceram na atmosfera e na água, e que durante muitos e muitos anos, emitirão nocivas radiações a todos os organismos vivos e provocarão alterações cromossomas neles e nas futuras gerações, a Terra “permitiu” que o Homem alterasse o curso normal da sua evolução, tornando o Planeta num caos de vida evolutiva e levando-o a colocar-se no fim da escala da espécie animal, ao procurar na maioria das vezes alimento para a sua sobrevivência entre os seus semelhantes acabando por se alimentar da carne da sua própria carne.

(continua)
hoje está lua cheia
livros
publicado por lazulli às 00:20
SintoMe: em luta com o Islão

EscritoPorLazulli lazulli às 10:40
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Terça-feira, 28 de Outubro de 2008

Sempre Eterno

 

 

Há quanto tempo...

Foi há tanto... que pensei ter esquecido

Mas a verdade nunca me deixa só

E continuo a acordar, mesmo quando teimo dormir

Evitando assim

Lutas desgastantes com humanos ignorantes da verdade

Tentei em determinada altura, esquecer quem sou

Mas sempre algo ou alguém me relembra

E desperta de um sono profundo e eterno

O meu forçado esquecimento

Da minha essência, nem perdida ou esquecida

E, o ignaro pérfido ou bizarro me desperta

Para que não durma eternamente

Saberão eles o que fazem quando me despertam?!

Não me deixam dormir ou esquecer

Usam sempre uma nova arma

Para o meu não esquecimento

E, assim, aqui estou eu de novo

Olhando o interior de um mundo estranho e desconhecido

Sempre eterno

E, lá está o Tempo inimigo persistente

A marcar a presença daquela que depôs

Haverá acabar para o Nada?

Tento de novo dormir ou fico de novo acordada?

Dentro de mim a forçar quanta vez recalcada

Insiste em actuar a Força, pouco transformada

Eu “simples humana” preferia não ter que a defrontar

Mas os meios trazem à luz a força desconhecida

Que não quero usar

Castigando pela sua também ignorância de um mundo feito

Esperança... esperança... humana

Que um dia deporia

Ouviria o som do meu som, dizer uma palavra

Materializa-la e, piedosamente, depositá-la num Amor Maior

Que não me exigisse nada

A ternura eterna dos sentimentos pequenos.

Mas esse dia nunca chegou

Ninguém neste mundo realizado

Foi para mim suficiente

E, já não acredito

Porque este jogo, é grande, muito maior do que eu

Você seria... nunca acreditei... mas hoje será que me enganei?

Mas, nem tive tempo para começar

E já se entranhou o estranho entre nós

Mais um tempo adiado

Um cristal de luz doente

Continuará doente

Prisioneiro da luz que não quer para si, nem distribuir

Ínfima centelha invisível

Quantas vezes atravessas-te o ar

Desconhecida...

E depositaste claridade nos merecidos

e também nos ignaros

Retraíste-te, contraíste-te , tornando-te prisioneira

Do cristal enegrecido com pensamentos alheios

Poderosos seres

Continuarão a enegrecer-te

Se continuares a dormir.


(2003 maio )

 
publicado por lazulli às 12:09
Quinta-feira, 26 de Abril de 2007
SintoMe: ... apreensiva com a encruzilhada do mundo

EscritoPorLazulli lazulli às 20:23
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Prisioneira Do Tempo




Foi Prisioneira do Tempo que te conheci

E o mesmo Tempo, continua a aprisionar-me e a confundir-me

Ao relembrar-me de ti...

Em conflito, com a tua e minha existência

A medo... relembro-te e esqueço-te

Mas o meu pensamento persiste inseguro, incerto e temeroso

Mas preciso de um amigo

E esse amigo és tu

Só podes ser tu

“A Grandiosidade da Divindade” continua a existir

Ajuda-me a sair deste emaranhado em que me encontro

Ajuda-me a libertar-me desta loucura

Ou então atenua a minha existência, num mundo que não é meu

Sê o meu confidente

Não me deixes sozinha aqui

Preciso de ti.


penso: "VestígiosLongínquos" - do livro de poesia

publicado por lazulli às 10:47

SintoMe: ... olhar o mundo apreensiva
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EscritoPorLazulli lazulli às 00:43
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Sábado, 25 de Outubro de 2008

A Grande Mãe (I)


 

 

I Capítulo

 

 

 

 

Leda cavalgava já há muito tempo pelas planícies onde habitavam os homens. Destes quase só tinha ouvido falar, agachada nos recantos da caverna onde se juntavam as mais velhas, não lhe sendo permitido, ainda, frequentar a caverna onde em cada lua cheia se reuniam desde as anciãs até às jovens guerreiras, Leda sentia-se à parte por a considerarem ainda nova demais para participar nas decisões da vida, como todas as outras. O seu espírito livre e inquisidor, sem arreios, levava-a muitas vezes a fazer o percurso tortuoso das montanhas galgando pedregulhos e armadilhas pondo em perigo muitas das vezes a sua própria vida, mas a curiosidade e a indisciplina do seu espírito, valia-lhe todos os riscos e secretamente quando a lua começava a aparecer no céu estrelado levantava-se sorrateira por entre as meninas que dormiam e entre os gemidos de umas e de outras, lá ia conseguindo chegar à entrada da tenda de peles de toda a sorte de répteis, existentes na planície, habilidosamente unidas umas às outras com fios retirados das crinas dos seus fogosos cavalos, feitos pelas mulheres mais velhas. Aquelas que já não montavam por a sua idade avançada não lhes permitir saltar para cima de um cavalo quanto mais manterem-se direitas em cima dele. Embora muitas destas mulheres transportarem em si o conhecimento da vida e orientarem todas as outras. Perspicazes, eram sempre elas que se apercebiam quando alguma coisa não estava bem não só na tribo como também no mundo. Temiam os homens embora os dominassem com um simples olhar. Eram cuidadosas nas suas análises sobre estes e compreensivas mas também determinadas quando de quando em vez alguns deles nas suas entradas no clã com autorização destas ou porque iam levar a caça com que trocavam utilidades que só elas sabiam construir. Nunca conseguiram que a tribo de Leda nas trocas que faziam, lhes fornecessem manufacturas de ferro. O lugar da forja jamais fora visto por qualquer um deles mesmo quando permaneciam por mais tempo nos domínios das mulheres com o intuito de estas aumentarem a sua prol. Não eram muitas as vezes que isto acontecia e quando acontecia todo o clã ficava em silêncio e alerta. A pouca idade de leda não lhe permitia perceber porque tantos cuidados e tanto receio mas de qualquer modo também não simpatizava com estes peludos meio vergados e mal cheirosos quando estes ali permaneciam. Lembrava-se quando a sua primeira mãe aquela de onde tinha surgido recebeu um destes animais tímidos mas raivosos. Lembrava-se bem do olhar carregado de ódio que lhe lançava de soslaio como se não estivesse a ser observado e pudesse de um momento para o outro saltar-lhe em cima. Mas era na caverna dentro da montanha que eram ditos todos os segredos da vida e um segredo só existe porque encobre alguma coisa má. E ela continuava a tentar descobrir o que seria tão mau que lhe escondiam e embora lhe tivessem prometido que quando tivesse 10 luas começaria a participar junto com todas as outras destas reuniões sentia que não conseguia esperar tanto tempo para saber. Mas toda a gente na tribo conhecia Leda pela sua irrequietude e ansiedade. A a primeira da sua primeira avó, mãe primeira da sua primeira mãe, ainda tinha sido a única a compreender Leda e contar-lhe histórias antigas mas que em vez de incutir em Leda calma e espera surtiu efeito contrário. Aí sim, Leda teve a certeza que todas lhe escondiam alguma coisa grave.

 

(continua)

 

penso: ficção

Sexta-feira, 20 de Abril de 2007

publicado por lazulli às 19:11

 

SintoMe: ficção

EscritoPorLazulli lazulli às 11:41
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Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008

1999 abril

 

A partir daqui, o Mundo nunca mais será o mesmo. É, este, o resultado da guerra, que os Estados Unidos da América, levando a reboque todos os governos da Europa, pertencentes à Nato ou OTAN, como queiram chamar, conseguiu com o ataque à Jugoslávia. Todos os cobardes ou diabólicos governos, que compactuaram com esta agressão, a um País que tem o direito de o ser, como qualquer um destes países que o ataca, a pretexto de ir defender uma minoria de Albaneses no Kosovo (província da Jugoslávia e parte integrante deste mesmo País). Segundo País, nesta escala de violência, levada a cabo pela América e Nato. O primeiro País, a sofrer desta violência inexplicável, foi o Iraque, em 1989, que de tantas e tantas armas de destruição massiva que possuía, não lançou nenhuma. Com certeza, porque as não tinha, de contrário, os famosos "Aliados", nem se teriam atrevido a tanto. Além de que, ainda hoje, não se percebem bem, os reais objectivos deste ataque. Quanto mistério! Quanta destruição! Quanta dor! Os mais fortes continuam a vencer os mais fracos, e continuam impunes. Intocáveis! Arrogantes e senhores de tudo e todos. Quem os parará? Quem? Por enquanto, parece que ninguém. Parece que o desarmamento bélico só foi para alguns. E os que mandaram desarmar continuaram a armar-se. Também parece que o mundo inteiro está a dormir. Não vê o óbvio. Porque será? Devíamos oferecer uns óculos a todos ou aconselhar, os governos do mundo inteiro, a ir ao oftalmologista. A sua cegueira parece cada vez maior. O futuro da humanidade político, social, económico e religioso, nunca mais será o mesmo neste planeta já por si frágil em todas estas estruturas. Não haverá mais liberdade para o pensamento. Não haverá mais liberdade para ser. Penso até que de hoje em diante, a escalada de ocupação mundial dentro de todos estes sectores, será tão rápida que não teremos tempo de respirar entre um e outro ataque às nossas liberdades de evolução como seres humanos livres. Permitimos tudo isto, com os nossos votos ridículos em homens ambiciosos e demoníacos. Ao longo dos tempos, enganaram-nos e permitimos que nos explorassem, escravizassem e não dissemos, basta. Permitimos calados e hoje será difícil retroceder este Plano tão bem montado por todos eles. Que pretenderão? Não sei bem. Estarão sozinhos? Também não tenho a certeza. Mas sei que o mundo deu neste milénio o primeiro passo para a sua definitiva mudança. E não mostra ser para melhor. Iniciamos com mortes, massacres e perda de identidade, substituída com carimbos nas palmas das mãos, este processo. Cegos, estamos todos cegos. Talvez, para estes Senhores do Mundo, tivesse chegado o momento ideal para pôr em prática aquilo que têm vindo a preparar à muito tempo. O Plano, está em curso a toda a velocidade. E não é verdade que o ser humano está no ponto? Este foi o século da manipulação mental do homem. O que se segue, não será mais que o século da sua concretização. À tanto tempo que antevia a manipulação do Homem... eu mesma tive dificuldade em não me deixar manipular por toda a imprensa mundial e pela sua cabala. Hoje estou e sou livre para pensar e raciocinar livremente. Não me tiraram a razão. Mas foram tantos e tantos de qualquer idade e condição que se deixaram ir nesta torrente, que as suas mentes já se encontram perdidas em um qualquer oceano desconhecido. Nem sei bem o que fazer pró futuro, apenas em silêncio e calmamente, estou atenta a todos os seus movimentos. Não serei apanhada desprevenida, neste seu processo de aniquilação mental e não só, do ser humano. Se eu acreditasse em deus do mesmo modo que esta maioria da humanidade, também lhe pedia ajuda, antes que do homem sobrem apenas bonecos. Queria acreditar em forças maiores de protecção ao ser humano. Queria acreditar que não será tão nefasto este processo e esta nova civilização que se encontra à porta do mundo; mas, não vejo como, porque não acredito de modo algum nas suas implantações cerebrais. Talvez remotamente exista uma possibilidade. Se não estão sozinhos estão acompanhados e se o estão, outros ainda além destes, podem existir e um dia interferir. Se estão sós, só ao Homem compete impedir este evoluir. Talvez, quem sabe, ir em busca do seu graal, no tal oceano desconhecido, e, recuperar, a sua essência perdida. Não permitir uma Civilização igual nem diferente e sim construir uma completamente diferente de todas as que existiram e as que virão. “Deus” ajude os humanos a perceber a verdade e o seu verdadeiro sentido de ser humano.

 

 

penso: hoje está SOL

publicado por lazulli às 12:02

 
SintoMe: ... atenta ao avanço islâmico no mundo

EscritoPorLazulli lazulli às 16:05
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