Domingo, 18 de Setembro de 2016

A Promessa

 

 

(Prometeram... e cumprirão o Prometido.

... sem Batalha não se concretizará o 4ª Poder que a todos Domina e Controla. N.O.M

SintoMe: ... à espera

EscritoPorLazulli lazulli às 03:23
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Domingo, 3 de Abril de 2016

Mátria

 
 
Chora o duplo a Mátria-Mãe
lágrimas de fogo ardente
esvaem-se perdidas
no sangue derramado
infiltrado
 
das mesmas vidas
 
Olha em mágoa
incontida
a preferida
no topo do ermitério
 
perdida
 
Coberta de sangue inocente
está a Terra embebida
10 000 anos já se foram
e o usurpador 
continua a devastar
a essência humana
privilégio "maldito"
 
de poucos
 
No princípio
Pós chegada
Mataram e devastaram
Impérios reduzidos a pó e cinzas
Crenças inúteis para criaturas úteis
genuínas
Estátuas tombaram
Cabeças rolaram
Pedras empilharam-se pelos solos áridos 
Pouco sobrou do mundo antigo
Ancestralidade perdida
e novas vidas
 
Senhores e escravos
escravos e senhores
Regimes dogmáticos
imbuídos de políticas
Poder de fazer
leis absurdas
nos comandos do mundo
Vidas inocentes destruídas
As mesmas vidas
 
Um só deus desconhecido de todos
Ouro é seu melhor contributo
Promete um paraíso desconhecido
ao subjugado
ao seu poder único
incontestado
Divide-os por género
matando um deles
não para sempre
porque dele precisa
p'ra procriar
Mais escravos
O ouro deve continuar
Aterrados
pela perda da sua humanidade
heróis tombam de espada na mão
para evitar
vassalagem sem perdão
aos que aqui estão
 
Cabeças vergam-se à Terra
Agradecem as vidas miseráveis
Oferta de um deus desconhecido
vindo de longe
de muito longe
Por um sopro de ar
inútil
destroem a sua natureza
implantando natureza desconhecida
Erguem-se templos
precisos
 
2 000 se passaram
Muitas "leis" foram lançadas
A pobreza a miséria
É paga de ouro dado
A promessa era na morte
de um dia
Os senhores deuses
carrascos ao serviço do divino desconhecido
empanturram-se
de prazeres hediondos
desconhecidos dos humanos perdidos
submetidos
A conquista estava feita
A promessa a caminho
Realiza-se lenta
mas eficaz
Guerras e batalhas
grassam por toda a Terra
não toda
completamente conquistada
na "alma" ou no "corpo"
dos que ousam prevalecer
eles próprios
 
Era preciso mudar
Trazer algo de novo
ao povo
Os impérios não caíram
completamente
Ressurgiam imponentes
audazes eficazes
espalhavam-se pela Terra
numa mistura entre o antigo e o moderno
fazem perigar
o grande plano conquistador
de terra alheia
É preciso impedir o seu avanço
É preciso alterar o curso do mundo
que não verga
A humanidade tem a essência do cosmos
Algo que não é combatido
num só combate
São precisos muitos ardis
para sugar a essência não controlada
pelos predadores
Daí...
Outra ordem surge
Tão dúbia como a anterior
Afastando na aparência
os antigos "seguidores"
Mais eficaz
Mais poderosa
Com o amor
transformado em ódio
ao semelhante
A conquista já se alargou
ao canto superior da Terra
onde muitos se mantêm
gente
Mais impérios caiem por terra
Mais guerras e mais batalhas
Linhas territoriais
são conseguidas
Mais "leis" de amor feitas morte
Desta feita
Mais letras humanas surgem
do nada
Divinas
Mais do que o divino ausente
Nada de bom no bom
surge daqui
Inicia-se e rompe o mundo em esplendor
O amor
Segunda Vaga de luz
ao dispor
dos mesmos
Dor, sacrifício e sujeição
Tortura e morte
para os que aqui estão
 
Desta vez estendem-se mais longe
O oeste é seu limite
A terra fica negra de tanta morte
Aos heróis da Antiguidade
deram os guerreiros continuidade
Novas espadas travam novas batalhas
Novos mundos se criam
por persistência e teimosia
Duas forças se "criam"
Mas a mistura já foi feita
O antigo mistura-se com o moderno
4 000 anos já se foram
Na mente humana formatada
com o vírus orgânico
transmitido de boca em boca
Germina a semente
da serpente lançada
que não acaba
Quando todos a julgavam
já exterminada
 
 
Numa paz débil
A mente brilha
Ainda cancerígena
Lambendo ainda as feridas das fogueiras
A humanidade caminha
em esperança
Recupera o tempo perdido
E mostra seu esplendor e inteligência
A igualdade dos primeiros tempos
espalha-se como um Sol
Sacode a baba da cobra que os enrola
Estão perto do progresso devido 
Da verdade. justiça liberdade. 
Amizade entre irmãos
da mesma espécie
Prosperidade
Assim pensam eles
na sua ingenuidade humana
Mas a tocha que lhes trazem
é a mesma 
Só que não sabem
Nem supõem
que os pilares onde assentam
suas crenças
São falsos
Trazidos pelos mesmos
na sua luta contra a raça-humana
Sempre ocultos 
aos olhos de todos os crentes de sistemas perniciosos
ao vivente
A gente
 
O pérfido vingador
Rei e senhor de muitas guerras e batalhas
não se contenta
A terra prometida continua prometida
Do olho negro espreita
e solta a aliança aparentemente perdida
Ouro negro eclode do subsolo
A aliança mais uma vez se concretiza
Ouro riqueza desmedida
Salivam loucos de alegria
por beneficio tardio
Estavam preparados à muito tempo
cumprindo os preceitos malditos
Mereciam
Mereciam o ouro negro
esta legião negra na alma
zelosa do oculto
Chegara a sua vez
E o terceiro irmão rejubila de alegria
E avança ao mundo inteiro
Com dinheiro
Milhões lhe prestam vassalagem
Rodopiam esvaziando suas mentes
de humanidade
E volta a animalidade
dos desalmados
Sangue jorra e continua a jorrar
Ninguém vê
Por encobrimento dos mesmos
noutros locais
aguardam
na esperança encoberta
das areias do deserto longínquo
onde dorme
a Arca... "perdida" "roubada"
vinda de fora
Absorve-os
E ao mundo inteiro
O dinheiro
 
Ambiciosa escumalha
quer tomar parte
desta nova/velha
senhora que rasteja desde o Deserto
à 10 000 anos
Sai da arca e mostra-se
Bebe sangue
Sangue humano
A imortalidade
E... lá continua sua marcha
Dirige-se ao centro
A nova legião segue-a desde o deserto
Imbatível
A mesma linhagem está entre eles
Uns e outros são os mesmos de antes
Com nomes diferentes em vários locais da Terra
E seus crentes atacam-se entre si
Mas eles não morrem
Nunca morrem
Nunca a raça humana
viveu tal terror e desumanidade
 
Tal desigualdade
 
Aqueles que descansam na paz
são atacados
Por todos os lados sucumbem
Não acreditam
que veneram a cobra desde sempre
Que ela está prestes a completar o seu círculo imundo
de dominar o mundo.
 
Sobrarão os filhos da serpente
escondida
na Terra prometida
 
Quem salvará a humanidade?!
Quem lhes fará frente?!
Quem os expulsará da Terra que não é deles?!
Ninguém!
 
O mesmo pérfido predador
A mesma terra prometida
Aguarda a chegada
da prol já existente
A "alma" humana está contaminada
Por adorações bizarras
a deuses desconhecidos
Com feroz legião de adeptos
perseguem os perseguidos
A Terra
é a mesma
Quem a ocupa
Não!

amorc.jpg

 
A Mátria chora
na  Terra destruída 
a Preferida
SintoMe: triste por tanta mentira à humanidade
Palavras: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

EscritoPorLazulli lazulli às 19:58
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Segunda-feira, 21 de Março de 2016

O Perigoso Regresso Do Monotaísmo De à 5 000 anos

 

A Terceira e Última Vaga

 

Controle e Extermínio da Raça Humana

 

 

A Serpente Rastejou Por Entre a Poeira Do Deserto e Atingiu o Oásis à Milhares De Anos Cobiçado

 

A Sua Baba Espalhou-se Por Toda a Terra e Dirige-se Perigosamente ao Centro Onde Completará o Asfixiante Anel que a Todos Engolirá

 

O "Paraíso" Prometido Não à Raça-Humana Mas Aos Sáurios Encobertos Está Mesmo Ali, Onde a Verdade Dorme Escondida Dos Olhos Do Mundo. A Eternidade Ambicionada

 

Arranque-se-lhe a Cabeça Antes Que Seja Tarde Para a Humanidade!

serpente.gif

 

 

 

SintoMe: ... A Grande Mentira Das Três Religiões do Ocidente
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EscritoPorLazulli lazulli às 19:32
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Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2016

... IMAGINE THERE'S NO ISLAM...

 

SintoMe: ... observando o mal Islâmico no mundo

EscritoPorLazulli lazulli às 19:33
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Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2016

Prelúdio

                                          Ainda o Tempo/Espaço não existia

nem a Forma

interligados

dão

expansão

permanente

quase infinita.

Surgiram 

milhões e milhões de galáxias

mundos materiais

Forma

Corpos Densos

Vida.

 

 

Tudo mudou

mudou verdadeiramente

nunca mais se fará sentir a inactividade permanente

porque o Tempo começou a sua devastação

o céu desceu

a Terra subiu

neste confronto

inclinou

balançando

como pêndulo

pendurado no vácuo

vagueia desnorteada pelo espaço

muito perto

de uma verdade que se aproxima.

 

 

O Sol eterno

senhor da galáxia profunda

anuncia a sua mudança

na aproximação

do que se lhe segue

não mais estará sozinho

porque a sua fonte de energia

não era mais suficiente

para aquecer o ente

à deriva

revolução no seu interior

 

 

Minúsculas são

as formas que se movem estonteantes e sem rumo

à distância de si

o reforço vem aí

mas tombam as formas de vida

que susteve durante milhares de milhares de anos

não pode mais

esgotou.

 

São milhões de milhões

que lhe fazem frente

aumentam as carnes pensantes

diminuem os seus

sacrificam

entes

roubam-lhe a sua essência primeira

a Origem

implantam-lhes tenebrosos

horrores

perdem-se na dor

no espanto

na agonia

da impotência

O oculto vem em seu socorro

acrescentar luz à luz

já fechada

reforçar o extenuado aliado humano

nunca reconhecido

na sua verdadeira função

de alimentar o ente

sozinho nesta imensidão.

 

Não pode mais meu irmão

está extenuado

revoltado

pronto a explodir

se o reforço tardar em chegar

tardar em vir

muitos sucumbirão nesta luta

de se manterem sãos.

 

Vem meu irmão.

 

 

 

 

 

SintoMe: triste pela humanidade

EscritoPorLazulli lazulli às 02:25
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Quinta-feira, 24 de Dezembro de 2015

No Rio Do Esquecimento

(.... e, sucumbi... agora... tento recuperar em prol da Verdade.... a humanidade...)
                                                               
 
Predestinação                                                                        Reconhecimento
      (2007)                                                                                                                     (2015)
 
 
 
A ave
nos céus
paira ferida

ensombrada

por setas humanas

certeiras
vacila no voo alado
que lhe estava à muito
predestinado.                                                                                                          E não queria.

 

Seus propósitos

ensombrados

por humanos

que pisam a terra dura

parecem ficar adiados   
e mergulharem                                                                                                   E mergulharam
no rio-do-esquecimento.                                                                                     Profundamente                                                                                                                                                 

 

Porque a ave                                                                                         No rio-do-esquecimento

não sabe falar a língua dos homens                                                                            aprendeu

não sabe exprimir                                                                                 a falar a língua maldita

o seu sentir                                                                                                                sem Sentido

sagrado                                                                                                       a língua dos homens

e destinado                                                                                                                sem destino.

ao Sentido.                                                          

 

Como os homens não sabem voar

para a alcançar

preferem feri-la

fazê-la mergulhar

no rio-do-esquecimento.                                                                                     E conseguiram.

 

 

Interpretam-na

de acordo com a terra que pisam

abandonam-na

na sua queda

que já se avizinha

abandonando os seus propósitos                                                              Por desconhecimento

de a ter                                                                                                                    de si próprios

de a saber                                                                                                              da sua Origem

de a proteger                                                                                                         do seu destino.

de si mesma.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                  

 

Vacilante

voa desequilibrada

sobre o nada                                                                                                                         E cai

e a pequena sombra que projecta                                                     Nas águas mais profundas

é a do seu voo alado                                                                                                       Do nada

danificado

por tão má interpretação

à sua tão

indecifrável linguagem.

 

 

O rio

que corre

são as lágrimas que verte                                                                               E nele mergulhou

de mágoa                                                                                                  E nele continua presa

de dor                                                                                                  a lianas que a entrelaçam

de culpa                                                                                das quais não se consegue libertar

por esperar                                                                                                                plenamente.

por aguardar                                                                         

por não querer

acreditar.

 

Desespero                                                                                                       Por não conseguir

por não se fazer entender                                                                  Soltar suas asas molhadas

e deitar tudo a perder                                                                                                        E voar

na tentativa                                                                           Esquecendo a língua dos homens

de usar                                                                                                                       Corrompida

a língua                                                                                      Que não queria ter aprendido.

dos tradutores

desconhecidos.

 

Não existe um sentido

nas palavras

existe um som inaudível

que vem de muito longe

antes do Tempo

mas sua alma

ferida

perdida

desacreditada

está no nada.                                                                                  Mais ou menos mergulhada.

 

As asas

projectam à terra

seca

palavras sem poder

palavras

de um tempo esquecido

de um tempo

onde dois                                                                                                                            E hoje

eram um.                                                                                                              Não é nenhum.

 

E, se as asas

no seu voo

incompreensível

ensombrarem                                                                                 

a terra

e os que nela estão?!                                                                                            Ensombraram.

 

 

Então                                                                                               

mergulhará também                                                                 

no rio                                                                                 

das suas próprias águas                                                                                         E mergulhou

sombrias                                                                                                                      sem querer

frias                                                                                                                               sem saber

distantes                                                                                                               nas águas frias

pela sua própria sombra                                                                                         deste mundo.

do eterno perdido                                                                                                  

e nunca esquecido                                                                                                  

por não mais acreditar

na Promessa

no Amor Maior

e na Verdade                                         

assumindo para Sempre      

a sua Culpa!   

 

 

 

                                                                      Entendeu

                                                                      por mágoa e desespero

                                                                    que se Um não é Dois

                                                                    e Dois não é Um

                                                                    nada tem razão de existir

                                                                    e mergulhou

                                                                    no rio-do-esquecimento

                                                                    porque sem um

                                                                   não existe o outro

                                                                  E o mundo perdeu

                                                                 A sua própria perda

                                                                 lá do fundo das águas frias

                                                                 olha o desenvolvimento repentino

                                                                 do adormecido

                                                                E sente Culpa!

                                                                        

(09.04.2007) (Diálogo com o meu amado eterno perdido e esquecido de mim. O único que perceberá a minha língua que nunca ensombrará os seus propósitos) Poderei enganar-me se um humano, falar para mim a minha própria língua? Como pode quem não é, ser?! Como ficarei se isso acontecer?!: - Como a ave, morrerei de dor e culpa. Esse engano não pode acontecer. Se acontecer, como o desfazer?! - Onde estás, TAUDUS?! Onde estás?! Não deixes que mortal algum use a tua língua sagrada. De contrário eu morro, na minha própria culpa e, sucumbirei no rio-do-esquecimento.

 

procura imortal terminada na Terra

 

 

(09.04.2007) Sinto dificuldade em saírem palavras de dentro de mim. Parece que tudo que escrevo leva outro sentido. Não "controlo" mais o meu Ente. Por enquanto não sei falar. As palavras minhas não corrompidas têm o poder de fazer e desfazer o que se calhar não tem que ser. Mas, não sei como parar esta dor. Esta mágoa, do engano perpétuo, que ainda não me convenceu de poder acontecer. O Universo não previu isso. Nos genes estava escrita a certeza. E, agora, estou doente, porque não entendo. Não me conformo com a possibilidade de um engano. Diz-me toda a partícula, que é assim. Continua a dizer-me. Todos os genes, continuam num reconhecimento dos sentidos. Mas, a realidade, diz que não. Estou confusa. Torturada com esta dor que para mim é a única razão porque existo, porque existi e porque existirei. Sempre. Se o Universo não me socorrer. Não sei. Mas, sucumbirei. Sei!

lágrimas no rio-do-esquecimento

 


EscritoPorLazulli lazulli às 00:04
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Sábado, 5 de Dezembro de 2015

SenhoraDasMãosDePrata

O Despertar Do Ente Contra O Poder Do Mundo (Invasores PES)

 

À RaçaHumana

 

Não Serve nenhuma Ideologia Política

Não Serve nenhuma Ideologia Religiosa

 

Só a LUCIDEZ!

 

 

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Na Encruzilhada Do Mundo, a Saga Humana Continua

SintoMe: à Espera De Um Milagre

EscritoPorLazulli lazulli às 02:49
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Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009

Humanidade Escravizada (XVII)

 


(continuação)

 

 

Mas contentemo-nos todos nós, mortais, porque estes privilegiados de Sua Senhoria-Deus também deambulam pela Terra e estão sujeitos às mesmas leis materiais que todos nós. Embora, curiosamente, de humanidade não tenham nada. Dão-se ao luxo de guiar a Humanidade para um precipício de dor e ignorância, porque dizem que a Humanidade é incapaz de se governar a si própria. Enfim, a Humanidade é burra. Então, o dito Senhor deu-nos divinizados espirituais e temporais para que, depois de sermos «filhos» de Deus, tenhamos que ser «filhos» da Igreja e dos políticos/governantes que nos mantêm com o mínimo indispensável, tanto material como espiritualmente.

Se a dura realidade nos diz que «todo» o homem deve trabalhar interminavelmente para garantir o seu sustento, ficamos praticamente privados de ­tempo e mesmo meios (apesar de recebermos um «salário justo» pelo trabalho que desenvolvemos) para nos dedicarmos a nós próprios e, assim, entendermos a razão fundamental da nossa existência. Além disso, como o trabalho é algo muito honrado e agrada bastante a Deus, não gostando este de parasitas e de malandros e sim de homens honestos e trabalhadores que trabalhem incansavelmente até ao fim dos seus dias, os adeptos deste Deus incrível estão sempre atentos a quem não seguir estas regras, que o Mundo tem há anos e anos sem conta, fazendo-os pagar sempre a sua falta a este cumprimento, com todo o tipo de represálias, de modo a que estes «marginais» saibam quem manda e o que acontece a quem não cumprir com o que o seu «Deus» estipulou para o Homem. Daí criarem uma infinidade de leis, canónicas e estatais, que tiram a coragem a quem ousa não seguir a lei da sobrevivência, com castigos atrozes que vão desde o aniquilamento da sua sobrevivência material até à sua ­destruição mental, fazendo-o, consecutivamente, construir tudo aquilo que será inevitavelmente destruído para voltar a ser construído . Esta é a Lei da vida que tanto apregoam como valiosa. Instável como o próprio ser humano, que mais parece um louco a correr à volta de uma casa, sem entender quando começou a corrida ou quando esta terminou ou deve terminar. E é desta vivência incompreensível e cheia de lamentos de toda esta Humanidade acorrentada que partem todos eles, mais ignorantes do que no dia em que deram o ­primeiro grito. É assim que nascem e morrem, sem puderem dizer chega! Vamos acabar com isto! Ou se vive ou não se vive! Vegetamos, isso sim, acatando leis sobre leis que se sobrepõem umas às outras e nos sufocam, acabando por nos tornar escravos de tudo e de nada e, até, de nós mesmos.

Mas o medo que têm do Deus deste mundo é tão grande que nunca se atreverão a pensar em voz alta e as dúvidas que povoam as suas mentes pensantes acerca deste seu suposto Deus, cheio de mistérios escuros e que ­deixa os Homens divagar livremente sobre si, indiferente às mentiras que inventam, continuam por esclarecer. Daí que nenhum deles seja capaz de responder que Deus é este de quem tanto falam, porque têm medo dele e, ainda, porque apontam o dedo inquisidor quando alguém se atreve a dizer que este famoso Deus não existe ou que, pelo menos, não é o Deus de toda a Humanidade, devido às diferenças enormes que existem entre os seres humanos. Esta ­ousadia e afronta às suas crenças, que tanto os escandaliza, fá-los mais filhos de Deus do que realmente são? Ou será unicamente medo o que têm, por ­desconhecerem tudo e não terem a certeza absoluta de quem são, de onde vieram e para onde irão, nesse seu final mais que predestinado por esse Deus completamente desconhecido de todos eles? A sua falta de conhecimento é tão grande que não conseguem discernir o Deus real do Deus irreal, nem tão pouco o que serão eles ou como serão de verdade. Daí ficarem ofendidos e crucificarem todos os livres pensadores, alcunhando-os de difamadores e perigosos, quando tomam a defesa de um Deus que dizem amar acima de todas as coisas. Embora, para bem da verdade, Ele vá passando quase que despercebido pelas suas vidas, não obstante a dedicação que lhe dedicam no seu dia a dia. Se não fosse terem necessidade dos seus favores, bem que Ele não seria recordado por nenhum deles. O amor que dedicam a este seu suposto pai limita-se a um peditório constante, para uma melhor vivência. Pedidos e súplicas desesperadas que ­ficam sempre por atender e que ecoam por toda a Terra sem terem quem as ouça. A indiferença do «seu» Deus às suas súplicas é de uma incompreensão tão grande que, quando os vejo, espalhados ao deus-dará pela Terra imensa, ­interrogo-me se realmente têm consciência de não passarem de marionetas movidas por fios invisíveis, ao sabor do querer, de uma força maior, que não podem ouvir, amar, contactar, derrotar... até porque nem sequer a conhecem e, pelos vistos, não estão interessados em conhecer. De qualquer modo, a Deus, também pouco importa se os Homens o amam ou não. Quer, sim, que o ­adorem, que cumpram a sua lei (que se é o que as religiões nos tentam impingir estamos mal, porque é a lei do diz e não faz). Isto é: – fala de amor e pratica o ódio e a indiferença pelos outros. O amor não é coisa que interesse muito a esse Deus, nem tão pouco a verdade; quer sim que o adorem acima de tudo. Gostaria de saber o que ganha ele com isso. Cá para mim, o ego dele e a sua megalomania é a maior do Universo. Mas não quero desviar o meu pensamento pequenino no meio de tanta grandeza. É que, como descendente do homem, passei a ser subalterna deste e, como tal, um ser inferior que teve o privilégio de sua ­senhoria Deus Pai de todos os homens (o que creio ser verdade) de ser dada, ofertada, ao meu irmão homem para que este criasse a civilização, na Terra que Deus lhe deu. Daí que o meu pensamento seja realmente pequenino no meio de todas estas superioridades, mas não tanto assim que me impeça de perceber que, como mulher, eu crio e dou a vida (claro que só depois do ataque dos espermatozóides masculinos aos indefesos óvulos femininos) e, assim, saber que o homem descende da mulher e nunca a mulher do homem, pois é dentro do ventre dela que se gera e se cria a vida. Mas este Deus mentiroso reclama para si e os seus homens os meus direitos da criação, alegando o absurdo de eu ter descendido do homem. Daí que, legitimamente, afirme que este Deus não é o meu e sim um Deus dos homens e não sei se não cumprirão estes realmente com os desígnios obscuros deste seu Senhor poderoso ao implantar leis que causam dor e sofrimento a toda a humanidade. Mesmo que me digam, e com bastante frequência, que é o Homem que provoca a fome e a dor a outros seres humanos e que Deus não tem nada a ver com isso, porque é que Ele não os impede? Porque será? Porque não quer, não pode, ou porque não é o seu Deus? Se o seu Deus pudesse impedir, mas quisesse e permitisse todo este império do mal que alastra pela Terra, era o Deus que esperam? Deviam pensar sobre isto. Quanto a mim, quero é que esse Deus de quem todos falam se lixe juntamente com os filhos dele, porque não venero ninguém que permite a desigualdade humana em todos os aspectos. E como não sou primata, pelo menos no conceito dos mortais, não receio o desconhecido, nem lhe presto homenagem, em vida ou na morte. E depois, não gosto de megalómanos que só querem ser adorados, já me chega os que existem cá em baixo (ou cá em cima...!). Se não houver um Deus como eu o entendo fico sozinha, pois mais vale só do que mal acompanhada.


(continua)

 

doente

 

publicado por lazulli às 16:01
"reeditado"
SintoMe: ... em busca dos enganadores de povos

EscritoPorLazulli lazulli às 01:16
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Sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

Humanidade Escravizada (XVI)

 

 

 

Vida um presente envenenado

 
 

 

 

 

Porque insiste o Homem em tornar perpétua uma coisa que nunca trouxe, que se tenha conhecimento, a felicidade tão desejada, e sim a dor e a miséria humana?
Será porque a vida é um presente desse suposto Deus que, criando-a para que todos nós pudéssemos existir, a tornou no bem mais sagrado do Planeta? E o que me garante que assim foi? Mesmo com esta garantia teria que dizer que este Deus mais se assemelhava ao pior dos males ao conceder-nos uma espécie de presente envenenado, que não nos permite de modo algum sermos felizes, nem controlarmos totalmente as nossas próprias vidas.
No que me diz respeito, não sei de onde venho ou mesmo se venho de algum lado, mas de uma coisa tenho a certeza: não sou filha deste Deus, nem quero ser, até porque é um Deus inumano e cheio de mistérios impenetráveis, que nos faz nascer sem querer nascer, viver sem querer viver e morrer sem querer morrer. Como posso então conceber que a minha essência esteja ligada a um Ser tão vil, que atira os homens à Terra ao deus-dará e lhes diz: – Dei-vos a vida, é sagrada, matem se necessário for para que ela nunca desapareça, mas eu retirá-la-ei de todos vós quando me aprouver porque sou dono e senhor absoluto de vossas vidas e destinos.
E os mortais continuam a falar no futuro e sempre a longo prazo, como se este futuro realmente existisse em qualquer lado e eles fossem lá chegar, quando eles vão morrer com toda a certeza e, sem consciência da morte que os aguarda, a qualquer instante da vida, vão fazendo projectos intermináveis como se fossem eternos.
Para quê ou para quem, verdadeiramente, fazem eles tantos projectos futuros se, a vida de um qualquer mortal se resume mais ou menos nisto: num dado momento da existência, ele, mortal, rompe para a vida e o seu grito inconsciente confirma a sua existência humana. Neste primeiro instante de vivência, indefeso, fica de imediato à mercê de tudo o que existe, sem se poder defender seja do que for. Nada tem, nada dá, nada recebe. É alimentado e amado (quando é), e fica a crescer lentamente sem entender o mundo que gira à sua volta e o que lhe aconteceu. Até à velhice (se lá chegar) ele não entenderá nada daquilo que o cerca ou de si mesmo porque, muito subtilmente, ao longo de todo este percurso, vão-lhe metendo informações estereotipadas de existência no cérebro, com o objectivo único de, quando as suas pernas se puderem aguentar sozinhas, vir a servir o Mundo, porque é o Mundo quem ele vai servir, de um modo ou de outro, quer queira quer não. Sobre ele mesmo, tarde ou nunca entenderá que nada aprendeu, nada soube e tudo ficará por saber. Ao longo dos anos, vai-se contentando em sonhar, pelo menos enquanto não perceber o que é a vida que o rodeia e, quando descobre, se chegar a descobrir, o desespero é total e o desânimo, pelo modo como funciona o mundo onde está inserido, quase o levam à loucura. Tem de fazer com urgência alguma coisa por ele próprio para não sucumbir e, curiosamente, dedica-se à vida com todas as forças e dá ao Mundo mais motivos para que este se torne mais poderoso e seja mais capaz de escravizar os que vêm a seguir. É neste processo de crescimento, até que a morte o pegue de surpresa, porque ela chega sempre de surpresa, que o homem vai tendo os tão famosos altos e baixos, ao longo da vida, que lhe vão permitindo suportá-la. Vive aos solavancos, como o motor de um carro avariado, sem se aperceber da inutilidade da sua vida, daquela que dá gratuitamente à ­existência.
Embora não se questione, ao longo dos vários instantes da parca e precária vida que vai vivendo, se esta é a vida que ele necessita para si mesmo, tem consciência que algo está errado consigo, mas não consegue ir bem dentro de si e descobrir qual é de verdade a sua falta, que assim fica limitada ao ter de comer, porque o seu corpo diariamente lhe reclama a necessidade de alimento e corre, quando pode e quanto pode, para satisfazer a necessidade deste seu corpo, que não o poupa quando, a cada instante, a genética deste se vai modificando, para dar lugar a um corpo trôpego, que já nem tão pouco consegue andar, mesmo na procura deste alimento eternamente reclamado. Mas o homem ouve o apelo sistemático deste seu corpo faminto que nem pelo esforço do seu próprio dono em sustentá-lo uma vida inteira o poupa no princípio ou no fim da vida. Suga-lhe todas as reservas do pensamento interior, fazendo o Homem esquecer-se de si próprio.

 

de regresso a mim
ensaio, homem, livros, vida
publicado por lazulli às 00:51
Em 2007

 

SintoMe: ... já não acredito na humanidade

EscritoPorLazulli lazulli às 13:56
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Terça-feira, 31 de Março de 2009

Humanidade Escravizada XV)

 

 

 

Ainda criança, alguém o alimenta, evitando o corre-corre ao alimento imprescindível. E isto se tiver a sorte que alguém o alimente, senão deambulará desde cedo pelas ruas das cidades do mundo, comendo os restos que vão sobrando pelo caminho de alguém mais abastado do que ele. E neste espaço de tempo que vai sendo alimentado, desde criança até à fase adulta, ele tem uma vantagem: é que o seu corpo não o vence, porque está por sua vez a vencer outros corpos (Pais), que não só cuidam de si como o poupam a tão duro sofrimento imediato. E assim caminha ele, inocente, cheio de ilusões de vivência que nunca se irão concretizar no que diz respeito aos seus pensamentos mais íntimos. Poderá, com muita sorte, ter um décimo daquilo que foi sentindo, deste período em que alguém o tentou proteger, escondendo o que lhe estava reservado no futuro. Mas, inevitavelmente, esse dia há-de chegar para este «protegido» da vida, porque os caminhos da sua sobrevivência já lhe estão a ser preparados de modo a que, quando chegar a sua vez (como acontece com qualquer espécie animal que habita a Terra), saiba como arranjar comida e outras coisas mais. Porque vão-se-lhe deparar inúmeras alternativas em todo este processo de crescimento que o impedirão de chegar ao entendimento de si mesmo. E a única coisa de que vai tendo consciência ao longo da vida é que para não sucumbir pelas ruas das cidades do Mundo precisa de trabalhar; e isto para que não lhe venha a acontecer o que já está a acontecer a muitos, que deambulam indiferentes à espera que algo aconteça, seja o que for, mas que não seja igual ao dia anterior.

Parece que o Mundo foi sempre assim... Imutável como a vida, que vai desgastando os seres sem lhes dar uma solução válida. É um ciclo que não acaba, desde há milénios que se repete, sem que ninguém pretenda acabar com este absurdo. Pelo contrário, eles alimentam os sonhos do Homem pequeno, com a tal malfadada Tradição, dizendo que a vida dura sempre e que ele, quando for grande, vai ser... Vai ser o quê? Mais um escravo humanizado, ou da humanidade, um escravo que viverá uma vida inteira a levantar-se de manhã para regressar à noite, cansado, sem tempo para si próprio e sem entender porquê. E, no dia seguinte, recomeçará de novo este ritual sem fim, esquecendo quem foi e sem saber quem é, apenas recordando o seu nome que mais parece uma marca, para que não esqueça de quem é. Um nome. Apenas um nome. Um nome que, logo que nasce, também em nome de uma comunidade organizada para o bem estar de todos (dizem eles) é-lhe posto, como uma marca, um rótulo que não passa de um controle de registo que vai direitinho para os arquivos da sociedade, e tudo quanto fizer e disser daí para a frente nunca será unicamente dele e sim de uma civilização que pretende o controle de todos os seres humanos que habitam sobre a face da Terra. Com este nome, "obrigam-no" a seguir de imediato qualquer política e religião de acordo com o País em que nasceu e, pelo menos, neste momento crucial da sua vida, não lhe fazem falta nenhuma. Marcado imediatamente à nascença como um qualquer animal irracional, não lhe é permitido, assim, agir livremente como seria de esperar de um legítimo filho de Deus. Controlado até ao mais ínfimo pormenor, para ele é como se a «morte» tivesse vindo no instante em que «nasceu». Mesmo assim, mantém dentro de si uma fé inabalável no futuro. A crença de que vai encontrar uma luz ao fundo do túnel.

Mas, infelizmente para ele, é uma luz que, se existe, não alcança ao longo de toda a sua vida porque a morte continua a ser o destino de toda esta Humanidade que, cansada, caminha para um fim certo, mas que continua a teimar em esconder de si própria este fim inevitável.

Os seus pobres pensamentos estão tão confusos, tão sem solução, que nunca a Humanidade se erguerá, infelizmente para todos nós. Além disso, o silêncio de Deus é tão grande que o Homem nem consegue acordar com tão pouco barulho. Clama no deserto, porque continua a insistir em acreditar a vida ter sido criada por um tal Deus para deleite de uma Humanidade cansada e torturada, onde até o direito de raciocinar lhe foi, é e será retirado numa convergência de interesses entre o Poder Estatal e o Poder Eclesiástico. Onde um toma conta do corpo do homem, com uma civilização política que nos arrasta para uma penosa sobrevivência, e o outro toma conta da alma, como detentor de verdades inacabadas que nos destroem a razão. Assim, continuam a manter de pé esta estranha civilização que nos destrói a existência e nos afasta da verdade. E é exactamente aqui que entram os tais que talvez saibam a dita verdade para nos impulsionar para a frente, com promessas que nunca se cumprirão. Nunca! Mas se a humanidade tivesse certeza disto, seria um caos, e é este caos que alguns tentam evitar, deixando a humanidade às cegas e incapaz de fazer o seu próprio destino. E assim... Nascem todos os dias religiosos sem sentido, para dar sentido à humanidade, mantendo uma esperança de futuro que nunca há-de chegar. Pensam e governam por todos, pois os seres humanos em geral são incapazes de se governarem a si próprios. Para quê, se têm quem os governe? E quem disse que alguém tem que ser governado por ele próprio ou por um outro? Ninguém disse, ninguém! Mas assim é mais fácil manter por muito mais tempo esta farsa interminável; e, enquanto durar, também vão durar todos aqueles que, mais rápido que os outros, apenas quiseram viver. E se viver é o que todos nós sabemos, esta luta consecutiva pela sobrevivência que nos angustia dia após dia ao longo de toda a vida, então eles fizeram-no bem, para que a sua própria escravidão fosse menor. Só não conseguiram vencer a morte, mas para lá caminham. Pelo menos buscam desesperadamente os conhecimentos antigos das sociedades «ocultas» ao nosso entendimento actual (que julgam existir, de um modo ou de outro), para que a imortalidade, como a entendem, lhes seja revelada. E vão tentar, se vão! Esperando talvez conseguir o conhecimento supremo, como forma de deterem o Poder Total, que lhes permitirá ser igual ou mais do que o seu próprio Deus imaginário.

Também é verdade que alguém poderia ter dito alguma coisa e, até, abrir uma centelha de luz num caminho desconhecido que os levaria ao tão desejado caminho. Mas conseguiram convencer os interessados na verdade que não é o que está para lá do caminho o que interessa e sim um meio de ser e pertencer ao Grande, ao ­Maior, ao Sublime. E já são tão Grandes nas suas actuações neste mundo, Maiores no Poder e Sublimes nas suas estúpidas decisões.

 

calma
ensaio, homem, livros, morte, vida
 
publicado por lazulli às 21:17
Sábado, 6 de Outubro de 2007
SintoMe: ... aterrorizada com o mundo

EscritoPorLazulli lazulli às 20:09
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Sábado, 31 de Janeiro de 2009

Humanidade Escravizada (XIV)

 
 

 

(continuação)

 

 

 

 

 

Para nós terráqueos, filhos da Terra também ela submetida pelo homem que veio do céu, é melhor de uma vez por todas, sabermos quem de facto somos, do que pensarmos a vida toda que somos quem na realidade não somos. Não creio que a verdade sobre nós próprios, nos retire o poder de ser verdadeiros seres humanos, aquilo que já fomos no passado longínquo. Com a plena consciência e aceitação da nossa verdadeira natureza humana, teríamos a capacidade incrível de transformar este mundo num lugar digno de se viver, mostrando ao homem criado por Deus que os “animais” não só têm capacidade de se governarem a si próprios como também humanidade, coisa que lhes falta em doses demasiado elevadas, a eles, seres superiores em tudo. Depende de todos nós não continuarmos a permitir todo este mal entendido, de contrário, todas as explicações existentes – mórbidas e infantis –, continuarão a proliferar atravessando todos os séculos e todas as gentes e, os nossos pobres descendentes continuarão a ser escravos destes divinos mal amanhados. Devemos à humanidade futura uma oportunidade de libertação para que possa, verdadeiramente, ser feliz. Com determinação, exijamos a verdade. A nossa verdade. Continuando a ter medo do seu poder, que em nada nos tem ajudado a ser felizes, muito pelo contrário, não honramos a antiguidade. Não honramos os nossos valentes antepassados quando os combateram, aquando nos invadiram. Todo o sangue derramado desse tempo longínquo de nada serviu, porque hoje aceitamos este Deus e a sua corja, como se fosse nosso. E ainda lhe agradecemos por tão má existência. Depois de tanto tempo, com provas reais de toda a sua desumanidade, ainda se ouve no fim deste século, também marcado pela ignorância civilizacional, o grande e o pequeno, o rico e o pobre, o culto e o inculto dizer: «Meu Deus». Meu Deus! digo eu, quando os vejo criando fábulas imensas que têm o impressionante Poder do Verbo de que todos falam e ninguém entende. Capaz de fazer acreditar o mais prevenido dos homens. O assombro que sinto por tanta ignorância, que vai dos níveis mais instruídos aos mais baixos de formação, espantam-me! Todos carecem da vontade de querer saber a verdade de si próprios, como se esta não lhes fosse necessária. Assusta-me tanta ignorância e mais os assustará a eles, um dia, quando souberem a verdade sobre si próprios. E, como será evidente, sempre que tiverem contacto com a verdade, morrerão de novo e não sairão do ciclo eterno da existência, rodando nesta roda do destino Criado, este sim, por alguém, sem terem hipótese alguma de se libertarem e de se encontrarem. E, quando chegar o momento do confronto inevitável com a verdade, provavelmente muitos estarão já definitivamente perdidos ou mesmo não mais farão parte de algo... De qualquer modo, continuam a existir os que mantêm dentro de si a centelha da essência da vida e não sei como farão para entenderem a verdade de si mesmos. Enfurece-me que tenha sido e continue a ser assim, porque vejo a Humanidade, excepto no que diz respeito à matéria que os cobre (onde estão mais aptos a respostas concretas e que nem por isso são as mais profundas), a nascer e a morrer todos os dias, sem entender o seu nascimento e a sua morte e sem saber mais do que o seu nome, sobre si próprios, preferindo, assim, aceitar as mais variadas teorias que existem sobre a existência do Homem, todas elas unânimes no que refere ao valor sagrado da vida como sendo o maior bem da Humanidade. E, assim sendo, há que preserva-la a qualquer preço: e como cordeiros, todos em conjunto, dão razão a esta existência sem sentido, que alguém está interessado em perpetuar, sabe-se lá porque razão.

 

(continua)

 


actualidade, ensaio, homem, livros, vida

publicado por lazulli às 15:27 - 2007

SintoMe: ... preocupada com a falta de verdade da raça-humana

EscritoPorLazulli lazulli às 16:12
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Sábado, 10 de Janeiro de 2009

Humanidade Escravizada (XIII)


 

(continuação)

 


Se os semelhantes ao Homem, em vez de quererem ser seus iguais, até porque nunca o serão, pensassem, talvez pelo menos as milhões de espécies que existem, pudessem vir a ser tratadas com mais humanidade em vez de termos que continuar a assistir a torturas constantes de seres indefesos para deleite e consumo dos homens. Tanto os semelhantes ao homem como os que deles descendem, deveriam aprender a ler e a perceber que afinal não são para Deus tão importantes quanto pensam. Quem sabe, assim, a sua existência possa vir a ser melhorada, em vez de serem escravos eternos de um poder maior e venham até a ser temidos e respeitados por estes poderosos intrusos, conquistando pelo verdadeiro saber e consciência a igualdade com estes senhores do céu, em vez de aceitarem a escravatura eterna que eles nos impuseram. Talvez lhes pudessem vir a ensinar: Verdade, Justiça, Amor e Liberdade. Porque desde o início da sua intrusão na Terra, não respeitando a nossa inferioridade, ensinaram-nos exactamente o oposto, transformando-nos naquilo que sempre desejaram para nós: Bestialidade. Não somos bestas. Somos seres humanos. De 2ª e 3ª categoria é certo. Mas seres humanos. Embora, neste ano que decorre de 2003, a actual prática de vida, de todos nós, nos diga que «eles» atingiram os seus objectivos de nos bestializarem. Crimes consecutivos que são praticados diariamente sobre tudo e todos. A insanidade e indiferença que nos caracteriza neste momento, dá-lhes razão. Só nos preocupamos com nós mesmos, e mal. Não lutamos pela verdade ou justiça e sim permitimos tudo quanto eles fazem, e ainda os ajudamos a crucificarmos-nos a todos. Será que eles conseguiram bestializar-nos? Será que dentro de nós não resta nada de humano? O medo da má sobrevivência nesta vida sem sentido, leva-nos a uma agressividade tal que daqui a pouco nem nos reconhecemos. É preciso, todos em conjunto, despertar e começar a recuperar a nossa humanidade, que não sendo divina, é melhor que a deles. Em vez de querer ser filhos de Deus, seria bem melhor para nós aceitarmos a nossa condição de meros humanos e mostrar-lhes que não só não precisamos deles para nada, como também não os queremos mais a interferir na nossa vida, que viveremos segundo a nossa própria natureza e condição.

 

(continua)

 

leve

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publicado por lazulli às 10:21

Terça-feira, 18 de Setembro de 2007

SintoMe: ... olhando o mundo apreensiva

EscritoPorLazulli lazulli às 09:56
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Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009

Humanidade Escravizada (XII)

(continuação)



Criados, gerados e engendrados

 

 

 

 

 
Como se levou o homem ao esquecimento de si próprio e do seu passado remoto, que ameaça ser sem retorno? A primeira ideia – pelo menos de que tenho memória – foi de que tudo teve início quando se decidiu que todo o homem descendia de um Deus único e poderoso, capaz de amar e castigar justamente. E logo todos os injustos se sentiram bem com esta profecia que nunca se cumpriu. Tinham para amar um pai misericordioso que os recompensaria com uma vida melhor, bastava que qualquer baixo instinto dissesse pura e simplesmente: Eu acredito. Mas quem é que não acredita quando lhe convém?! Ao saberem que foi este Deus que os fez, lhes deu a Terra para viver e os dotou do Poder sobre as outras espécies, permitiu-lhes, na sua arrogância de legítimos donos da Terra, feitos à imagem e semelhança deste fantástico Deus permissivo, que milénios de existência, de engano e mentira fossem ficando para trás, impunes, sem que nenhuma alteração de fundo se fizesse para que o homem pelo menos tentasse ter um maior entendimento de si próprio e de todos os outros viventes. Claro que se Deus fez o Homem e o Homem fez o semelhante a si mesmo e o semelhante ao Homem fez o semelhante a si próprio, tanto «o verdadeiro homem», como «o filho do homem» e ainda «a semente do filho do homem», no processo de criação, todos copiaram os seus criadores. A partir do momento que os Criados (por Deus), os «gerados» (pelo homem) e os engendrados, seguiram as directrizes que receberam de cada um dos seus criadores, não só tudo foi como é permissivo, tanto por Deus para com os Homens, como pelos Homens para com o semelhante a ele mesmo.
A partir do momento em que o Homem acredita cegamente na interpretação bíblica feita por outros – que é filho de Deus e por isso mesmo tem o direito de submeter e dominar a Terra, tendo-lhe sido oferecido como alimento tudo o que tem movimento e vida (Génesis 9, 1-17) – em vez de ele mesmo ir verificar se a interpretação corresponde ou não ao que está lá escrito, acreditará sempre numa verdade inexistente, tanto para a sua origem como também para a razão da sua existência. Mas, está ao alcance de qualquer um perceber, já não digo a origem do homem, mas pelo menos, o porquê do sofrimento da humanidade. Se nos limitarmos apenas e unicamente ao que está escrito, será de perguntar aos autorizados e credenciados teólogos, quem são os homens criados por Deus e quem são os animais e, já agora, de que se deviam todos ter alimentado ao longo dos tempos. Ler sem esforço e com atenção, no Antigo Testamento, o pequeno relato bíblico do Génesis, teria levado qualquer ser humano a perceber que tem vivido completamente enganado sobre a sua verdadeira origem. Parece-me que o homem mencionado por Deus, criado à sua imagem e semelhança, não são todos como nos querem fazer crer. E a realidade da existência humana assim o confirma, quando o homem criado por e à imagem e semelhança de Deus (o homem verdadeiro) tem o poder de dominar a seu bel-prazer todas as espécies do céu, da terra, do mar e animais vivos segundo a espécie da própria terra, – que também tem autoridade para submeter – e concretiza há milénios este seu poder sobre todos os outros viventes que não têm a mesma ascendência que ele tem. Continuam a humilhar, a comer e a utilizar todas as espécies e o seu semelhante «não igual» de um modo bárbaro e inumano. Não são eles os seres superiores? Donos de tudo e de todos?



(continua)

 

indiferente
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publicado por lazulli às 15:11
Terça-feira, 11 de Setembro de 2007

 

SintoMe: ... com Esperança no Homem de Verdade para combater esta Pérfida Civilização Tanto Espiritual como T

EscritoPorLazulli lazulli às 11:36
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Sábado, 20 de Dezembro de 2008

O Senhor Do Tempo

Saturno - Saturnália

 

 

 

 

 

 

 

 

 



EscritoPorLazulli lazulli às 01:57
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Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008

Humanidade Escravizada (XI)


(continuação)


 

Claro que para entender a sua origem e o porquê da sua existência, bastaria que o Homem pensasse seriamente na função da matéria e dele próprio, tentando perceber se a matéria existe para que o Homem possa existir ou se, pelo contrário, é o Homem que tem que existir para que a matéria possa existir e qual destes dois beneficia ou perde com a existência do outro. Se por acaso for o Homem que dá vida à matéria, então só a existência do Homem é que faz viver a matéria. Só ele é que move esta imponência «morta». É o escravo da matéria. O escravo que a mantém viva ao longo dos tempos. O que seria da matéria se o Homem não fosse seu escravo? Com toda a sua inteligência, ela só por si, como viveria? Se, por acaso, esta junção de matéria e ente coexiste porque quer ou se uma está sujeita à outra irremediavelmente ou não, é algo que aparentemente ninguém sabe. Com certeza, se o Homem começasse por analisar, por exemplo, o início da sua formação física e em simultâneo o seu sentir interior, talvez dê-se o primeiro passo para um entendimento sobre o porquê da sua existência. Mas, realmente, são já tantos os estudiosos que se dedicam a este tema que adverti-los da verdade a eles, os entendidos na «matéria», cheios de diplomas a confirmara sua douta sabedoria, seria no mínimo caricato. E a verdade, é que com a Verdade diante de si não a vêem. Pior que o cego é aquele que vê e não quer ver, isto sim é uma verdade. É que ninguém já parece acreditar seja no que for, mas continuam fingindo que acreditam. Ninguém mais parece preocupado se é verdade ou não o que a tradição diz. Parece que têm consciência que de nada lhes adiantaria a procura da verdade. Até já dizem que o que é verdade para um pode não ser para outro. Pergunto-me, imbecilmente, se a verdade só por si não deveria ser uma única, igual e imutável para todos. Num mundo, onde a mentira é conhecida de todos, parece que ninguém quer pôr a hipótese que vivemos assim porque alguém quer uma enorme mentira. Mas, se todos os homens mentem e todos os homens falam a verdade, porque será que o ser humano não se interroga se foi mesmo a verdade que lhe transmitiram ou se, pelo contrário, lhe mentiram? Aliás, há tantos e tantos motivos para pôr em dúvida o porquê da vida, que não entendo toda esta inércia humana, esta letargia, este desinteresse por si próprios, como se de dentro deles viesse um aviso de perda de tempo na busca desta verdade tão necessária a todos. Mesmo assim, continuo a aguardar o som de qualquer voz que chegue, de alguém a dizer a verdade de uma vez por todas, acabando com este mito horrendo de que a verdade não existe. Até pode ser. Aliás, neste mundo tudo pode ser e continuar a ser até ao infinito. Mas eu continuo a pensar e a sentir, daí que tudo farei, em cada segundo desta minha parca vida, para tentar impedir que continuem a manter esta farsa existencial vil e velhaca, alegando ser este o modo de vida perfeito, de uma civilização perfeita, num mundo também perfeito. As consequências das suas tentativas de melhorar toda esta perfeição imperfeita atingem a plenitude do engano perpétuo e, cada vez mais, o ser humano deixa de ser ele próprio para passar a ser os outros. Mas, para ser possível levantar este pesado e escuro véu que paira sobre todos nós, sobre a nossa origem e a nossa existência, seria necessário que o homem acabasse com o desinteresse que tem por si próprio e acreditasse que a verdade existe algures bem guardada à espera de ser encontrada. Talvez começando por investigar onde, quando e porquê se iniciou o último começo de toda esta trama diabólica ao desprevenido ser humano que caiu neste universo sempre em expansão, com a memória desgastada de um passado longínquo real e doloroso. Que tivesse consciência que só foi acatando tudo quanto viu e ouviu porque a dor apregoada era-lhe familiar, como uma outra dor que dentro de si estava mal lembrada. E chegou o dia em que a dor que não existia passou, de facto, a existir, substituindo a dor antiga e apagando de vez com essa lembrança remota de um tempo esquecido: A sua origem. Ao acatar bem e mal a transmissão de séculos, a sua resistência foi diminuindo e, hoje, depois de todas as ilusões e desilusões, não há nada em que acredite porque a incompreensão e a dor dentro de si tomou uma forma alarmante, parte integrante desta trama tão profunda que é o Planeta em que vivemos.

 

(continua)

 

quase no fim da cruzada

ensaio, homem, livros, mulher, vida

publicado por lazulli às 16:27 (Do Livro De Ensaio Sobre O Homem "Humanidade Escravizada"

Quarta-feira, 5 de Setembro de 2007

SintoMe: ... a olhar meca de soslaio

EscritoPorLazulli lazulli às 00:46
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